Brasil registra aumento de 7,41% nas assinaturas de banda larga fixa em 2018

Apesar da crise econômica, o setor de serviços de banda larga fixa fechou 2018 com aumento no número de contratos. De acordo com dados divulgados pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), houve crescimento de 7,41% na quantidade de contratos no segmento. 

O aumento corresponde a 2,14 milhões de assinaturas a mais. Com isso, o país atingiu 31,05 milhões de contratos ativos no serviço no encerramento do ano.  

Apesar do índice final em alta, o setor registrou queda de 0,48% (149,38 mil) em dezembro em relação ao número de contratos em novembro. 

O estado do Amazona foi o que teve maior aumento de assinaturas no ano: 13,83% ou 39,01 mil linhas. A Paraíba aparece logo atrás (38,97 mil, crescimento de 13,43%). Os estados de Rondônia e Roraima foram as exceções nessa evolução. O primeiro teve retração de 0,37%, menos 0,5 mil contratos, no segundo, a diminuição foi de 2,60%, correspondendo a 0,9 mil contratos a menos. 

O Grupo Claro lidera em volume de assinantes (30,15%), seguido pela Vivo (24,41%) e pela Oi (19,31%). A líder também foi a única a registrar crescimento no número de contratos (5,25%). Nas demais, a diminuição foi de -0,07% e -4,92%, respectivamente.

Ao assumir o Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), Marcos Pontes destacou a necessidade de o Brasil ampliar o acesso aos serviços de banda larga na internet.  "Este é um dos esforços que a gente tem de fazer", afirmou Pontes em seu primeiro dia no cargo.

Acesse os dados divulgados pela Anatel.

Fonte: Portalimprensa.com

Tendências | Levantamento da Triton Digital detalha o consumo de Podcasts no Brasil

São Paulo - Mais de 90% do consumo de podcasts é feito através de smartphones. Inventário de publicidade programática já conta com 2,4 milhões de oportunidades de anuncio em sete dias

A Triton Digital, empresa internacional voltada ao setor de áudio digital, realizou um levantamento que mostra um mapa do consumo atual de podcasts no Brasil, dentro do ambiente auditado pela marca. Várias pesquisas apontam a relevância desse novo formato e como ele atua em sinergia com o mercado de rádio. Porém, todos esses dados de consumo ainda são majoritariamente sobre os mercados norte-americano e europeu. No levantamento feito pela Triton Digital, é possível aferir esse consumo no Brasil, já que a empresa cobre uma parcela considerável dos produtores de conteúdo nesta área. 

Segundo o levantamento Podcast Metrics (PCM) da Triton Digital, 90,4% do consumo de podcast no Brasil vem de smartphones, contra apenas 6,2% de desktops e 3,4% para outros dispositivos. E parte do consumo está curiosamente concentrado em dispositivos do sistema operacional iOS (Apple/iPhone): 49% desse volume no Brasil é em aparelhos com este sistema operacional, contra 51% no Android. 

O número chama a atenção pelo fato de o Android ter a maior concentração de smartphones ativos no Brasil (percentual que geralmente está cima dos 80%). Ou seja, o consumo de podcasts veio primeiro para usuários de iOS, tendência que já foi observada anteriormente em outros países, mas há a expectativa de que o Android avance e amplie de forma significativa os valores de consumo dessa plataforma no Brasil.

Em relação a localidade, segundo o Podcast Metrics (PCM) da Triton Digital, 89,2% do consumo dos podcasts brasileiros estão concentrados em território nacional, contra 3,6% de audiência originada nos Estados Unidos, 0,6% em Portugal e 6,6% em outros países.

 

Média de consumo e comportamento

O Podcast Metrics (PCM) da Triton Digital aponta que a duração média de um podcast no Brasil é de 29 minutos e a média de minutos de conteúdo baixado pelos usuários é de 20 minutos. E o número médio de download por ouvinte (por dia) é de 2,3. A medição considera o Triton Top 500 episódios, ou seja, é uma aferição de todos os podcasts que estão dentro da plataforma de medição da empresa.

Para se ter uma ideia, o episódio de podcast mais baixado no Brasil (e que está dentro do ambiente de aferição da Triton) conta com 54,9 mil downloads líquidos diários, sendo que esse podcast em si conta com uma duração de 51,32 minutos. E o segundo conta com mais de 51 mil downloads diários, tendo uma duração de 54 minutos. Para se ter uma ideia da grande variação, o terceiro podcast/episódio de maior audiência (acima de 43 mil downloads diários) conta apenas com 3,48 minutos.

O levantamento é referente a julho deste ano.

Inventário programático de Podcasts no Brasil

Uma forma de monetizar um podcast é através de publicidade programática, podendo ser disparada como pré-roll (anuncio no inicio do episódio), post-rolls, ou em intervalos programados (determinados) pelo gerador de conteúdo. Esse inventário fica disponível para agências digitais e anunciantes, processo que já está em curso no Brasil em streamings ao vivo (live, inclusive rádio) e podcasts.

