Streaming na TV aberta faz Radiodifusão acelerar Ginga D

Segundo dados da pesquisa do Kantar Ibope Media, para 77% da população, a TV aparece como o meio mais confiável para se obter informações sobre o coronavírus

Impulsionada principalmente pelo isolamento social, a audiência da TV aumentou. Segundo dados da pesquisa da Kantar Ibope Media, realizada entre 16 a 19 de março deste ano, para 77% da população, a TV aparece como o meio mais confiável para se obter informações sobre o coronavírus (Covid-19). No período, os segmentos com destaque foram os jornalísticos (alta de 17%) e os infantis (alta de 14%).

Composto por integrantes das emissoras de TV, fabricantes de equipamentos de recepção, transmissão e indústrias de software, bem como representantes do Governo Federal e entidades de ensino e pesquisa, o Fórum do Sistema Brasileiro de TV Digital Terrestre (Fórum SBTVD) trabalha para a melhoria contínua do serviço de TV digital aberta à população. Um dos novos avanços é o perfil D, nova versão do middleware Ginga. Também conhecido como DTV Play, é baseado na plataforma IBB (Integrated Broadcat - Broadband), permitindo, de forma resumida, convergir a TV aberta com a banda larga, o que abre um novo modelo de negócios.

Para implementação deste recurso, o Fórum desenvolveu uma suíte de testes, que garantirá a interoperabilidade dos televisores que tenham o perfil D embarcado com as aplicações interativas que serão desenvolvidas pelas emissoras de TV aberta. O Módulo Técnico, por meio do subgrupo de Suíte de Testes, é o responsável pelo seu desenvolvimento, última etapa antes da implementação.

O trabalho dos especialistas envolvidos no desenvolvimento da suíte de teste tem como objetivo final preparar uma série de streams e aplicativos que permitem verificar todas as funcionalidades previstas no conjunto de normas ABNT 15606 à TV Digital, tais como a execução de aplicativos Ginga-HTML5, novas funcionalidades do Ginga-NCL, o suporte a novos formatos de mídia, além da comunicação entre aplicativos externos ou locais que se comunicam com a TV por meio da API Restful do GingaCC WebServices. "Com esses streams, os desenvolvedores de middleware e fabricantes de televisores poderão confirmar que suas implementações cumprem os pontos especificados pela norma e o que comportamento segue o determinado. Além disso, a emissora, ao desenvolver um aplicativo Ginga, tem uma garantia maior de que seu produto será executado da mesma forma em diversos receptores", destaca Raphael Barbieri, coordenador da suíte de testes do Fórum SBTVD.

Testes

Recentemente, em maio deste ano, aconteceu a fase final de implementação dos aplicativos de testes. Conforme explica Barbieri, o Fórum finalizou a conclusão da criação dos documentos de assertivas, documentos de casos de teste e aplicativos de teste em Ginga-NCL, Ginga-HTML5 e aplicativos HTML5 para validação da API Ginga CC WebServices em ambientes de execução não-locais (externos ao receptor).

Atualmente o grupo está trabalhando na fase de revisão dos aplicativos e tanto as universidades, quanto os membros do Módulo Técnico que participam do Grupo de Trabalho estão auxiliando neste processo.

"Neste momento, o objetivo é validar o material disponibilizado, encontrando e corrigindo erros de implementação. Em paralelo, os primeiros TSs (transport streams) serão criados para permitir a realização de testes em aplicativos que necessitem de um sinal de TV específico", explica o coordenador da suíte.

Quando perguntado sobre os benefícios dos testes para o Fórum e os associados, Barbieri comenta que "o principal benefício é garantir a interoperabilidade do perfil D (ou DTV Play) entre os diversos fabricantes/modelos de aparelhos de TV. Com isso, as emissoras terão a segurança de que se o seu produto com o perfil D foi desenvolvido de acordo com as normas, conseguirão atingir o mesmo resultado para todos os usuários que possuírem televisores desenvolvidos a partir do sucesso dos testes".

