TV Educativa muda de nome e vira canal para promover o turismo no Paraná

A TV Paraná Educativa tem uma nova programação local. Com isso, deixa de apenas retransmitir o sinal da TV Cultura de São Paulo - e o primeiro passo dessa nova aposta ocorreu nesta última terça-feira (14). Na reformulação do canal, o turismo passa a ser assunto central como ferramenta para o desenvolvimento socioeconômico do Paraná, segundo o governo estadual.

Até o nome muda: a emissora passa a se chamar TV Paraná Turismo. Inicialmente serão apenas sete horas semanais de programação local - uma hora por dia -, mas a previsão é que até o fim do ano esse número cresça para quatro horas diárias de conteúdo produzido no estado. A nova grade estreou às 20 horas desta terça, com o programa AgroTur, dedicado ao turismo rural. Por enquanto, não foram anunciadas mudanças na programação das rádios Paraná Educativa AM e FM."

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"É o nosso compromisso com o setor do turismo, que o Paraná sempre trabalhou de forma muito tímida. O país todo terá a oportunidade de nos conhecer”, disse o governador Carlos Massa Ratinho Junior (PSD) à agência estadual de notícias no lançamento da nova grade, na noite de segunda-feira (13).

Outros cinco programas já anunciados se revezarão na grade diariamente: Turismo em Pauta, Descubra Paraná, Bom de Pesca, Identidade PR e As Aventuras de Richard no Paraná, que será apresentado pelo biólogo Richard Rasmussen, que já participou de programas no SBT, Band, Record e RedeTV e mantém um canal no YouTube."

 

Fonte: Gazeta do Povo

Há 50 anos, matéria de 1 minuto no rádio levou jornalista mulher às manchetes na Inglaterra

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A gravação tinha apenas um minuto e nenhuma informação bombástica. Era o relato da goleada do Chelsea por 5 a 1 sobre Sunderland pelo Campeonato Inglês. Mas, por ter sido feita por uma mulher, a reportagem deu o que falar. E assim, Mary Raine, a primeira mulher a cobrir uma partida de futebol para o programa Sports Report, da rádio da BBC, virou manchete há 50 anos.

Mary trabalhava para a editoria de política e era especialista em assuntos internacionais. Mas todos os colegas sabiam da paixão da jornalista pelo esporte. Nascida na região da Nortúmbria, no norte da Inglaterra, ela era torcedora do Sunderland – o irmão, fã do Newcastle, a impediu de “imitá-lo”. Como o pai não gostava de futebol, ela ia aos jogos com um amigo dele. E assim foi construindo o gosto pelo jogo e o conhecimento que a faria se destacar nas resenhas na redação.

- Em vez de descer seis andares até o arquivo eles perguntavam se eu sabia isso, aquilo, se podia economizar tempo. Eu era conhecida como uma fanática por futebol. Eu, sendo um tipo muito falante, eu conhecia a maioria dos homens da redação pelos times que eles torciam. Acharam que seria uma boa ideia colocar uma mulher e me escolheram.

 Mary foi a Stamford Brigde e assistiu ao jogo da tribuna de imprensa. Gravou e gerou o material do próprio estádio. Não tem a gravação original e nunca gostou de ouvi-la por causa do forte sotaque que tinha na época. Naquele momento, mesmo tendo virado personagem de uma dúzia de artigos na imprensa britânica, ela não tinha ideia da importância daquela participação.

- Eu soube recentemente, quando tentaram descobrir se eu ainda estava viva (risos). Afinal foi há 50 anos. E perguntaram se eu percebia que tinha sido uma pioneira nisso.

A jornalista enfrentou muita resistência. Houve editor que se recusou a rodar o boletim na programação. No ano seguinte foi escalada para cobrir a final da Copa da Inglaterra, mas acabou barrada "por se tratar de um jogo muito importante para ser reportado por uma mulher".