Desses episódios de podcasts disponíveis para publicidade programática, a Triton Digital fez um levantamento da audiência e do volume de oportunidades para o mercado.

Tendo como fonte a Yield-Op Analytics da Triton Digital, de 14 a 20 de agosto deste ano, a audiência em usuários únicos nesse universo de podcasts com inventário programático foi de 488 mil, gerando 2,4 milhões de oportunidades para os compradores desse formato de mídia.

O conteúdo de publicidade em áudio programático é executado com base no perfil do ouvinte, com publicidade de interesse local (ou seja, pode ter variação na língua dependendo da localização da audiência). Com isso, segundo esse mesmo levantamento, 98,39% do inventário em publicidade programática foi em português, mas também houve disponibilidade em espanhol (1,53%), inglês (0,05%) e francês (0,04%), isso entre 14 a 20 de agosto.

E a plataforma utilizada para consumo de podcasts com mídia programática disponível não difere do comportamento da totalidade do consumo no Brasil, ou seja, 97,1% dessa audiência vem de smartphones, seguido por apenas 1,5% de desktop, 0,03% de caixas de som inteligentes (smart speakers) e 1,36% para outros dispositivos não identificados.

Formatos 

Dentro da analise do inventário programático de podcasts, o levantamento da Triton Digital detalhou os formatos de episódios executados no Brasil. Temas relacionados com televisão dominam a audiência, com mais de 45%, seguido por noticias e política com valor próximo a 35%. O formato considerado talk rádio" aparece com mais de 15% desse consumo entre 14 e 20 de agosto de 2019. 

 

Fonte: Tudoradio.com

 

Exposição celebra a trajetória de Vladimir Herzog

Realizada em parceria com o Instituto Vladimir Herzog, exposição do Itaú Cultural reúne fotografias, reportagens e depoimentos de amigos e familiares que conviveram com o jornalista

Do fim ao começo. É assim que a história de Vladimir Herzog, assassinado pela ditadura militar brasileira, será contada na 46ª edição do programa Ocupação, que entra em cartaz quarta-feira (14.ago.2019) no Itaú Cultural, na Avenida Paulista. A morte do jornalista, que tornou-se um símbolo da luta pela democracia no Brasil, é o ponto de partida de uma exposição que celebra a trajetória de Vlado. A entrada é gratuita e a mostra ficará em cartaz até 20.out.

A exposição, realizada em parceria com o Instituto Vladimir Herzog, reúne fotografias, reportagens e depoimentos de amigos e familiares que conviveram com o jornalista ao longo de seus 38 anos de vida. Os visitantes também terão contato com a produção jornalística e audiovisual de Vladimir que, desde o início de sua carreira, tinha interesse pela linguagem multimídia. Um teaser da exposição está disponível aqui.

Vlado Herzog nasceu em 27 de junho 1937 em uma cidade localizada na antiga Iugoslávia, atual Croácia. Em decorrência da Segunda Guerra Mundial, ele e sua família deixaram seu país de origem. Primeiro, viveram na Itália. Quando o país foi ocupado pelas tropas aliadas, mudaram-se para o Brasil.

Vlado, ao contrário do que muitos pensam, não era um apelido, mas o nome de registro do jornalista

Vlado, ao contrário do que muitos pensam, não era um apelido, mas o nome de registro do jornalista. Durante a juventude, Vlado passou a assinar como Vladimir “porque lhe parecia menos exótico aos ouvidos brasileiros”, segundo sua biografia. Com o passar dos anos, seu nome oficial tornou-se a maneira como pessoas próximas o chamavam carinhosamente.

Vladimir Herzog formou-se em Filosofia pela Universidade de São Paulo em 1959. No ano seguinte, começou sua carreira como repórter no jornal O Estado de S. Paulo. Em 1964, dois meses antes do golpe militar, casou-se com Clarice. Em 65, Vladimir foi convidado para trabalhar na BBC em Londres, na Inglaterra, onde nasceram seus dois filhos: Ivo e André.

A família voltou para o Brasil no final dos anos 60, quando a ditadura militar entrava em sua fase mais violenta. O retorno aconteceu para que Vladimir assumisse o posto de diretor de jornalismo TV Cultura. Na mesma época, ele começou a dar aulas de jornalismo na Escola de Comunicações e Artes da USP. No final de outubro de 1975, militares o convocaram para prestar depoimento no DOI-CODI, em São Paulo, por conta de seu trabalho à frente da emissora e sua ligação com o Partido Comunista Brasileiro.