Já para os radiodifusores e desenvolvedores de aplicativos Ginga, a suíte de testes também serve como uma forma de exemplificar a implementação e a execução esperada das funcionalidades descritas nas normas, evitando que interpretações distintas sobre trechos dos documentos de especificação levem a comportamentos inesperados ao serem executados em televisores de diferentes fabricantes.

"Portanto, podemos dizer que os membros do setor de recepção, radiodifusão e software são os principais beneficiados com esta ação. É interessante destacar também que este trabalho tem como consequência o amadurecimento do padrão DTV Play, pois, contribui com as tarefas dos Grupos de Diretrizes Operacionais, que visam melhorar a especificação do padrão", finaliza o coordenador.

Aplicativos para o perfil D do Ginga, perfil interativo do padrão de TV digital aberta brasileira permitirão uma nova forma de interação dos telespectadores com o conteúdo disponibilizado pelas emissoras, tanto via broadcast como broadband. Entre os benefícios, os consumidores poderão acessar os aplicativos, sem saírem do ambiente da TV aberta.

Fonte: Convergência Digital

Parlamentares querem Conselho Gestor dos recursos do Fust no novo Minicom

Entre as competências deste conselho, que seria vinculado diretamente ao Minicom, está a formulação de políticas públicas, diretrizes gerais e prioridades que orientarão as aplicações dos recursos do Fundo

Das 67 emendas apresentadas à Medida Provisória 980/2020, que cria o novo Ministério das Comunicações, oito propõem a criação de um Conselho Gestor para administrar o Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações (Fust). A diferença entre elas está na composição deste Conselho. De uma forma geral, todas as emendas apontam para a formação multissetorial com representantes do governo, da Anatel, das operadoras dos serviços de telecomunicações, da sociedade civil e das prestadoras de pequeno porte.

Entre as competências deste conselho, que seria vinculado diretamente ao Minicom, está a formulação de políticas públicas, diretrizes gerais e prioridades que orientarão as aplicações dos recursos do Fundo; a definição dos programas, projetos e atividades que poderão ser financiados com recursos; a elaboração anual de relatório de gestão, com informações e avaliações dos resultados obtidos pelos programas, projetos e atividades financiados com recursos do Fust.

Cabe ainda ao Conselho, segundo as emendas apresentadas, a elaboração e submissão anual ao Ministério das Comunicações da proposta orçamentária do Fust para inclusão no projeto de Lei Orçamentária Anual (LOA). Para isso, leva em consideração o atendimento do interesse público, a redução das desigualdades regionais, a progressiva expansão das redes a todo o território nacional e a melhoria da qualidade dos serviços de telecomunicações.

Retirada da SecomCerca de outras 14 emendas tratam de retirar do novo Ministério das Comunicações as atribuições e toda a estrutura da Secom, que é responsável pela a política de comunicação, divulgação e distribuição das verbas publicitárias do Governo Federal. Isso envolve também o relacionamento com a imprensa regional, nacional e internacional e a elaboração de pesquisa de mídia e opinião pública.

Fonte: TeleTime

Fenaert repudia censura prévia imposta ao Grupo RBS

A Federação Nacional das Empresas de Rádio e Televisão (Fenaert) repudia qualquer tipo de censura imposta a veículos de comunicação em seu exercício profissional e compromisso com as informações. Assim, a entidade acompanha com preocupação a decisão judicial que impede a veiculação de nome de autora de ação em matéria sobre recebimento de auxílio emergencial indevido em publicações do Grupo RBS, filiada da Rede Globo no Rio Grande do Sul.

O ato constitui censura prévia e depõe contra a liberdade de imprensa e de expressão, direitos assegurados na Constituição Federal e inerentes ao jornalismo. A matéria e sua divulgação são de interesse público, serviço essencial à população e sua proibição atenta contra a investigação e apuração de eventuais crimes, bem como coíbe as empresas de rádio e televisão em seus serviços diários.