Assim, todas as outras vezes em que colaborou com a sessão de esportes ela acabou optando por adotar pseudônimos. Ao assinar as matérias com nomes masculinos o material era aprovado.

- Houve um período de muitos protestos, uma época muito ruim com o hooliganismo. Eu escrevi sobre isso e usei o nome do meu chefe, Alan Jones, que estava de férias. Eu achava um bom nome para um jornalista esportivo. (...) Eu sabia que nunca usariam uma matéria escrita por uma mulher. E eu estava no negócio. Se eu escrevi, queria que usassem.

Mary se aposentou na década de 90, mas seguiu fazendo trabalhos como freelancer até completar 70 anos. Hoje, aos 79, é apenas leitora e telespectadora das notícias. No impresso, mantém o hábito de começar sempre pelo caderno esportivo.

Pelé e Banks in loco e admiração por Willian

Fã do futebol brasileiro, ela foi à Copa do México, em 1970, e viu ao vivo a icônica defesa de Gordon Banks na cabeçada de Pelé. Além de falar com saudosismo dos nossos craques, ela ressalta a qualidade da safra atual na Premier League.

- Willian é meu favorito, e o que o Lucas Moura fez... O Manchester City tem brasileiros fabulosos. E hoje os melhores goleiros da Premier League são brasileiros: Ederson no City e Alisson no Liverpool. Ele salvou o Liverpool na outra noite (semifinal da Liga dos Campeões). Messi teve uma noite ruim, mas Alisson foi fabuloso.

 

Fonte: SPORTV

Emissoras de rádio e TV de todo o País se unem para fortalecer papel

Representantes da Fertel estiveram no encontro em Brasília nesta quinta-feira

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Com orçamento apertado, as emissoras públicas de rádio e televisão decidiram se unir para ganhar fôlego financeiro e maior presença na sociedade. Nesta quinta-feira (9), em Brasília (DF), foi apresentado em reunião do Fórum Nacional de Emissoras Públicas de Rádio e Televisão, o Ibepec (Instituto Brasileiro de Empresas Públicas de Comunicação).

“O Fórum continuará a existir como nosso ente principal, reunindo as demandas de Estado das emissoras públicas, definindo as prioridades nas políticas de atuação e as necessidades perante o governo federal. O Ibepec fica responsável por buscar os meios de execução, cuidando de aspectos jurídicos, legais e, inclusive, comerciais da produção”, afirmou Sérgio Kobayashi, vice-presidente do Fórum Nacional e que está à frente do Ibepec, aos representantes das principais emissoras públicas do país.

A vice-presidência do instituto será exercida por Danilo Magalhães, procurador jurídico do Estado de Mato Grosso do Sul há 14 anos –a maior parte deste tempo na Fertel (Fundação Luiz Chagas de Rádio e TV Educativa de Mato Grosso do Sul). O fórum que segue presidido por Bosco Martins, diretor-presidente da Fertel.

Para ajudar a contornar obstáculo financeiro que as emissoras públicas enfrentam, a ideia é buscar apoios culturais de alcance nacional, inclusive dentro das cotas de mídia institucional dos governos estaduais e federal, que permitam um reforço de caixa. “Tratam-se de opções que permitirão, cada vez mais, que tenhamos TVs de Estado, e não de governos, com mais independência inclusive no campo financeiro”, afirma Bosco Martins via assessoria de imprensa.

Fundado em agosto de 2018, o Ibepec terá seu papel intensificado e ao final da reunião, ficou acertada a apresentação de sugestões para aprimorar seu estatuto social.

 

Fonte:Campo Grande News

FENAERT REPUDIA VIOLÊNCIA CONTRA EQUIPE DA TV VITÓRIA

A Federação Nacional das Empresas e Rádio e TV (Fenaert), manifesta seu repúdio em relação à violência contra a equipe de reportagem da TV Vitória, filiada da Record TV em Vitória, no espírito Santo. O ato, ocorrido nesta segunda-feira, 06 de maio, resultou no incêndio do veículo da emissora. O ataque, que aconteceu durante a cobertura de uma operação policial na região do morro do Bonfim, na capital capixaba, é uma gravíssima ameaça à livre informação do público telespectador.

