Publicada a Portaria que autoriza a flexibilização ou dispensa da Voz do Brasil para veiculação de campeonatos de futebol

O Ministério das Comunicações (Minicom) publicou, nesta sexta-feira (6), a Portaria nº 1.250/2020, que autoriza de maneira excepcional a flexibilização ou dispensa do programa A Voz do Brasil para as rádios que transmitirem jogos de futebol enquanto perdurar o estado de calamidade pública provocado pela pandemia de COVID-19, reconhecido pelo Decreto Legislativo nº 6, de 20 de março de 2020. 

De acordo com a portaria, as emissoras que desejarem transmitir os jogos do Campeonato Brasileiro – de todas as séries, inclusive o campeonato feminino – da Copa do Brasil ou da Libertadores, ficam autorizadas a transmitir A Voz do Brasil em horário diferenciado, da seguinte forma:

(i)           para transmissão de jogos com início marcado entre as 19h e as 20h30, o programa poderá ser retransmitido com início até as 23h do mesmo dia; e,

(ii)          para transmissão de jogos com início marcado para depois das 20h30, o programa de que trata o caput poderá ser retransmitido, sem cortes, antes do jogo, nos horários originalmente previstos, ou com início até as vinte e três horas e trinta minutos do mesmo dia.

A portaria permite, ainda, que a retransmissão da Voz do Brasil seja dispensada no caso de partidas com prorrogação, decisão por cobranças de pênaltis, ou no caso de força maior durante o jogo, que impeça seu término até o horário fixado para o início da transmissão do programa nos dias de jogos.

Para fazer jus à flexibilização do horário diferenciado, as emissoras deverão realizar a transmissão integral das partidas e, no caso da Copa Libertadores, só será permitida a flexibilização ou dispensa excepcional quando os jogos forem disputados por pelo menos um time brasileiro.

Acesse a portaria clicando AQUI.

Fonte: Com informações da Abert

Dia do Radialista: houve uma vez duas comemorações

Amanhã é dia do radialista. Aquele definido por lei, uma homenagem ao compositor, músico e radialista Ary Barroso, que nasceu em 7 de novembro de 1903. Porém, muito antes da oficialização, em 2006, os radialistas definiram seu dia como 21 de setembro, como lembrança da lei que fixava seu salário base, criada em 1943. Neste ano de pandemia, em meio a tantas perdas, há muitas razões para que os profissionais de rádio façam duas comemorações.

Um recente estudo da Kantar Ibope Media, o Inside Radio, mostrou a prevalência no meio nas casas brasileiras. Nas 13 regiões metropolitanas pesquisadas, o rádio é ouvido por 78% da população, atingindo públicos de todas as classes sociais e faixas etárias. Em todas as regiões do Brasil, o consumo diário de rádio ultrapassa quatro horas diárias. 

As empresas também veem a importância do meio, com as 25 marcas mais valiosas do país anunciando no rádio em 2020. Dentre os 5200 anunciantes e 6283 marcas, quase metade são exclusivos de rádio.

Para o rádio, este ano foi de desafios, mas também de oportunidades. Um ano de reconhecimento: da importância do meio e dos trabalhadores que garantem a qualidade do conteúdo e a veracidade da informação.

Aos radialistas, a Fenaert deixa uma homenagem pelo trabalho duro e incansável. Pela companhia em todas as horas, ao café da manhã ao caminho de volta para casa depois de um dia longo. 

Tenho certeza que, nos anos que estão por vir, continuaremos tendo inúmeros motivos para comemorar os dias dos radialistas e agradecer por tudo que fazem.

Guliver Leão

Presidente da Fenaert - Federação Nacional das Empresas de Rádio e TV

FENAERT comemora prorrogação da desoneração da folha

A Federação Nacional de Empresas de Rádio e TV (FENAERT) manifesta seu apoio aos senadores e deputados que, nesta quarta-feira (4), votaram para ajudar o mercado de trabalho. Ao todo, 430 deputados e 64 senadores votaram para derrubar o veto do presidente Jair Bolsonaro à prorrogação da desoneração da folha de pagamento de empresas. A entidade reconhece que a decisão evita uma crise ainda mais profunda no mercado de trabalho, em um momento delicado para a economia do país.