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Emissoras devem estar atentas aos prazos do calendário eleitoral

As emissoras de rádio e TV precisam ficar atentas às datas do calendário eleitoral, que trazem algumas restrições à programação normal.

A partir do dia 30 de junho, por exemplo, os apresentadores de rádio e TV que são pré-candidatos às eleições municipais deste ano devem ser afastados das funções.

A proibição está prevista na Lei das Eleições (9.504/1997), que determina que é vedado às emissoras de rádio e de televisão transmitir programa apresentado ou comentado por pré-candidato, sob pena, no caso de sua escolha na convenção partidária, de imposição de multa à emissora e de cancelamento do registro da candidatura.

Vale lembrar que, de acordo com o calendário eleitoral, a escolha dos candidatos a prefeito, vice-prefeito e vereador será feita do dia 20 de julho até 5 de agosto de 2020, durante as convenções partidárias.

O gerente jurídico da ABERT, Rodolfo Salema, esclarece que, apesar das discussões sobre a alteração na data das eleições, por causa da pandemia, ainda não há qualquer definição formal sobre eventual adiamento. "As restrições e vedações impostas pela legislação eleitoral devem ser respeitadas, para evitar as elevadas multas impostas aos radiodifusores no caso de descumprimento”, alerta Salema.

Nos próximos dias, a ABERT disponibilizará uma Cartilha Eleitoral com todas as orientações necessárias para as emissoras.

Algumas datas e restrições aplicáveis à programação normal demandam atenção dos radiodifusores:

30 DE JUNHO

Data a partir da qual é vedado às emissoras de rádio e de televisão transmitir programa apresentado ou comentado por pré-candidato, sob pena, no caso de sua escolha na convenção partidária, de imposição de multa à emissora e de cancelamento do registro da candidatura do beneficiário. (Lei nº 9.504/1997, art. 45, § 1º).

4 DE JULHO – (3 meses antes das eleições)

Data a partir da qual é vedado veicular publicidade institucional dos atos, programas, obras, serviços e campanhas dos órgãos públicos federais, estaduais ou municipais, ou das respectivas entidades da administração indireta, salvo em caso de grave e urgente necessidade pública, assim reconhecida pela Justiça Eleitoral;

6 DE AGOSTO

Data a partir da qual é vedado às emissoras de rádio e de televisão, em sua programação normal e em seu noticiário (Lei n° 9.504/1 997, art. 45, 1 e III a VI):

I- transmitir, ainda que sob a forma de entrevista jornalística, imagens de realização de pesquisa ou de qualquer outro tipo de consulta popular de natureza eleitoral em que seja possível identificar o entrevistado ou em que haja manipulação de dados;

II - veicular propaganda política;

III - dar tratamento privilegiado a candidato, partido ou coligação;

IV - veicular ou divulgar, mesmo que dissimuladamente, filmes, novelas, minisséries ou qualquer outro programa com alusão ou crítica a candidato ou partido político, exceto programas jornalísticos ou debates políticos; e

V - divulgar nome de programa que se refira a candidato escolhido em convenção, ainda quando preexistente, inclusive se coincidente com o nome do candidato ou com a variação nominal por ele adotada. Sendo o nome do programa o mesmo que o do candidato, fica proibida a sua divulgação, sob pena de cancelamento do respectivo registro (Lei n° 9.504/1 997, art. 45, VI).

Fonte: Abert

Câmara aprova MP que permite distribuição de prêmios pelas emissoras de rádio e TV

O texto aprovado foi o relatório do deputado Fernando Monteiro (PP-PE)

Após intenso trabalho da ABERT, o plenário da Câmara dos Deputados aprovou, nesta quinta-feira (4), a Medida Provisória 923, que autoriza a distribuição gratuita de prêmios a título de propaganda, quando efetuada mediante sorteio, vale-brinde, concurso ou operação assemelhada, pelas emissoras de rádio e TV.