A Fenaert reforça que atacar o profissional de imprensa, no pleno exercício da sua profissão, é ferir a democracia e o direito da sociedade em conhecer os fatos e acontecimentos de seu ambiente. A Federação defende a liberdade de expressão, protegida pela Constituição, que carrega a responsabilidade de respeitar a dignidade da pessoa humana, a honra e a imagem do indivíduo. Sendo o direito de informar um dos pilares da liberdade de informação.

A Federação espera que o caso seja apurado com rigor e a maior brevidade possível, para que os culpados sejam punidos e situações semelhantes não se repitam.

Programa de rádio ganha edição ao vivo sobre Elis Regina no Teatro Net Rio

Filho da cantora, João Marcelo Bôscoli conduz espetáculo 'Sala de Música', promovido pela rádio CBN

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Uma viagem emotiva, afetiva e musical. O programa "Sala de música", da rádio CBN , apresentado por João Marcello Bôscoli, ganha edição especial nesta quarta (8), ao vivo, no Teatro Net Rio, com materiais inéditos de Elis Regina . Reunindo vídeos, fotos e objetos, o evento começa às 21h. Os ingressos já estão à venda.

- Isto tudo nasceu do programa da CBN, que tem por hábito criar eventos em todas as praças, nas quais  que os ouvintes possam participar. Já é uma tradição fazer ao vivo, o primeiro, como era na semana do aniversário da minha mãe, 17 de março, ela foi o tema da estreia em São Paulo. Pensando no segundo, vieram pedidos de ouvintes para repetir a sessão. Fizemos então um extra e paralelamente outras praças começaram a pedir, o caso do Rio - comenta Bôscoli.

Nesta edição, o músico revisita o baú da cantora conhecida como Pimentinha e mostra ao público materiais como versões à capella de clássicos como o primeiro take de “Águas de Março”, que gravou com Tom Jobim, além de objetos pessoais de sua mãe.

- Acontece com algumas frentes em uma hora e pouca de show, começamos com versões à capella da Elis no escuro: só as vozes sem acompanhamento. As pessoas em silêncio e prestando atenção. Em outra parte, vídeos com imagens dela, entrevistas que julgo importantes, ela fora do Brasil.Tem ainda as fotografias de acervo familiar, algumas delas não foram apresentadas nunca, são raras. E no fim, alguns objetos pessoais - detalha.

Uma das histórias mais curiosas, ele adianta, é a do álbum de casamento da Elis com seu pai, Ronaldo Bôscoli. 

Quando eles se separaram, ela jogou fora no lixo. E 30 anos depois, uma senhora que trabalhava lá em casa me entregou e disse que havia guardado.

É tudo ao vivo, João costura as histórias e vai  alinhavando tudo na hora.

- Elis é uma artista que se mantém popular, e o mundo inteiro escuta. Daí a vontade em sempre fazer algo novo para manter os fãs "alimentados de informação". O que eu mais gosto no show é a atenção das pessoas àquelas histórias, ninguém filma ou fotografa.

Teatro Net Rio: Rua Siqueira Campos 143, Copacabana. Qua, às 21h. A partir de R$ 30. 12 anos.

Fonte: O Globo 

Há 100 anos, acontecia em Recife a primeira transmissão oficial de rádio do Brasil

Sediada no Recife, a pioneira Rádio Clube continua em atividade na frequência 720 AM

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Em 6 de abril de 1919, o radiotelegrafista Antônio Joaquim Pereira, junto a um grupo de amadores da eletricidade, fundou e deu início à primeira emissora de rádio do Brasil. Para a transmissão inaugural da Rádio Clube, foi improvisado um estúdio na Ponte d'Uchoa, no Recife.