“Tal posicionamento é um alívio para os empregadores e 6 milhões de trabalhadores de 17 setores da economia. Sem a derrubada do veto, a situação do desemprego no país alcançaria patamares ainda mais elevados”, afirma Guliver Leão, presidente da Fenaert.

Chip FM no celular: ministro promete dar “presente para as rádios”

Em entrevista à Rádio 98 FM de Natal (RN), na quarta-feira (21), o ministro das Comunicações Fábio Faria voltou a afirmar que quer dar “um presente para as rádios que fazem um importante papel no Brasil” e que vai “fazer rádio no celular”.

Durante reunião promovida pela ABERT com os presidentes de associações estaduais de radiodifusão, em setembro, Faria garantiu o apoio do Minicom à inclusão do chip FM nos celulares e disse que está trabalhando para que a obrigatoriedade da ativação do dispositivo seja a mais breve possível.

Também em setembro, a ABERT lançou campanha pela obrigatoriedade de inserção e desbloqueio do chip FM nos celulares produzidos e comercializados no Brasil. O material continua disponível para as emissoras que desejarem veicular gratuitamente as peças publicitárias.

Com o lema “Smart é ter rádio FM de graça”, os quatro spots de 30 segundos cada, banners e dois vídeos também de 30 segundos para as redes sociais lembram a importância de os consumidores escolherem um modelo de celular que tenha o chip FM embutido no aparelho.

“O rádio está sempre com o ouvinte, em especial nos momentos de desastres naturais, quando os serviços de telecomunicações são interrompidos. O chip FM no celular garante ao ouvinte o acesso gratuito às informações, serviços e entretenimento, sem depender de um pacote de dados da internet”, lembra o presidente da ABERT, Flávio Lara Resende.

Os modelos e marcas de smartphones que possuem o chip FM ativado está no site abert.org.br/celulares. A atualização é feita periodicamente pela equipe da ABERT.


O material para veiculação gratuita da campanha está AQUI.

Fonte: Abert

Fenaert repudia agressão sofrida por profissionais da NSC TV em praia de Florianópolis

Dois profissionais da NSC TV (afiliada da Rede Globo em Santa Catarina) – uma repórter e um cinegrafista - foram agredidos em uma praia de Florianópolis, enquanto registravam imagens de desrespeito ao decreto municipal da cidade, que estipula regras como a não permanência em praias, a fim de evitar a disseminação do coronavírus.

Nas imagens, captadas pela própria equipe da NSC, um homem inicia os insultos e em seguida toma o celular da jornalista à força. Outras pessoas apoiaram a atitude do homem e também ameaçaram a equipe da TV. A FENAERT reforça seu total repúdio à liberdade de imprensa e expressão jornalística, sendo contra a qualquer tipo de violência física ou verbal. Agredir um profissional da comunicação, durante o exercício pleno de sua profissão, é ferir a democracia e o direito da sociedade em se informar. Não é aceitável que o trabalho desses profissionais seja interrompido pelo fato de estarem noticiando fatos.

A entidade destaca a gravidade da discriminação contra as equipes jornalísticas, o que afeta diretamente na divulgação de informações relevantes à população. “Esperamos que este lamentável acontecimento seja apurado com a máxima brevidade possível pelas autoridades competentes e que casos como esse não se repitam mais”, afirma o presidente da FENAERT, Guliver Leão.  

Fenaert repudia agressões a jornalistas da TV Integração

A entidade lamenta que profissionais com o trabalho tão importante de informar a população passem por situações como essa tão frequentemente. 

As imagens da agressão dos repórteres Arcênio Corrêa e Stanley Mathias da TV Integração que assistimos ontem no Jornal Nacional nos entristeceram. No entanto, não nos chocaram. 
 
Infelizmente já nos posicionamos em repúdio a diversas outras agressões a jornalistas como a que aconteceu na cidade de Prata, no Triângulo Mineiro, muitas outras vezes.
 