O texto aprovado foi o relatório do deputado Fernando Monteiro (PP-PE), que, sensível ao pleito da ABERT e às dificuldades do setor de radiodifusão nesse momento de crise sanitária e econômica, ampliou o alcance da proposta enviada pelo governo federal para que qualquer emissora de rádio ou televisão possa distribuir prêmios.

Pelo texto da Câmara, fica expressa a possibilidade de as emissoras de radiodifusão divulgarem na própria programação a distribuição gratuita de prêmios, possibilitando maior interação com sua audiência e ampliando a visibilidade de sua programação, com o objetivo de desenvolver uma fonte extra de recursos.

O texto aprovado também dispensa as emissoras do burocrático processo de autorização pública para a distribuição gratuita de prêmios com valor inferior a R$ 10 mil por mês, medida considerada essencial para o setor, em especial, para as pequenas emissoras de rádio.

Para a ABERT, a aprovação pela Câmara dos Deputados é um importante passo para a conversão da medida provisória em lei. O texto segue agora para análise do Senado Federal.
“A ABERT espera que o texto aprovado pela Câmara dos Deputados seja mantido pelo Senado Federal. A união do setor é fundamental para sensibilizar os senadores da importância econômica e social desta medida para as emissoras”, afirma o diretor geral da ABERT, Cristiano Flores.

Fonte: Abert

As notas de repúdio anteciparam o curso preocupante da cobertura de imprensa

Há meses vivemos em meio a uma pandemia mundial, que decretou, inclusive, que o jornalismo é serviço essencial e que deveria seguir atendendo à população com informações responsáveis e objetivas. Por outro lado, os jornalistas brasileiros registram uma escalada nos casos de ataques e agressões, originados principalmente em membros do Governo e no presidente Jair Bolsonaro.

Quantas notas de repúdio sobre casos de hostilidade e violência contra profissionais de imprensa lançamos nos últimos meses? As emissoras de rádio e televisão iniciam e terminam o dia com o ímpeto de realizar o serviço essencial a que se destinam, mas com a preocupação do exercício da profissão de cada um de seus jornalistas, cinegrafistas, produtores e equipe de apoio com dignidade e liberdade de imprensa, direito garantido pela Constituição Federal.

A mais recente nota de repúdio emitida pela Federação Nacional das Empresas de Rádio e Televisão (Fenaert), na segunda-feira (25), tratava de mais um ataque registrado durante cobertura no Palácio do Planalto, digo mais um pois eles acontecem semana após semana, e que culminou em uma ação drástica dos principais veículos do País. Folha de São Paulo, jornais do Grupo Globo e outros deixarão de cobrir diariamente os pronunciamentos e entrevistas de Bolsonaro. Perde o jornalismo e perde a população.

Em março, durante um dos ataques aos jornalistas, o próprio presidente questionou: “Se vocês sofrem ataque todo dia, o que vocês estão fazendo aqui? O espaço é público, mas o que vocês estão fazendo aqui?”. A resposta é simples, o jornalismo é um serviço essencial, como digo no início deste artigo, é um serviço de interesse público, que atende à sociedade em geral e que se dedica a informar a população sobre o que acontece, é, por muitas vezes, os olhos e ouvidos de cada pessoa que está em casa, no trabalho, em tempo real.

O que está acontecendo com nossos jornalistas e com as emissoras que se dedicam a proteger seus profissionais, como o que motivou a retirada de cobertura do Palácio do Planalto, é bastante sintomático. Outros dados somam sintomas de que algo não vai bem: o Brasil perdeu posições no Ranking de Liberdade de Imprensa, os registros de ataques aumentaram consideravelmente no primeiro trimestre de 2020 e, claro, as notas de repúdio surgem com expressiva recorrência.