Precursores, as primeiras experiências daqueles vanguardistas da rádio visavam comunicar por diversão e aperfeiçoar as transmissões de telegrafia sem fio. No dia seguinte, o evento foi noticiado no Jornal do Recife, já ganhando notoriedade de fato histórico. Em novembro daquele mesmo ano, a Rádio Clube passou a ter sede oficial, na Boa Vista.

Ainda funcionando na capital pernambucana, a rádio Clube opera no dial AM, na frequência 720 kHz. Atualmente, seus estúdios estão localizados na sede dos Diários Associados, em Santo Amaro. O Brasil de Fato Pernambuco integra a grade de programação da Clube, com um programa jornalístico diário, no ar de segunda a sexta-feira, às 14 horas, com reportagens sobre a política local, nacional e internacional, cultura, cidades, esportes e lazer.

Fonte: Brasil de Fato

Jornalismo da Rádio UFMG Educativa passa por reformulação

Emissora interrompe produção para rediscutir formatos, programas e linguagens

 

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Com o objetivo de pensar em novos produtos e formatos diante dos desafios da produção de notícias, o jornalismo da Rádio UFMG Educativa está passando por reformulação. Desde a última quarta-feira, 1º de maio, o Jornal UFMG, informativo diário de 30 minutos, não vai ao ar. A faixa de música clássica, que normalmente toca das 12h25 às 12h30, teve seu horário ampliado ate as 13h.

A reformulação é fruto de discussões e mudanças que vêm sendo feitas no Centro de Comunicação (Cedecom) da UFMG, unidade à qual a rádio e as demais mídias institucionais da Universidade estão vinculadas. Desde 2017, as reformulações têm sido debatidas com a comunidade, por meio da realização de duas edições do Colóquio Universidade e Comunicação Pública: a primeira dedicada às mídias sonoras e a segunda, à produção textual jornalística no ambiente institucional. Entre as  mudanças ocorridas nos últimos anos destaca-se também a estreia do novo Portal da UFMG e a reestruturação da TV UFMG, núcleo hoje responsável por produções audiovisuais em múltiplas plataformas.

“A produção jornalística da Rádio UFMG Educativa tem lugar fundamental no espectro midiático em Belo Horizonte. É necessário que reconheçamos que o jornalismo produzido pela equipe de reportagem da rádio, já na fundação da emissora, em 2005, ressignificou a produção jornalística na capital mineira. A partir do exemplo de nossa emissora, outras começaram a investir no formato reportagem”, destaca o coordenador-executivo de Comunicação da UFMG, Marcílio Lana. “Mas, agora, chegamos a um cenário que é necessário repensar o nosso fazer diante das transformações que o jornalismo está atravessando, sobretudo diante das redes sociais”, completa a também coordenadora-executiva de Comunicação da Universidade, Tacyana Arce, a primeira editora de jornalismo da Estação do Conhecimento.

O Jornal UFMG é um dos produtos mais antigos da emissora e foi criado em 2005. O noticiário já passou por algumas reformulações ao longo desses 13 anos, visando sempre à qualidade do conteúdo veiculado. A última delas ocorreu em 2011 quando, entre outras mudanças, o jornal ganhou colunistas fixos ligados a grupos de pesquisas da UFMG.

Compromissos
Para a coordenadora de jornalismo da Rádio UFMG Educativa, Paula Alkmim, a emissora entra agora em nova fase: “ao longo de mais de uma década, o Jornal UFMG cumpriu missão importante de levar informação e serviço para a população que vive na Grande BH, com a produção de entrevistas, colunas e reportagens analíticas e foco no interesse do cidadão. Mas é natural no jornalismo – uma área em constante modificação – que os produtos passem de tempos em tempos por reformulações. Nessa nova fase, vamos desenvolver novos produtos e formatos mantendo os nossos compromissos fundamentais: a qualidade da informação e a formação de novas gerações de jornalistas”.