Vlado passou a assinar como Vladimir “porque lhe parecia menos exótico aos ouvidos brasileiros”

Na manhã de 25 de outubro, Vladimir Herzog se apresentou voluntariamente no prédio localizado na rua Tomás Carvalhal, no bairro do Paraíso, em São Paulo. Às 15 horas, o Serviço Nacional de Informações declarou que Vladimir Herzog havia cometido suicídio no DOI-CODI. A foto do jornalista enforcado com os joelhos  encostando no chão e as marcas de tortura observadas pelo rabino Henry Sobel — líder da comunidade judaica da qual Vladimir era membro — durante a preparação para o enterro, indicavam que a versão oficial não era verdadeira. Em 2012, o fotógrafo Silvaldo Leung Vieira confirmou em sua primeira entrevista à imprensa que a cena fora montada.

A morte de Vladimir gerou comoção e mobilizou a primeira grande manifestação contra as práticas da ditadura militar desde 1968, quando o AI-5 foi decretado. A despeito das tentativas do governo de dificultar o acesso ao local, milhares de pessoas se reuniram diante da Catedral da Sé, no centro de São Paulo, para o culto ecumênico de 7º dia em memória do jornalista, celebrado em 31.out.1975.

A certidão de óbito de Vladimir só foi retificada em 2013, a pedido da Comissão Nacional da Verdade.
No lugar de “enforcamento por asfixia mecânica”, o documento traz como causa da morte “lesões e maus-tratos sofridos durante o interrogatório nas dependências do segundo Exército DOI-Codi”.

Serviço

O quê?
Ocupação Vladimir Herzog

Quando?
De 14 de agosto até 20 de outubro

Custo?
Entrada gratuita

Onde?
Itaú Cultural (Avenida Paulista, 149, Paraíso – São Paulo/SP)

Fonte: Comunique-se.com

Brasil é o grande vencedor do LATAM Digital Media 2018

Nesta quinta-feira (15) aconteceu a cerimônia de entrega do LATAM Digital Media 2018, e o Brasil se destacou, conquistando seis dos dez prêmios. 
 
Considerada a premiação mais importante em jornalismo digital da América Latina, esta edição reconheceu projetos da área em 10 categorias, além do prêmio especial do júri. Ao todo, foram inscritos 115 projetos de 64 empresas e 15 países, o que tornou esta uma das edições mais competitivas e internacionais, desde que o prêmio foi lançado, em 2015.
 
Promovido pela WAN-IFRA (sigla em inglês para a Associação Mundial de Jornais e Editores de Notícias), a cerimônia fez parte da programação do Digital Media LATAM 2018, evento que termina hoje (16) e reuniu, em Bogotá, na Colômbia, os principais representantes da indústria jornalística digital na América Latina.
 
Conheça abaixo os vencedores brasileiros do LATAM Digital Media 2018.
 
• Site de estilo, entretenimento e/ou esportes: Do Outro Lado, UOL Esporte / UOL (Brasil)
Em uma categoria dominada por empresas argentinas, um trabalho sobre a discriminação aos homossexuais durante a Copa do Mundo na Rússia, considerado excepcional pelo júri, conquistou o prêmio. Veja o documentário vencedor.  
 
• Site ou serviço móvel de notícias: Nexo Jornal (Brasil)
Após três anos de conquistas nesta categoria por empresas argentinas, o Nexo Jornal torna-se o primeiro veículo brasileiro a obter este reconhecimento.
 
• Visualização de dados: A Guerra do Brasil, O Globo (Brasil) e Venezuela a la fuga, El Tiempo / Efecto Cocuyo (Colômbia / Venezuela)
Nesta categoria, houve empate entre dois projetos visuais que cobrem diferentes realidades latino-americanas – a violência no Brasil e a imigração de venezuelanos a países da região. Veja a cobertura especial de O Globo, e a entrevista do infografista Alessandro Alvim ao Portal IMPRENSA, comentando a importância deste reconhecimento.

• Startup digital de notícias: JOTA (Brasil)
Nesta nova categoria, o JOTA conquistou o reconhecimento por sua solidez editorial e seu modelo de negócio, uma prova de que as publicações de nicho estão crescendo no Brasil.
Crédito:Alexandra Itacarambi
 
• Projeto de fidelização em redes sociais: Textão, Correio* (Brasil)
Após três anos seguidos como finalista, o Correio* mostra-se como um dos veículos regionais mais inovadores do continente, e foi o primeiro brasileiro a conquistar esta categoria. 
 
• Campanha de marketing digital: Pelas Ruas app, Grupo RBS (Brasil)
Sempre presente entre os ganhadores e finalistas, neste ano o Grupo RBS reforçou sua posição entre os grupos regionais de maior vanguarda da região. 
 
Os vencedores do LATAM Digital Media 2018 vão disputar com os vencedores do prêmio na África, Ásia, Sul da Ásia, Europa, Oriente Médio e América do Norte no World Digital Media Awards 2019, que será entregue durante o 71° Congresso Mundial de Mídia da WAN-IFRA, em junho de 2019, na Escócia.
 