Resta saber o que faremos e como lidaremos com o que virá após os sintomas, como remediaremos e como sairemos disso tudo. A proteção de nossos profissionais de imprensa, questão que sempre foi relevante às empresas, agora é fundamental. Temos cobertura jornalística diária em Brasília há décadas, temos jornalistas atuando em pautas que precisam do máximo esforço na segurança e ainda assim continuamos e, agora, teremos cancelamento dos pronunciamentos do Governo por riscos. A situação é extremamente preocupante.

Precisamos refletir e somar esforços para lidar com o contexto atual, precisamos ter consciência do que significa a retirada de jornalistas de uma cobertura diária que era realizada há tanto tempo sem interferência e respeitando os direitos da imprensa. Esperamos não só repudiar os fatos, mas alterar o curso de desrespeito. Valorizar profissionais que atuam na linha de frente das principais informações é valorizar a liberdade e a democracia nacional. Sem isso, perde o jornalismo e, consequentemente, perde a população.

Guliver Leão

Presidente da Federação Nacional das Empresas de Rádio e Televisão (Fenaert)

 

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Panorama: Alcance do rádio avança em São Paulo. Sobe para 18 o número de FMs com mais de 1 milhão de ouvintes cada

O rádio está alcançando mais pessoas em São Paulo, mesmo com as mudanças de hábitos devido ao isolamento social em tempos de pandemia do coronavírus. A última medição realizada pelo Kantar Ibope Media (válida pelo trimestre fevereiro a abril de 2020) apontou que a maioria das estações medidas ampliaram os seus alcances absolutos. O tudoradio.com tem analisado os alcances 30 e 90 dias do filtro 05h-00h (FM+WEB/todos os dias e locais/trimestre janeiro a março de 2020). Acompanhe alguns dos destaques:

Entre 2019 e 2020, no 05h-00h (FM+WEB/todos os dias e locais), cerca de 17 estações contavam com mais de 1 milhão de ouvintes alcançados em 30 e 90 dias na Grande São Paulo. Esse número oscilou para 16 estações e agora se consolidou em 18 rádios. Os valores são expressivos e mostram a grande penetração que o meio possuí em São Paulo.

Band FM 96.1 (popular/hits), Jovem Pan FM 100.9 (jovem/pop-jornalismo) e Alpha FM 101.7 (adulto-contemporâneo) seguem com os maiores valores, com cada uma acima de 2 milhões de pessoas alcançadas em 30 e 90 dias. As três FMs viram crescimentos em seus números na comparação com a pesquisa anterior.

Na sequência, a 89 FM A Rádio Rock FM 89.1 (alternativa/rock) aparece cada vez mais próxima da marca de 2 milhões de pessoas alcançadas em 30 e 90 dias no 05h-00h (FM+WEB/todos os dias e locais). A Metropolitana FM 98.5 (jovem/hits) aparece logo na sequência, também com ampliação no número registrado.

São Paulo também viu avanços importantes nos valores registrados pelas rádios Gazeta FM 88.1 (popular/hits), Nativa FM 95.3 (popular), Antena 1 FM 94.7 (adulto-contemporâneo), Rádio Mix FM 106.3 (jovem/pop) e Transcontinental FM 104.7 (popular/hits). Sobre colocação no 05h-00h (FM+WEB/todos os dias e locais), novidade para o avanço da Mix.

Rádio Disney FM 91.3 (jovem/hits), 105 FM 105.1 (popular/esportes) e CBN FM 90.5 (jornalismo) aparecem logo na sequência em alcance no 05h-00h (FM+WEB/todos os dias e locais). Destaque para a CBN, que apresentou uma forte variação positiva em seus números e saltou no ranking geral.

A BandNews FM 96.9 (jornalismo), que se destacou na pesquisa passada ao romper ao superar a marca de 1 milhão em alcance na pesquisa anterior, segue evoluindo. A emissora é seguida pela Transamérica FM 100.1 (jovem/adulto-contemporâneo) no 05h-00h (FM+WEB/todos os dias e locais).