“O contexto midiático nos desafia e nos provoca a nos repensarmos. É necessário que compreendamos a produção do podcast, da produção sonora jornalística para além do dial. Será uma parada pequena para que nos reestruturemos, assim como já aconteceu com a TV UFMG”, destaca Tacyana Arce.

De acordo com Paula Alkmim, durante essa parada técnica, os jornalistas Alessandra Ribeiro, Alicianne Gonçalves, Tiago de Holanda, Arthur Bugre e Vinícius Luiz vão se dedicar à pesquisa sobre novos formatos e linguagens radiofônicas e ao desenvolvimento dos novos programas jornalísticos da emissora. Os estudantes em formação também participam do processo de reformulação. Os demais programas da emissora não serão afetados pela reformulação do jornalismo.

A Rádio UFMG Educativa já ganhou 33 prêmios, entre eles o Délio Rocha, do Sindicato dos Jornalistas de Minas Gerais, o Prêmio Nacional Jornalista Abdias Nascimento e o Sebrae-Minas, além de quatro menções honrosas.  

A Rádio UFMG Educativa pode ser ouvida na frequência 104,5 FM ou pela internet.

 

Fonte: Universidade Federal de Minas Gerais 

Pesquisa aponta que TV e rádio são menos afetados com fake news; 73% acreditam que jornalismo é importante para o país

 

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Canais de TV e rádio são menos atingidos com a veiculação das fake news. É o que mostra o estudo “Trust in News” produzido pela Kantar. A pesquisa avaliou a cobertura política e eleitoral no Brasil, EUA, Reino Unido e França. Os dados comprovam que, devido à profundidade da cobertura oferecida, as notícias veiculadas pelas emissoras de rádio e televisão são mais confiáveis do que as de plataformas de mídias sociais e jornais online.

Os resultados obtidos com o estudo mostram que 39% das pessoas usam, hoje, mais fontes de notícias do que um ano atrás. O jornalismo foi considerado fundamental para a democracia por 73% dos entrevistados. Embora 78% dessas pessoas se atualizem com notícias no meio online, apenas 56% delas acreditam que o que leem é verdadeiro.

De acordo com a pesquisa, 76% dos entrevistados passaram a checar a veracidade da notícia em outras fontes depois de ouvirem falar em fake news e 70% passaram a pensar duas vezes antes de compartilharem essas reportagens. Em relação à confiança no noticiário político e eleitoral, 57% disse confiar menos em aplicativos de mensagem enquanto esse número sobe para 58% quando se trata das mídias sociais. Já o telejornalismo manteve a mesma confiança por parte de 64% dos entrevistados.

Em relação ao consumo de notícias veiculadas da televisão por faixa etária, 69% da faixa etária entre 18 e 34 anos afirmaram acompanhar as notícias por este meio. Nesse mesmo grupo, em relação aos boletins ou noticiários da rádio, o número cai para 28%. Entre 35 e 54 anos, 77% acompanham pela TV e 33% pela rádio. Já entre os que têm 55 anos ou mais o número é de 83% pela televisão e 36% pela rádio.

A Abratel enxerga com satisfação o resultado da pesquisa pois ela confirma a preocupação com a credibilidade das emissoras associadas e os esforços produzidos por cada uma delas para levar conteúdo de qualidade ao público. A luta por uma radiodifusão livre, gratuita, aberta e, acima de tudo, de qualidade, é um dos pilares da Associação.

 

Fonte: Assessoria de Comunicação da Abratel

Nova TV Brasil entra no ar

 

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A  TV Brasil agora conta com uma nova programação, após três meses consecutivos em que a emissora se mantém como a sétima mais assistida no Brasil – posição que inclui tanto canais abertos quanto fechados. A nova grade, que agrega conteúdos produzidos pela NBR, foi anunciada no dia  09 deste mês na sede da Empresa Brasil de Comunicação (EBC).