Fonte: Portalimprensa.com

Panorama: Rádio Caiçara, 104 FM e 92 definem posições nos detalhes. Rádio Gaúcha segue líder isolada em Porto Alegre

Porto Alegre - Continental FM avança novamente e ganha posição em períodos gerais da audiência FM

Porto Alegre acompanhou mais uma atualização geral dos dados da audiência FM local. Segundo cruzamento dos dados atuais, o meio FM viu uma grande competição pela vice-liderança em períodos gerais, com as posições sendo definidas nos detalhes. No geral, o rádio gaúcho viu uma ampliação de seu universo de ouvintes, apesar de um recuo no isolado da faixa FM. A pesquisa é realizada pelo Kantar Ibope Media. Acompanhe os destaques (05-00h/FM+WEB/todos os dias e locais/trimestre maio a julho de 2019):

Definições nos detalhes

Há uma grande disputa pela vice-liderança geral, situação protagonizada por três FMs. A movimentação atual do meio rádio manteve as emissoras Rádio Caiçara FM 96.7 (popular, atual detentora da vice-liderança geral no 05h-00h/FM+WEB/todos os dias e locais), 104 FM 104.1 (popular/hits) e Rádio 92 FM 92.1 (popular/hits) muito próximas nos principais períodos gerais da pesquisa. A distância entre as três emissoras é a menor já vista no 05h-00h (FM+WEB/todos os dias e locais).

O que não muda no topo do ranking é a situação da Rádio Gaúcha FM 93.7 (jornalismo/esportes). Apesar da oscilação do meio, a emissora segue sozinha nos principais períodos da medição na Grande Porto Alegre, incluindo o 05h-00h (FM+WEB/todos os dias e locais).

Mudança no top 5

A Continental FM 98.3 (adulto-contemporâneo) manteve na atual medição a tendência de alta que já era vista em seus números nas pesquisas passadas. Com isso, a estação pulou para a quinta colocação geral no 05h-00h (FM+WEB/todos os dias e locais). Detalhe: a Atlântida FM 94.3 (líder no jovem/pop) segue próxima da Continental FM e também ampliou a sua média em relação à pesquisa anterior.

Sequência

Rádio Alegria FM 92.9 (popular/sertanejo) e Rádio 102.3 FM 102.3 (adulto/alternativo) aparecem na sequência no 05h-00h (FM+WEB/todos os dias e locais), rádios que cravaram índices bem próximos entre si. As duas emissoras são seguidas pelas rádios Antena 1 FM 89.3 (adulto-contemporâneo) e Rádio 88,7 FM 88.7 (popular/hits). Como essas FMs continuam próximas entre si nos períodos gerais, há uma grande variação de posições a cada nova medição.

As emissoras Rádio Grenal FM 95.9 (esportes) e Rádio Mix FM 107.1 (jovem/pop) avançaram na atual pesquisa e se aproximaram desse bolo no top 10 em períodos como o 05h-00h (FM+WEB/todos os dias e locais).

A sequência no 05h-00h (FM+WEB/todos os dias e locais) também é de alta em índices de rádios como Rádio Pampa FM 97.5 (jornalismo), Jovem Pan FM 90.7 (jovem/pop), Rádio Guaíba FM 101.3 (jornalimo/esportes) e BandNews FM 99.3 (jornalismo/esportes).

 

Importante: entenda o ranking…

A medição de audiência realizada pelo Kantar Ibope Media conta com vários cenários diferentes. O abordado aqui é acompanhado pelo tudoradio.com desde 2007, mostrando a evolução do meio FM na média de audiência por minuto das estações medidas. Para algumas emissoras é importante estar entre os maiores volumes de audiência, mas para outras o foco é estar bem posicionada dentro de seu formato e/ou público-alvo, situações que vão determinar as estratégias de cada estação.

Também é importante considerar que a média de ouvintes por minuto é um dos dados considerados pelo mercado. A pesquisa conta com outros índices e valores, como share (partilha do meio FM/AM entre as rádios medidas), índice absoluto de audiência, alcance (total de ouvintes diferentes impactados pela rádio durante um determinado períodos de tempo), entre outros dados.

Cerca de 28 FMs são medidas na atual pesquisa de audiência da Grande Porto Alegre.

Sinais em FM - Ouça on-line e veja a lista completa de rádios captadas na Grande Porto Alegre

Fonte: Tudoradio.com 

Médicos e jornalistas são as fontes mais confiáveis de informação

Os médicos e os jornalistas são as fontes de informação mais confiáveis para os brasileiros. Eles foram citados por 49% e 38% dos entrevistados, respectivamente, na Pesquisa Percepção Pública da C&T no Brasil 2019. Na sequência vieram religiosos, com 29%, e cientistas, com 25%. As fontes menos confiáveis de informação são os políticos (84%), artistas (24%) e militares (22%).