A Federação Nacional das Empresas de Rádio e Televisão (Fenaert) lamenta que profissionais com o trabalho tão importante de informar a população passem por situações como essa tão frequentemente. 
 
A entidade repudia profundamente qualquer atitude que prejudique a coleta e apuração de informações relevantes e de interesse público. Reitera também o compromisso com a segurança e integridade dos profissionais de imprensa, que desempenham papel fundamental durante a cobertura de acontecimentos políticos, econômicos e sociais.
 
Guliver Leão, presidente da Fenaert - Federação Nacional das Empresas de Rádio e TV

Nota de repúdio: Fenaert repudia agressão aos repórteres da TV Integração

As imagens da agressão dos repórteres Arcênio Corrêa e Stanley Mathias da TV Integração que assistimos ontem no Jornal Nacional nos entristeceram. No entanto, não nos chocaram.

Infelizmente já nos posicionamos em repúdio a diversas outras agressões a jornalistas como a que aconteceu na cidade de Prata, no Triângulo Mineiro, muitas outras vezes.

A Federação Nacional das Empresas de Rádio e Televisão (Fenaert) lamenta que profissionais com o trabalho tão importante de informar a população passem por situações como essa tão frequentemente.

A entidade repudia profundamente qualquer atitude que prejudique a coleta e apuração de informações relevantes e de interesse público. Reitera também o compromisso com a segurança e integridade dos profissionais de imprensa, que desempenham papel fundamental durante a cobertura de acontecimentos políticos, econômicos e sociais.

Guliver Leão, presidente da Fenaert - Federação Nacional das Empresas de Rádio e TV

TSE reforça combate à desinformação, mas disparos eleitorais em massa continuam

Agências de checagem de notícias, veículos de comunicação, redes sociais e plataformas de internet estão entre as 52 entidades que, no início de outubro, assinaram acordo com o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para "levar ao eleitor brasileiro informações confiáveis" sobre os pleitos municipais de 15 de novembro.

Entre as principais iniciativas do acordo está a capacitação dos participantes para identificação e checagem de desinformação envolvendo o processo eleitoral, além de uma capacitação específica sobre o funcionamento da urna eletrônica.

A iniciativa faz parte do Programa de Enfrentamento à Desinformação, apresentado pelo TSE como "um dos principais pilares do combate à desinformação para as Eleições 2020".

Para o presidente da corte, ministro Luís Roberto Barroso, o objetivo do programa, concebido há pouco mais de um ano, é "coibir a disseminação de notícias falsas não pelo controle de conteúdo, mas mediante esclarecimentos, conscientização e informações de qualidade".

"Liberdade de expressão não é liberdade para difundir a mentira e o ódio”, sustentou Barroso.

Disparos em massa

Apesar dessa iniciativa promissora de combate à desinformação, o processo eleitoral brasileiro continua enfrentando problemas com a proibida prática de disparos em massa de mensagem política por celular.

As mensagens em massa disparadas por celular estão entre os principais canais para a circulação de fake news e boatos eleitorais.

Depois de ter denunciado o problema em um série de reportagens publicada nas eleições de 2018, que lhe valeram uma dura perseguição por parte de apoiadores do então candidato Jair Bolsonaro, a jornalista da Folha de São Paulo Patrícia Campos Mello fez recentemente uma nova reportagem mostrando que diferentes empresas continuam oferecendo serviços de disparo de mensagens eleitorais por WhatsApp e extração de dados pessoais de eleitores por Instagram e Facebook.

Proibida pelo TSE há cerca de um ano, exatamente por ser um dos principais vetores de desinformação nas eleições, a prática pode resultar em multa ou em uma ação de investigação judicial eleitoral.

Fonte: Portal Imprensa

Estudo NextOnDial aponta aumento de 52% no consumo total das rádios nas plataformas digitais

A Nextdial divulgou o resultado da segunda edição do NextOnDial. O estudo detalha a audiência nas plataformas digitais dos radiodifusores no Brasil e aponta um impacto superior a 75 milhões no segundo trimestre deste ano, além de registrar um também um aumento considerável nas horas de consumo do meio Rádio no mesmo período.