Entre as novidades estão os flashes ao vivo da Presidência da República e dos ministérios ao longo da programação, apresentando atos e ações do governo federal. “Daremos uma nova plástica à TV Brasil. Teremos mais entretenimento, informação e acessibilidade, adotando como conceito o de ser a rede mais brasileira do país”, explicou o gerente executivo da TV Brasil e Rede, Vancarlos Alves, durante o anúncio na sede da EBC em Brasília.

 “A junção das duas TVs em uma grade agregará valores e servirá de fonte com credibilidade para os atos do governo”, disse Vancarlos, ressaltando que, apesar de não ser esta a prioridade da emissora, a audiência será ampliada, uma vez que “os assuntos do governo são de interesse público”.

As mudanças levaram em consideração o fato de as emissoras de televisão estatais apresentarem, em sua programação, conteúdos educativos. “Nosso propósito é tornar a TV mais inclusiva, interativa, informativa e transparente”, disse Vancarlos, ao ressaltar a importância de se produzirem programas voltados para públicos que nem sempre são atendidos por outras emissoras.

“[No Brasil] 19 milhões de pessoas precisam de acesso a recurso de acessibilidade, como legendas, libras ou dublagem”, destacou Vancarlos, referindo-se a programas como o Repórter Visual, o primeiro a apresentar notícias em libras, voltado ao público com limitações auditivas.

Para alcançar os objetivos de apresentar uma programação de qualidade, a ideia é avançar na cobertura nacional e nas parcerias com as redes de comunicação pública. A grade da TV Brasil apresenta, além de produções próprias, coproduções e parcerias com instituições públicas brasileiras, bem como com emissoras públicas estrangeiras e com a Rede Nacional de Comunicação Pública, formada por mais de 40 emissoras de televisão.

“Essa rede [capitaneada pela TV Brasil] é um caminho duplo que abastecemos com nosso conteúdo, e colocamos, em nossa exibição nacional, sotaques e culturas por ela produzidos”, resumiu o gerente da EBC.

Outra fonte de conteúdo da grade de programação da TV Brasil é o Programa de Apoio ao Desenvolvimento do Audiovisual Brasileiro (Prodav), fundo gerido pela Agência Nacional do Cinema (Ancine), que investe em obras audiovisuais de produção independente.

Nova grade

No ar desde o dia 10 deste mês, a TV oferece faixa inteiramente acessível, a começar pela campeã de audiência da emissora, a TV Brasil Animada. De segunda a sexta-feira, das 7h30 às 9h30, a faixa de desenhos infantis exibe programas com todos os recursos de acessibilidade, como audiodescrição, legenda oculta, interpretação em libras e dublagem.

Em seguida, às 9h30, vai ao ar o programa protagonista da interpretação em libras no Brasil, o Repórter Visual. No fim de semana, a TV Brasil exibe o Programa Especial, que tem como apresentadoras a cadeirante Juliana Oliveira e a repórter Fernanda Honorato, que tem síndrome de Down.

Brasil na Faixa é o espaço reservado à contemplação do país e vai ao ar às quintas-feiras, das 22h a 0h30. Nessa faixa, o Brasil é visto a partir de outras perspectivas e com base em temas como faróis instalados no litoral; fortes; parques nacionais; roteiros turísticos; fabricações nacionais, como vinhos; obras de engenharia brasileiras; experimentos científicos.

A emissora mantém de segunda a sexta-feira, programas consagrados como o esportivo Stadium e o Sem Censura. O Cenário Econômico, apresentado pelo jornalista Adalberto Piotto direto dos estúdios da B3, a Bolsa de Valores de São Paulo, passa a ser exibido às 18h.

O esporte ganhou mais espaço com a exibição de No Mundo da Bola, às segundas-feiras, das 22h às 23h, e, aos domingos, das 21h às 22h30. O telejornal diário Repórter Brasil mudou de horário e entra no ar das 20h15 às 21h.