Medicina e saúde são os principais temas de interesse da população, com 79%, seguidos por meio ambiente (76%) e religião (69%). Os interesses mudam de acordo com a faixa etária e a renda. Entre os jovens, ciência, tecnologia e meio ambiente se destacam como o tema mais interessante. Para os idosos, saúde e religião são os mais atrativos.

A internet passou a ser o principal canal de informação científica. Em 2006, a TV foi citada or 15% dos entrevistados como principal fonte de informação, enquanto a internet tinha apenas 9%. Já em 2019, a internet foi citada por 14% e a TV por 11%. 

A pesquisa ouviu 2,2 mil pessoas, de 16 a 75 anos de idade, em todas as regiões do país. 
 
Fonte: Portalimprensa.com

Repórter do Futuro: inscrições para curso de jornalismo em guerra

Projeto é voltado a estudantes universitários da área de comunicação social. Curso jornalismo em guerra faz parte do núcleo Repórter do Futuro, da Oboré. Inscrições abertas até domingo, 18

O Projeto Repórter do Futuro tem mais um curso em fase de receber inscrições. Até domingo, 18, estudantes de jornalismo e de outros cursos de comunicação social podem se inscrever no 18º Curso de Jornalismo em Guerra e Violência Armada. A ser realizado a partir de 21 de setembro, o treinamento é organizado pela Oboré em parceria com o Comitê Internacional da Cruz Vermelha (CICV) e do Instituto de Pesquisa, Formação e Difusão em Políticas Públicas e Sociais (IPFD). A Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji) figura como apoiadora.

A atual edição do módulo de jornalismo em guerra terá o repórter e apresentador Aldo Quiroga, da TV Cultura, como coordenador. Ao decorrer de semanas, ele estará à frente das atividades relacionadas ao curso do Repórter do Futuro. Caberá ao jornalista organizar palestras e entrevistas coletivas, que estão programadas para serem realizadas até 2 de novembro. Os encontros serão realizadas na sede da CICV em São Paulo. A versão que está sendo organizada contará com a participação de personagens ligados ao jornalismo ao Judiciário e a forças de segurança — seguindo a tradição do projeto.

“Neste ano, os conferencistas serão o chefe-adjunto da Delegação Regional do CICV, Filipe Tomé de Carvalho, o assessor jurídico do CICV, Gabriel Valladares e o responsável técnico do Programa com as Forças Policiais e de Segurança do CICV, Paulo Roberto Oliveira. Também haverá um encontro sobre a cobertura da imprensa brasileira de conflitos armados e violência armada com a jornalista Bianca Vasconcellos, da TV Brasil”, informa a organização do 18º Curso de Jornalismo em Guerra e Violência Armada.

Processo seletivo

Para se inscrever, o estudante universitário deve preencher os dados solicitados em formulário online. Os candidatos passarão por teste online, agendado para 22 e 24 de agosto. Daí, sairão os 20 escolhidos pela organização do projeto Repórter do Futuro, cujo os nomes serão revelados em 13 de setembro. Uma vez aprovado para 18º Curso de Jornalismo em Guerra e Violência Armada, o interessado precisa se matricular (de 16 a 18 de setembro). Nessa fase, os selecionados devem entregar à organização do curso um cheque no valor de R$ 998,00 (salário mínimo). O dinheiro, contudo, não será descontado se o aluno…

  1. Participar de todos os encontros;
  2. Redigir um texto jornalístico ao final de cada encontro;
  3. Agendar e comparecer a um atendimento individual com a coordenação pedagógica do curso;
  4. Publicar um texto sobre o tema em veículo com editor responsável.

Em anos anteriores, o Portal Comunique-se publicou textos desenvolvidos por alunos dos módulos do projeto Repórter do Futuro. O espaço para publicação segue ativo por aqui, desde que a pauta atenda o escopo de cobertura do site, focando em assuntos relacionados aos bastidores da imprensa.

Fonte: Comunique-se.com

Mentoria: negócios para jornalistas. Esse é o título do mais novo curso organizado por Almir Rizzatto, criador da Escola Digitalista e articulista-parceiro do Portal Comunique-se

Por onde começar? Como estruturar o negócio? Como definir um nicho de atuação? O que oferecer para o mercado? Como pegar minha experiência e transformar num curso online? Como vender e conseguir os primeiros clientes? Como agir numa reunião? Como precificar os serviços? São essas e outras perguntas que Almir Rizzatto pretende responder aos profissionais de comunicação que planejam (ou precisam) empreender que participarem do curso Mentoria: Negócios para jornalistas.

Com inscrições abertas e vagas limitadas, o curso Mentoria: negócios para jornalistas será realizado no próximo sábado, 17, na sede da Escola Digitalista (Rua Maestro Cardim, 377, conjunto 102 – São Paulo/SP). O módulo terá oito horas de duração, com entrega de certificado ao final. Para participar, o interessado precisa investir R$ 380,00. O pagamento pode ser feito à vista (depósito, boleto ou cartão) ou em até 12 vezes no cartão de crédito. Quem já foi aluno de algum curso de Almir Rizzatto tem direito a desconto de 15%.