Segundo o levantamento, que contou com a participação de 116 emissoras FM brasileiras com presença nos meios digitais, os números reiteram que os brasileiros ouvem sua rádio preferida basicamente em cinco dispositivos. São eles o smartphone, desktop, videogame, smart speaker e smartTV. Outro ponto a ser destaque é que o estudo considera o alcance de ouvintes únicos e o tempo médio direto do servidor de streaming das emissoras assinantes da tecnologia Nextdial Intelligence.

Para fazer o levantamento dos números, o estudo coletou a data e hora de início do impacto; data e hora de término do impacto; o tempo total contabilizado pelo servidor de streaming; o IP do ouvinte; e os identificadores de ouvintes de aplicação (site ou aplicativo que o ouvinte usou) gerados pela Nextdial. O estudo não considera a audiência do dial nos aparelhos analógicos tradicionais.

Conforme informou a Nextdial, no período de realização da pesquisa NextOnDial 20-Q2, algumas emissoras que haviam participado do estudo anterior solicitaram o cancelamento da auditoria e novas emissoras passaram a ser auditadas. "Os resultados compartilhados são e sempre serão valores consolidados, não sendo permitido individualizar qualquer emissora participante", comenta Thiago Fernandes, diretor da Nextdial e coordenador do estudo.

Aumento do consumo de streaming por dispositivos

Em abril, a audiência via desktop foi de 28h18min (contra 19h42min de janeiro); em maio 38h06 min (contra 20h48min de fevereiro) e em junho 43h13 min (contra 26h06 min de março). Ao final do primeiro semestre, a média foi de 29h19 min consumidas.

No mobile em abril, o tempo médio de consumo acumulou 27h42min (contra 19h30 min de janeiro); em maio foram 37h35min (contra 20h36min de fevereiro), e em junho 42h48min (contra 26h06min março). Ao final do primeiro semestre foi registrada a média de 29h04 min de consumo.

Na SmartTV o mês de abril totalizou 37h06 min (contra 25h16 min de janeiro), e em junho 69h34 min (contra 37h25 min de março). Ao final do primeiro semestre houve o registro da média de 42h37min de consumo.

O alcance em Smart TV no início da manhã (das 05h às 09h) chegou a 18 ouvintes diferentes (contra 13 de Q1); no pico das 12h às 13h com 204 ouvintes diferentes (contra 142 ouvintes diferentes de Q1); no meio da tarde, das 15h às 16h, foram 422 ouvintes diferentes (contra 223 de Q1). No final da noite, das 23h à 0h, 116 ouvintes diferentes (contra 81 de Q1). Ao final do semestre, obtivemos a média de 227 ouvintes diferentes.

Já as Smart Speaker, o consumo em abril totalizou 29h02 min (contra 14h55 min de janeiro), em maio 29h (contra 15h52 min de fevereiro), e em junho foram 21h12 min (contra 21h de março). Ao final do primeiro semestre houve a média de 23h28min de consumo.

O alcance fora da cobertura local da rádio foi de 54,19% (contra 49,81% de Q1). O estado com maior alcance foi São Paulo, com 981 mil (contra 800 mil de Q1). O Paraná aparece na segunda posição com 142 mil (contra 167 mil de Q1), seguido de Minas Gerais com 102 mil (contra 80 mil em Q1) e Rio de Janeiro, com 77 mil 692 contra 61 mil e 559 no 20-Q1.

Fonte: Tudo Rádio

Nielsen aponta que o rádio norte-americano já recuperou 97% do seu alcance pré-coronavírus

O rádio norte-americano recebeu boas notícias da Nielsen, instituto que mede o consumo de diferentes plataformas de mídia nos Estados Unidos. Segundo os dados mais recentes coletados nos principais mercados de lá, o rádio já recuperou 97% de seu alcance em relação ao nível que era registrado em maio, ou seja, no período pré-pandemia do novo coronavírus. Esse avanço pode ser um sinal positivo para o rádio brasileiro conforme as medições por aqui sejam atualizadas nesta reta final de 2020. Acompanhe:

O rádio norte-americano foi mais impactado pela pandemia, não só pela maior oferta de mídia durante o isolamento social, mas também por depender dos deslocamentos diários da população norte-americana. Com essa mudança de rotina durante a pandemia, o rádio até conseguiu manter um elevado nível de escuta, com um crescimento significativo da audiência nas residências. Porém, as escutas feitas nos trajetos e fora de casa são fundamentais para o rádio nos Estados Unidos.