Por fim, q NovaBrasil FM 89.7 (adulto/nacional), assim como a CBN, superou a marca de 1 milhão de alcance em 30 e 90 dias na pesquisa atual, ampliando assim o numero de estações com valores superiores a essa marca expressiva em São Paulo. 

A Kiss FM 92.5 (adulto/rock), que também avançou, completa as 18 emissoras acima de 1 milhão de pessoas alcançadas em 30 e 90 dias no 05h-00h (FM+WEB/todos os dias e locais).

Vale lembrar: covid-19 já está afetando a medição de audiência. Pesquisa sem "face to face"

Desde o dia 20 de março, a pesquisa não conta com entrevistas "face to face" e isso gerou dúvidas de como a situação vai impactar nos resultados. E como a Kantar Ibope Media vai orientar as emissoras na comparação com pesquisas (bancos) anteriores.

Devido a pandemia do novo coronavírus, desde 1º de abril as pesquisas "face to face" foram substituídas via telefone e internet. O mesmo já ocorreu no banco de março desde o dia 20.

Alcance?

O alcance é o número de pessoas diferentes que ouviram uma determinada emissora por pelo menos 1 minuto, em um período de tempo definido. Na determinação do alcance não é levado em conta o tempo que cada indivíduo dedicou a emissora.

O dado é muito utilizado pelo mercado para medir a força de marca e a eficiência dos resultados de ações promocionais e de comunicação, também auxiliando diretamente na defesa comercial do meio rádio.

A partir de pedidos de profissionais de várias regiões brasileiras, o tudoradio.com acompanhará com mais frequência a evolução do alcance do rádio no Brasil, tendo como base o período 05h-00h (FM+WEB/todos os dias e locais), considerando o alcance 30 dias e também o máximo (90 dias).

Como ele expõe o impacto do meio rádio e de uma determinada marca na população, atualmente o alcance é lembrado como algo mais próximo dos valores utilizados por plataformas digitais, como números de visitantes únicos, alcances e engajamentos (que dificilmente consideram médias de audiência).

Importante: entenda o ranking…

A medição realizada pelo Kantar Ibope Media conta com vários cenários diferentes. Desde 2007 o tudoradio.com mostra a evolução do meio FM na média de audiência por minuto das estações medidas, tendo o 05h-00h (todos os dias e locais) como base.

Para algumas emissoras é importante estar entre os maiores volumes de audiência (que é a composição de alcance com tempo médio), mas para outras o foco é estar bem posicionada dentro de seu formato e/ou público-alvo, situações que vão determinar as estratégias de cada estação.

Também é importante considerar que a média de ouvintes por minuto é um dos dados considerados pelo mercado. A pesquisa conta com outros índices e valores, como share (partilha do meio FM/AM entre as rádios medidas, esta que também conta com cenários diversos), índice absoluto de audiência, alcance (total de ouvintes diferentes impactados pela rádio durante um determinado períodos de tempo, dado que tem um peso semelhante à média de audiência), entre outros dados e cenários.

Todos esses recortes, seja da audiência, alcance, afinidade, entre outros dados, ajudam nos planejamentos artístico, promocional e comercial do mercado.

Cerca de 40 FMs são medidas na atual pesquisa de audiência da Grande São Paulo.

Fonte: TudoRádio


 

 

Distrito Federal aprova novas regras para instalação de antenas

A proposta determina que seja evitada a instalação de torres em “áreas críticas” – distância de até 50 metros de hospitais, clínicas, escolas, creches e asilos

A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) aprovou nesta quarta-feira, 27, o Projeto de Lei Complementar nº 12/19, de autoria do Poder Executivo, que define novos critérios para a implantação de infraestrutura de telecomunicações no DF. A proposta determina que seja evitada a instalação de torres em “áreas críticas” – distância de até 50 metros de hospitais, clínicas, escolas, creches e asilos.