Ao divulgar a realização da Mentoria: negócios para jornalistas, o próprio Almir Rizzatto destaca as vantagens em realizar o curso. Tendo o profissional de comunicação como público-alvo, ele salienta qual será a sua missão na sala de aula. “Você receberá a análise da sua ideia de negócio, daquele seu projeto que está engavetado há anos ou mesmo de algo já existente. Será orientado a como profissionalizar o seu negócio. Inclusive toda a comunicação. Desvendará segredos e ‘atalhos’ que demoraria anos para descobrir”, comenta, entre outros tópicos.

Dinâmica

“O encontro em grupo acontecerá na data informada no topo desta página. A turma será reduzida, para uma maior interação em sala e um trabalho mais individualizado. Além do conteúdo transmitido pelo mentor, cada participante falará sobre seu negócio/projeto ou ideias em determinados blocos. O templo de explanação será igual para todos os participantes, para que ninguém tenha mais ou menos espaço que os outros. Atividades práticas também serão realizadas em sala, por isso é recomendável que você leve seu notebook”, informa a Escola Digitalista em seu site.

Fonte: Comunique-se.com

Educação e jornalismo são antídotos contra fake news

A influência das fake news na sociedade, potencializada pela internet, está levando à desqualificação dos veículos tradicionais de imprensa e à violência contra os profissionais da comunicação, apontaram representantes de associações de jornalistas no Brasil

A desinformação e o grande volume de notícias falsas disseminados principalmente nas redes sociais atentam contra a liberdade de expressão, avaliaram os debatedores de audiência pública promovida no último mês pela Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH). Para enfrentar o problema, eles apostam em “alfabetização midiática” e em jornalismo profissional de qualidade.

A influência das fake news na sociedade, potencializada pela internet, está levando à desqualificação dos veículos tradicionais de imprensa e à violência contra os profissionais da comunicação, apontaram representantes de associações de jornalistas no Brasil.

Para o diretor-geral da Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (Abert), Cristiano Flores, é preciso diferenciar jornalismo profissional de outras fontes de informação. “Por ser atividade humana, é natural que o jornalismo profissional cometa erros, mas tem CNPJ e endereço para assumir essa responsabilidade, com todas as decorrências jurídicas e mais a garantia do direito de resposta”, destacou.

“Por ser atividade humana, é natural que o jornalismo profissional cometa erros”

Ainda na opinião dele, a sociedade sabe onde buscar a notícia com credibilidade, mesmo assim, compartilha a informação falsa e, muitas vezes, crê nela. É o exemplo do desincentivo à vacinação, com impactos negativos para a saúde pública.

A diretora da Secretaria de Comunicação Social do Senado, Angela Brandão, ressaltou a importância da transparência na comunicação pública. Ela apontou os veículos da Casa como fontes seguras de informação sobre a atividade legislativa, a exemplo do portal Senado Notícias, da Agência Senado, que vem batendo seguidos recordes no número de acessos. Angela destacou ainda o trabalho de cobertura da Rádio e da TV Senado para todo o país e a campanha contra as fake news promovida pela secretaria nos veículos e nas redes sociais.

“Nossos jornalistas abraçaram essa campanha. Parte do crescimento do nosso portal de notícias e das nossas redes sociais tem a ver com o anseio da sociedade de buscar a informação em que ela possa confiar. Nossa missão é investir nisso para nos transformarmos nesse contraponto fiel, nesse discurso de combate à desinformação”, afirmou Angela Brandão.

Ataques

Coordenador do projeto de proteção e segurança da ONG Artigo 19, Thiago Firbida ressaltou que o Brasil já está entre os países mais perigosos para o exercício do jornalismo. Entre esses profissionais, um dos alvos são aqueles que fazem checagem de informação. Outros sofrem ataques por mera discordância em relação ao conteúdo de alguma notícia, inclusive por parte de autoridades públicas que deslegitimam o trabalho do jornalista.

Enfrentar o volume e as consequências das fake news é ainda mais complicado por se tratar de um sistema amplo de “desinformação, ocultação e minimização de sua importância”, como avaliou Emmanuel Colombié,representante dos Repórteres sem Fronteiras.

“Propostas simplistas são algo ineficaz e perigoso para combater fake news”

Esse sistema, ressaltou Colombié, envolve pessoas com conhecimento técnico sobre o funcionamento de plataformas (como Google, Twitter, Facebook e WhatsApp) para promover artificialmente a desinformação. Trata-se de comentadores pagos, exércitos de trolls (usuários que provocam e desestabilizam emocionalmente outros na internet), pessoas que controlam centenas de contas com perfil em redes sociais e atuam de forma coordenada para compartilhar essas informações.