A agricultura ganhou um programa especial, que entra no ar aos domingos, às 6h. A atração dá visibilidade aos assuntos do mundo do campo, da produção agrícola brasileira e das características do agronegócio nacional.

A implantação de uma programação que faz apresentações temáticas a cada dia da semana teve, segundo o gerente executivo, influência tanto das TVs a cabo quanto do feedback obtido da própria audiência. “O consumo de TV envolve hábitos”, disse Vancarlos, ao explicar que o telespectador poderá escolher o que vai assistir no horário nobre, entre os dias da semana, a partir das 22h.

Na segunda-feira, o tema é esporte; na terça, o espaço é reservado a informações, com documentários, entrevistas e conteúdos jornalísticos. Na quarta-feira, o tema  é cinema; na quinta, o espaço é para o Brasil; e, na sexta, cultura, com exibição de grandes musicais.

De segunda a sexta-feira, a programação da TV Brasil segue a seguinte grade:

6h – A TV de Todos - Atração composta por produções regionais das emissoras parceiras da Rede Nacional de Comunicação Pública.

7h30 - TV Brasil Animada Especial - A faixa, que vai até as 10h, oferece atrações infantis com todos os recursos de acessibilidade (interpretação em Libras, audiodescrição, legenda oculta, dublagem).

9h30 – Repórter Visual - Primeiro programa de televisão com interpretação em Libras.

9h45 – Brasil Em Dia - Programa jornalístico com informações atualizadas do dia.

10h – TV Brasil Animada - Faixa de maior audiência da emissora, oferece desenhos reconhecidamente premiados em ambiente sem violência e sem veiculação de publicidade que incentivem o consumo, das 10h às 17h.

17h – Sem Censura - O consagrado programa de entrevistas da emissora com novo cenário.

18h – Cenário Econômico

18h30 – TV Brasil Animada Jovem - É uma nova faixa da emissora, que apresenta uma programação voltada ao público infantojuvenil, como a série Gaby Estrella, A Velha História do Meu Amigo Novo eCozinhadinho.

20h15 – Repórter Brasil Noite

21h00 – Stadium - No ar desde 1977, o programa traz informações do mundo do esporte, com especial atenção para modalidades paradesportivas.

21h30 – Fique Ligado

22h – Faixas temáticas com assuntos segmentados de segunda a sexta-feira

Segunda-feira – Esporte - 22h às 23h - No Mundo da Bola.

Terça-feira – Informação - 22h – Brasil Em Pauta – entrevistas com autoridades e especialistas para discutir temas da atualidade.

22h30 – Caminhos da Reportagem – O programa mais premiado da TV Brasil ganha formato mais dinâmico, com 30 minutos de duração.

23h – Impressões - diálogo atual e descontraído com personalidades do mundo da política, da economia, da sociedade e da cultura.

23h30 – Trilha de Letras – Programa que associa literatura e informação e apresenta entrevistas com autores que expõem opiniões e críticas sobre diversos temas.

0h – Um Olhar Sobre o Mundo

Quarta-feira – Cinema - 22h a 0h – Maratona de Cinema

 

Fonte: Agência Brasil 

VIII Prêmio Asdep de Jornalismo reconhece produções sobre atuação da Polícia Civil e segurança Pública no RS

 

Em cerimônia na última quinta-feira (25), premiação destacou quatorze profissionais em cinco categorias. Evento também contou com a participação de autoridades e associados.

 

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Na noite da última quinta-feira, 25 de abril, a Associação dos Delegados de Polícia do Rio Grande do Sul (ASDEP) comemorou seu 59º aniversário durante a entrega do VIII Prêmio Asdep de Jornalismo. O reconhecimento é feito aos jornalistas que se destacaram nas categorias de Televisão, Impresso, Rádio, Online e Fotografia, com produções voltadas para segurança pública e atuação da Polícia Civil. O evento ocorreu no salão de eventos da associação e contou com a presença de associados, ex-presidentes, autoridades e convidados.