Em sintonia com a Lei nº 13.116/2015 (Lei das Antenas), o PLC nº 12/2019 estabelece também que a implantação da infraestrutura deve utilizar, sempre que tecnicamente possível, equipamentos que possuam as menores dimensões, que gerem o menor impacto visual negativo e que estejam integrados ou camuflados na paisagem urbana. Outra diretriz é que as instalações devem respeitar os projetos urbanísticos e paisagísticos, especialmente na área tombada de Brasília.

Respeito ao planejamento urbano

O PLC prevê ainda a priorização da implantação de antenas em locais que gerem o menor impacto visual negativo com o entorno; o compartilhamento de infraestruturas urbanas e de suporte já existentes, sempre que tecnicamente possível; e o respeito pelos projetos urbanísticos e paisagísticos, especialmente na área do Conjunto Urbanístico de Brasília (CUB) e nas áreas sensíveis de relevante importância histórica e cultural, bem como os bens tombados. A proposta abrange também a instalação de torres não apenas em terrenos públicos, mas também em áreas privadas e na zona rural, o que nunca foi regulamentado na unidade federativa.

Segundo o secretário de Desenvolvimento Urbano e Habitação do Distrito Federal, Mateus Leandro de Oliveira, a proposta não acarretaria em aumento de despesas. Ele explicou que o artigo 5º da Lei Complementar nº 755/2008 regulamenta apenas a implantação de infraestrutura realizada por meio de concessão do espaço público, mas não dispõe sobre esse tipo de construção em áreas privadas ou zonas rurais.

“A falta de regramento, de modo geral, permitiu, ao longo dos anos, a geração de desarmonia ou desequilíbrio na paisagem urbana com o aumento do impacto visual negativo. Portanto, é imprescindível a existência de norma distrital que estabeleça os critérios e parâmetros urbanísticos a serem observados nesses casos”, frisou o secretario.

A matéria já havia sido aprovada na Comissão de Assuntos Fundiários (CAF), em forma de substitutivo, proposto pelo relator no colegiado, deputado Hermeto (MDB). Entre as novidades acatadas está a inclusão de dispositivos legais que tratam do monitoramento da emissão de radiação por parte dos equipamentos de telecomunicações. (Com informações da assessoria de imprensa da CLDF)

Fonte: TeleTime

Fenaert se manifesta sobre novos ataques a jornalistas

As agressões e ataques a profissionais de imprensa com participação de membros do governo, especialmente do presidente Jair Bolsonaro, se intensificaram nas últimas semanas. Nesta segunda-feira, 25, Bolsonaro se dirigiu a jornalistas com ataques. Na fala, acusou os profissionais de ocultarem a verdade e incentivou apoiadores a criticarem os veículos presentes no Palácio do Planalto, para cobertura diária de pautas do governo.

A Fenaert lamenta profundamente os ataques, repudiando toda e qualquer atitude que prejudique a coleta e apuração de informações relevantes e de interesse público. Reitera também o compromisso com a segurança e integridade dos profissionais de imprensa, que desempenham papel fundamental durante a cobertura da pandemia mundial de Coronavírus e seus desdobramentos políticos, econômicos e sociais.

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Levantamento: Migração AM-FM conta com mais de 700 rádios ativas em FM

Passou de 700 o número de estações originadas na faixa AM que já estão ativas no dial FM e mapeadas pelo guia Dials AM/FM do tudoradio.com. Mesmo com a crise causada pelo novo coronavírus, o mercado brasileiro continua observando uma evolução da migração AM-FM, esta que segue se movimentando nos mercados com espaços no chamado "dial FM convencional", ou seja, entre 88.1 FM e 107.9 FM. O número alcançado até o final desta matéria é 703 migrantes AMs ativas no dial FM. Essas mudanças também são registradas pelo Mapa da Atualização do tudoradio.com. Acompanhe: 

"Chegar ao número de 700 emissoras migrantes como o levantamento do tudoradio.com acaba de constatar, é realmente um marco histórico para a migração do AM para o FM", afirma Eduardo Cappia, engenheiro líder do comitê técnico da AESP.