“Propostas simplistas são algo ineficaz e perigoso para combater fake news. O que temos visto é pretexto de combate à proliferação de notícias falsas sendo utilizado como instrumento de propaganda por governos de tendência autoritária contra jornalistas, vozes dissidentes. A conhecida retórica de Donald Trump é um claro exemplo”, alertou Colombié.

Plataformas

A estratégia de intoxicar o debate público com discursos de ódio, a criação de nichos ideológicos e o linchamento virtual também foram mencionados por Antonio Paulo dos Santos, da Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj). Para ele, os projetos de lei são exagerados ao criminalizar todos: quem produz e quem reproduz os conteúdos.

O jornalista lembrou que os instrumentos usados pelas plataformas para combater as fake news — denúncia, remoção de conteúdo e responsabilização — já fazem parte de um processo de autorregulação. No entanto, informou ele, 90% dos casos são arquivados por falta de provas. “O grande caminho precisa ser por meio da educação nos veículos de comunicação. Alfabetização midiática. Esclarecer e informar, usar a criatividade, apostar nesse aspecto da juventude, que mais usa a internet hoje”, defendeu.

Representante do Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação (FNDC), Marina Pita questionou o modelo de acesso à internet, no qual, para ler notícias confiáveis, é preciso pagar a assinatura de um jornal, mas para usar o WhatsApp com fake news, não se paga nada.

Jornalismo

 

A concorrência com os robôs, responsáveis já por metade da desinformação disseminada nas redes, de acordo com os debatedores, também passa pela necessidade de fazer o dever de casa. Uma autocrítica dos veículos tradicionais de comunicação sobre a produção jornalística foi sugerida pelo vice-presidente da Associação Brasileira de Imprensa (ABI), Cid Benjamim, para quem o conceito de liberdade de expressão mudou com a internet.

“Não há sociedade moderna efetivamente democrática sem a democratização dos meios de comunicação eletrônica. Acho que esse debate é permanente. E é muito bom que, a partir das fake news, a gente possa também falar da comunicação social em geral”, disse Cid Benjamin.

Representante da Secretaria de Comunicação Social da Câmara dos Deputados, Lincoln Macário avaliou que a mídia deve vigiar o seu papel por meio de instrumentos como conselhos de comunicação social, mapeamento do fluxo artificial de informação e regulamentação.

Legislação

 

O combate à desinformação é um desafio para os legisladores. Nesta semana, o Senado aprovou a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 17/2019, que torna a proteção de dados pessoais nos meios digitais um direito fundamental. Proposições como o PLC 79/2016, a chamada Lei das Teles, que pode ampliar o acesso à internet no país, é um dos temas que aguardam a análise dos senadores. No Congresso Nacional, também foi aprovada nesta semana a criação de uma Comissão Mista Parlamentar de Inquérito (CPMI) para investigar as fake news.

Na audiência de ontem, os senadores Jaques Wagner (PT-BA) e Jean Paul Prates (PT-RN) repercutiram as notícias relacionadas aos vazamentos de conversas da Operação da Lava Jato como exemplo recente de tentativa de desqualificar o trabalho do jornalista Glenn Greenwald. Ele é o responsável pelo site The Intercept Brasil, que publicou diálogos que teriam sido mantidos entre o ex-juiz e atual ministro Sérgio Moro e membros do Ministério Público.

O senador Paulo Paim (PT-RS), presidente da CDH, leu uma carta da Associação Brasileira de Juristas pela Democracia (ABJD), que defendeu o direito de liberdade de expressão dos profissionais do jornalismo e o apoio ao sigilo da fonte na divulgação de áudios.

Fonte: Comunique-se.com

"Cabe ao jornalista trazer outros olhares, ultrapassando o lugar comum sobre a narrativa", diz chefe-de reportagem do Estadão

As mudanças de lideranças no governo, com a eleição do presidente Jair Bolsonaro (PSL), e nas configurações das casas legislativas federais são fatores determinantes na definição dos rumos do Brasil a partir de agora. Essa movimentação se reflete também na pauta dos jornais de todo o país. O Portal IMPRENSA conversou com vários jornalistas para verificar quais temas eles acreditam que serão destaque no noticiário nacional deste ano. 

A reportagem entrevistou Fátima Sudário, editora-coordenadora do Núcleo de Investigação do jornal O Povo, de Fortaleza, Marcelo Rech, vice-presidente editorial do Grupo RBS, presidente da Associação Nacional de Jornais (ANJ) e vice-presidente Fórum Mundial de Editores, Murilo Garavello, diretor de conteúdo do portal UOL, Renato Onofre, chefe de reportagem de política do jornal O Estado de S. Paulo, e Thiago Prado, editor-adjunto de política do jornal O Globo para conhecer suas opiniões. Hoje, publica a segunda das cinco entrevistas sobre o assunto.

Os entrevistados responderam às mesmas quatro perguntas falando também sobre o impacto que mudanças referentes à Lei de Acesso à Informação (LAI) podem ter no trabalho dos jornalistas e sobre os desafios do bom jornalismo em uma sociedade na qual a propagação de informações também pode ser usada como arma para a desinformação. 