E, nesse quesito, a Nielsen aponta que na pesquisa PPM de setembro (medição eletrônica, que vigora nos principais mercados norte-americanos), o alcance é agora de 97% de março e a média das pessoas no quarto de hora está em 90% dos níveis de março. A retomada é impulsionada pelo aumento do deslocamento diário e pelo retorno às aulas, de acordo com dados do instituto, destacados pela Westwood One.

A Nielsen informa que 61% dos trabalhadores dos Estados Unidos estão se deslocando até o local de trabalho, contra 39% no início de maio, ou seja, um aumento de 56%. E essa tendência de aumento deve continuar nas próximas semanas e meses.

O instituto também destaca que quase a metade dos alunos (47%) estão frequentando a escola presencialmente em algum nível. E a Nielsen indica que o rádio é a trilha sonora para esses deslocamentos diários, com 62% afirmando que o rádio AM/FM está sempre ligado e 35% afirmam que às vezes.

A combinação do deslocamento diário para trabalho e levar os filhos para a escola, fez com que o tempo gasto no carro aumentasse, onde a audição de rádio é mais significativa nos Estados Unidos. A Nielsen aponta que, de maio a outubro, o tempo diário gasto no carro cresceu 81%, de 36 minutos em maio para 65 minutos em outubro. Já entre os ouvintes mais assíduos de rádio AM / FM, o tempo diário passado no carro dobrou de 1h06min por dia para 2h11min.

Rádio: a trilha sonora da recuperação econômica

Ao apresentar os dados da Nielsen, a Westwood One afirmou que "O rádio AM / FM é a trilha sonora da recuperação econômica americana".

Uma reportagem veiculada pelo Inside Radio sobre o assunto, o portal indica que em seus últimos quatro estudos com consumidores, a Nielsen descobriu que ouvintes intensos de rádio AM / FM "são o motor da recuperação econômica da América".

De acordo com a Nielsen, uma proporção maior de ouvintes intensos de rádio AM / FM (28%) vai comprar ou alugar um veículo no próximo ano em comparação com os telespectadores de TV mais assíduos (20%).

Outro ponto destacado pela reportagem do Inside Radio é que algumas das principais categorias em que os ouvintes de rádio AM / FM mostram fortes intenções de compra incluem: pedido de entrega (80%); fazer compras fora do mercado (76%); comprar roupas em loja de departamentos (57%); e visitar cafeterias / cafés (50%). Dados relativos ao mercado norte-americano.

E no Brasil? O que esperar?

A maior flexibilização de atividades nos principais mercados consumidores ocorre neste momento no Brasil, com destaque para a entrada da fase verde do Plano São Paulo contra o novo coronavírus, onde as medidas menos restritivas atingem cerca de 76% da população paulista (incluindo a capital). E o aumento do movimento já é percebido nas ruas e avenidas das principais cidades brasileiras.

Forte nas residências, o rádio brasileiro foi menos impactado com o isolamento, segundo dados do Inside Radio 2020 da Kantar Ibope Media. Porém, o deslocamento diário é importante para as emissoras, principalmente nos grandes centros. A expectativa, segundo gestores ouvidos pelo tudoradio.com, é de que a maior circulação deve ampliar novamente o alcance do meio e também auxiliar na recuperação econômica, já que o rádio brasileiro é dependente dos setores de comércio e serviços.

A volta dos pesquisadores da Kantar Ibope Media às ruas, na medição conhecida como face to face, também deve auxiliar nessa ampliação do universo. Esse retorno ocorreu a partir da medição de setembro.

Com informações da Nielsen, Westwood One, Inside Radio e Kantar Ibope Media

Fonte: Tudo Rádio

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