Durante a cerimônia, o presidente da Asdep, Delegado Cleiton Freitas, parabenizou a instituição pelo aniversário e reafirmou a importância do trabalho dos jornalistas. “Cumprimento a todos pelos nossos 59 anos de associação, atuando conforme o nosso lema: servir, proteger e lutar, buscando os direitos da sociedade. Também destaco o trabalho dos jornalistas, pois é através dele que a população sabe das nossas ações e do quanto nos doamos para garantir sua proteção”, declarou.

A Chefe de Polícia do Estado, Delegada Nadine Anflor, em seu discurso, reforçou que o trabalho do policial civil não seria o mesmo sem a imprensa. “Precisamos informar a sociedade sobre nossas ações e isso acontece, com tamanha repercussão, graças à imprensa. O nosso trabalho não teria a mesma disseminação vocês. Agradeço, em meu nome e da Instituição, por todo respeito e apoio para com a ASDEP”, afirma

Após a entrega das premiações, a Associação reservou um momento para reconhecimento a jornalistas que, ao longo de suas carreiras, dedicaram importante atenção ao trabalho da Polícia Civil em prol da segurança pública. São eles: Adriana Irion, do jornal Zero Hora; André Haar, da Record TV; Felipe Vieira, do SBT; Rafael Marconi, da Rádio Pampa; e Sabrina Thomazi.

A celebração também contou duas importantes homenagens. A Asdep entregou uma placa ao Presidente da União Gaúcha dos Policiais Civis (UGAPOCI), Mário Marcelino, em agradecimento aos benefícios oferecidos aos policiais civis do estado, nas áreas de saúde, lazer e cultura, desde a sua fundação, em 18 de abril de 1968. Ao final, o Grupo Life Brasil entregou homenagem para a Associação dos Delegados de Polícia, em comemoração a mais um aniversário e desejando sucesso nos anos que virão.

Confira a lista dos premiados no VIII Prêmio Asdep de Jornalismo:

Televisão

1° lugar – Bruna Ostermann (SBT) – Papo de responsa: alunos combatem violência escolar;

2º lugar – Luciane Kohlmann (SBT) – Agressões contra mulher crescem em 2018;

3º lugar – Fábio Almeida (RBS TV) – Ferros velhos virtuais;

Rádio

1º lugar - Cid Martins (Rádio Gaúcha) – Barões do crime: Policia Civil desarticula esquema de roubo de veículos, revenda de peças pela internet e lavagem de dinheiro;

2º lugar - Eduardo Matos(Rádio Gaúcha) – Na mira do crime: polícia e transportadoras unidas no combate ao roubo de carga;

Online

1° lugar – Marcelo Batista Brum de Brum (Qwerty Portal de Noticias) – Força tarefa da Polícia Civil desarticula 27º quadrilha de abigetários do Rio Grande  do Sul;

2º lugar - Cid Martins (GaúchaZH) - Polícia Civil ataca finanças de quadrilha que adquiriu mais 30 imovéis com dinheiro ilícito;

3º lugar – Luana Parreira Rodrigues (Portal Gaz) - Do latrocínio à prisão: Como foi a morte do taxista Luciano Kappel;

Impresso

1° lugar – Fernanda Junkherr Szczecinsky (Gazeta do Sul) – O assassino do lago está preso;

2º lugar – Cíntia Marchi (Correio do Povo) – Combate Complexo;

3º lugar – Renato Dorneles (Diário Gaúcho) – Casas de papel;

Fotojornalismo

1° lugar – Lucas Amorelli  (Pioneiro) – No rastro do Tráfico;

2º lugar – Lidiane Mallmann (Informativo do Vale) – Arsenal de guerra no Vale;

3º lugar – Fábio Pelinson (Alto Uruguai) – Polícia investiga morte violenta de taxista na FW.

 

Fonte: Camejo Estratégia em Comunicação

 

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