"Cabe ao jornalista trazer a análise, aprofundar a informação, trazer outros olhares sobre o acontecimento, ultrapassando o lugar comum sobre a narrativa do que aconteceu", diz Renato Onofre, o entrevistado de hoje.  

Que tipo de pauta deverá ter destaque no noticiário em 2019? Questões sobre demarcação de terras indígenas, Amazônia, agrotóxicos e questões de gêneros, segurança etc vão ganhar destaque neste governo? Por quê?

Há dois pontos importantes para se observar no novo governo e no novo Congresso. Uma pauta inevitável são as reformas, porque ela está imposta pela agenda econômica e estava em alta desde o governo anterior. Mas há um segundo ponto que são as questões morais e de segurança pública de maneira geral. Diferentemente de outras gestões, esse Congresso tem um perfil, desenhado ainda na campanha eleitoral, indicando que vai tratar esse tema de maneira diferente de como já foi tratado. Essa é uma agenda que pode impactar diretamente a vida das pessoas e como elas fazem suas discussões. Extrapolando um pouco, podem entrar nessa pauta questões de meio-ambiente de maneira geral, que não estão diretamente ligadas à segurança e às questões morais, mas fazem parte desse grupo que apoia de forma direta mudanças mais radicais em relação a isso.  

 

Que tipo de influência tem a mudança de governo nesse sentido?  

Não digo que há uma influência, mas uma mudança de agenda. Depois de um período longo de social-democracia - e o governo do PT tem um pouco da social-democracia com a busca pelo estado de bem-estar social -, entra um governo calcado em dois pilares muito fortes: a discussão da moral e dos costumes, do campo conservador, e a questão da economia liberal. Pela primeira vez, temos uma equipe econômica que faz a defesa do liberalismo quase na sua essência. Tínhamos discussões de aspectos liberais no primeiro governo Fernando Henrique Cardoso (1995-1998), mas não era tanto.

 

Acredita que ficará mais difícil do que antes fazer jornalismo investigativo? Por quê? 

Nenhum governo quer expor seus dados, é cíclico. Cansamos de ver isso desde a redemocratização. Ainda não dá para saber, de fato, se vai ser mais difícil ou não. Estamos colhendo pequenas impressões. É preocupante qualquer tipo de alteração na LAI, qualquer restrição à publicidade da coisa pública é ruim, mas a gente não consegue ainda dimensionar qual será esse impacto na nossa vida. Estamos tentando descobrir isso através de novos pedidos. Mas ao mesmo tempo, a gente vê um potencial de apuração que parece renovado. Acho que há uma busca. As pessoas precisam começar a contar histórias que não estão nas redes, na internet, nos seus ambientes de discussões. É uma renovação no sentido que o jornalismo investigativo sai de onde ficou aprisionado no ciclo Lava-jato - com informação vinda de documentos e afins, quase oficial. Vamos ver o potencial do jornalista estar novamente em campo, buscando informação, retrabalhando as fontes... Eu vejo mais potencial do que coisas negativas. São desafios que o jornalismo está se impondo. 

Em um cenário no qual as mídias digitais ganham cada vez mais destaque no processo informacional, quais deverão ser os principais desafios para o jornalismo de qualidade no país?

Fazer o que a gente faz: informar bem e de maneira precisa. As redes sociais e todo esse ambiente são um desafio porque todos têm acesso à mesma informação. O fato por si só está quase disponível para todo mundo, praticamente em tempo real. Cabe ao jornalista trazer a análise, aprofundar a informação, trazer outros olhares sobre o acontecimento, ultrapassando o lugar comum sobre a narrativa do que aconteceu. A gente precisa trazer olhares diferentes, pegar um caso como Brumadinho, mostrar o que faltou, preencher os brancos da informação de maneira clara e com material mais analítico. Isso vai fazer o jornalismo sobreviver e se reinventar nesse ambiente digital.


OBS: Efeito das mudanças relacionadas à LAI, decreto publicado nesta quarta-feira (6) e assinado pelo ministro do Gabinete de Segurança Institucional, Augusto Heleno Ribeiro, deu ao diretor-geral da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) o poder de classificar informações com grau "ultrassecreto". Outros funcionários da Agência receberam autorização para atribuir classificação  "secreta" a informações.

 

As outras entrevistas da série:

Thiago Prado - editor-adjunto de política do jornal O Globo

Murilo Garavello - diretor de conteúdo do UOL

Fátima Sudário - editora-coordenadora do Núcleo de Investigação do jornal O Povo

Marcelo Rech - vice-presidente editorial do Grupo RBS, presidente da Associação Nacional de Jornais (ANJ) e vice-presidente do Fórum Mundial de Editores (da sigla em inglês WEF)

Fonte: Portalimprensa.com

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