"Se considerarmos que o processo foi iniciado em 2013, com toda essa dificuldade econômica e de processamento que enfrentamos hoje, a conquista de 700 emissoras no ar representa mais de 900 contratos de migração assinados", lembra Cappia, engenheiro que também atua como conselheiro da SET.

Cappia também considera que a marca de 700 migrantes ativas é um sucesso do processo de migração AM-FM. "Lembrando que nós éramos 1781 emissoras em canais de Ondas Médias e hoje já temos 1200 ou 1300 com frequências em FM determinadas. Restam cerca de 400 canais com frequências para serem consignadas entre a faixa convencional e estendida de FM", completa o engenheiro.

Processo por estado

O estado do Paraná é quem tem o processo de migração AM-FM mais adiantado, impulsionado também pelo uso do FM convencional em mercados como Londrina, Maringá, Cascavel e Ponta Grossa. Já são 93 estações originadas na faixa AM que estão ativas no dial FM, segundo registro do guia Dials AM/FM do tudoradio.com.

Minas Gerais, estado com o maior número de estações de rádio no Brasil, aparece com 83 migrantes AM-FM mapeadas, também tendo rádios ativas em grandes centros, como Uberlândia, Juiz de Fora, Uberaba, Montes Claros, Divinópolis, Poços de Caldas, Ipatinga, entre outros. Belo Horizonte ainda aguarda a faixa FM estendida (saiba mais).

São Paulo, com 81 emissoras migrantes ativas em FM, também possuí um numero elevado de rádios mapeadas pelo Dials AM/FM do tudoradio.com. Porém, regiões populosas e importantes como São Paulo, Campinas, Ribeirão Preto, São José dos Campos, Piracicaba, Taubaté, entre outros, ainda aguardam por espaços no espectro FM.

O Ceará, estado que inaugurou o processo em 2016, conta com 36 emissoras mapeadas pelo guia. Veja aqui o levantamento completo.

Migrantes mais recentes no levantamento.

As últimas migrantes mapeadas pelo sistema do tudoradio.com foram as emissoras Rádio Canção Nova FM 90.9 de Vitória da Conquista (interior da Bahia, estação originada em 1210 AM), Rádio 91.5 FM 91.5 de São Martinho (Rio Grande do Sul, vinda da sintonia 1570 AM), Rádio Paraisópolis FM 92.3 de Paraisópolis (sul de Minas Gerais, emissora que estava em 1490 AM) e Rádio Clube FM 107.3 de Varginha (emissora mineira que foi a 700ª migrante a ser mapeada, originada em 1210 AM).

 

FM estendido?

O processo de migração AM-FM em faixa estendida é aguardado desde 2013 pelas emissoras AMs solicitantes. Em algumas regiões, onde era previsto o uso do FM estendido, após uma série de acordos e uso do segundo adjacente, foi possível acomodar as migrantes na faixa convencional. Porém os maiores centros seguem de fora.

Enquanto aguardam a canalização, o mercado viu a evolução da disponibilidade de receptores com o FM estendido disponível, este que foi inicialmente impulsionado por celulares com FM e rádios em automóveis. Em setembro de 2017, foi aprovada uma portaria que obriga a produção de receptores com FM estendido no Brasil.

O levantamento

O número é relacionado ao levantamento feito pelo tudoradio.com nos dials AM/FM no portal, ou seja, são 703 migrantes AM-FM que tem a sua cobertura em FM já mapeada pela equipe do portal (até o fechamento desta matéria).

 
Fonte: TudoRádio

 

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