Panorama: Alcance do rádio avança em São Paulo. Sobe para 18 o número de FMs com mais de 1 milhão de ouvintes cada

O rádio está alcançando mais pessoas em São Paulo, mesmo com as mudanças de hábitos devido ao isolamento social em tempos de pandemia do coronavírus. A última medição realizada pelo Kantar Ibope Media (válida pelo trimestre fevereiro a abril de 2020) apontou que a maioria das estações medidas ampliaram os seus alcances absolutos. O tudoradio.com tem analisado os alcances 30 e 90 dias do filtro 05h-00h (FM+WEB/todos os dias e locais/trimestre janeiro a março de 2020). Acompanhe alguns dos destaques:

Entre 2019 e 2020, no 05h-00h (FM+WEB/todos os dias e locais), cerca de 17 estações contavam com mais de 1 milhão de ouvintes alcançados em 30 e 90 dias na Grande São Paulo. Esse número oscilou para 16 estações e agora se consolidou em 18 rádios. Os valores são expressivos e mostram a grande penetração que o meio possuí em São Paulo.

Band FM 96.1 (popular/hits), Jovem Pan FM 100.9 (jovem/pop-jornalismo) e Alpha FM 101.7 (adulto-contemporâneo) seguem com os maiores valores, com cada uma acima de 2 milhões de pessoas alcançadas em 30 e 90 dias. As três FMs viram crescimentos em seus números na comparação com a pesquisa anterior.

Na sequência, a 89 FM A Rádio Rock FM 89.1 (alternativa/rock) aparece cada vez mais próxima da marca de 2 milhões de pessoas alcançadas em 30 e 90 dias no 05h-00h (FM+WEB/todos os dias e locais). A Metropolitana FM 98.5 (jovem/hits) aparece logo na sequência, também com ampliação no número registrado.

São Paulo também viu avanços importantes nos valores registrados pelas rádios Gazeta FM 88.1 (popular/hits), Nativa FM 95.3 (popular), Antena 1 FM 94.7 (adulto-contemporâneo), Rádio Mix FM 106.3 (jovem/pop) e Transcontinental FM 104.7 (popular/hits). Sobre colocação no 05h-00h (FM+WEB/todos os dias e locais), novidade para o avanço da Mix.

Rádio Disney FM 91.3 (jovem/hits), 105 FM 105.1 (popular/esportes) e CBN FM 90.5 (jornalismo) aparecem logo na sequência em alcance no 05h-00h (FM+WEB/todos os dias e locais). Destaque para a CBN, que apresentou uma forte variação positiva em seus números e saltou no ranking geral.

A BandNews FM 96.9 (jornalismo), que se destacou na pesquisa passada ao romper ao superar a marca de 1 milhão em alcance na pesquisa anterior, segue evoluindo. A emissora é seguida pela Transamérica FM 100.1 (jovem/adulto-contemporâneo) no 05h-00h (FM+WEB/todos os dias e locais).

Por fim, q NovaBrasil FM 89.7 (adulto/nacional), assim como a CBN, superou a marca de 1 milhão de alcance em 30 e 90 dias na pesquisa atual, ampliando assim o numero de estações com valores superiores a essa marca expressiva em São Paulo. 

A Kiss FM 92.5 (adulto/rock), que também avançou, completa as 18 emissoras acima de 1 milhão de pessoas alcançadas em 30 e 90 dias no 05h-00h (FM+WEB/todos os dias e locais).

Vale lembrar: covid-19 já está afetando a medição de audiência. Pesquisa sem "face to face"

Desde o dia 20 de março, a pesquisa não conta com entrevistas "face to face" e isso gerou dúvidas de como a situação vai impactar nos resultados. E como a Kantar Ibope Media vai orientar as emissoras na comparação com pesquisas (bancos) anteriores.

Devido a pandemia do novo coronavírus, desde 1º de abril as pesquisas "face to face" foram substituídas via telefone e internet. O mesmo já ocorreu no banco de março desde o dia 20.

Alcance?

O alcance é o número de pessoas diferentes que ouviram uma determinada emissora por pelo menos 1 minuto, em um período de tempo definido. Na determinação do alcance não é levado em conta o tempo que cada indivíduo dedicou a emissora.

O dado é muito utilizado pelo mercado para medir a força de marca e a eficiência dos resultados de ações promocionais e de comunicação, também auxiliando diretamente na defesa comercial do meio rádio.

A partir de pedidos de profissionais de várias regiões brasileiras, o tudoradio.com acompanhará com mais frequência a evolução do alcance do rádio no Brasil, tendo como base o período 05h-00h (FM+WEB/todos os dias e locais), considerando o alcance 30 dias e também o máximo (90 dias).

Como ele expõe o impacto do meio rádio e de uma determinada marca na população, atualmente o alcance é lembrado como algo mais próximo dos valores utilizados por plataformas digitais, como números de visitantes únicos, alcances e engajamentos (que dificilmente consideram médias de audiência).

Importante: entenda o ranking…

A medição realizada pelo Kantar Ibope Media conta com vários cenários diferentes. Desde 2007 o tudoradio.com mostra a evolução do meio FM na média de audiência por minuto das estações medidas, tendo o 05h-00h (todos os dias e locais) como base.

Para algumas emissoras é importante estar entre os maiores volumes de audiência (que é a composição de alcance com tempo médio), mas para outras o foco é estar bem posicionada dentro de seu formato e/ou público-alvo, situações que vão determinar as estratégias de cada estação.

Também é importante considerar que a média de ouvintes por minuto é um dos dados considerados pelo mercado. A pesquisa conta com outros índices e valores, como share (partilha do meio FM/AM entre as rádios medidas, esta que também conta com cenários diversos), índice absoluto de audiência, alcance (total de ouvintes diferentes impactados pela rádio durante um determinado períodos de tempo, dado que tem um peso semelhante à média de audiência), entre outros dados e cenários.

Todos esses recortes, seja da audiência, alcance, afinidade, entre outros dados, ajudam nos planejamentos artístico, promocional e comercial do mercado.

Cerca de 40 FMs são medidas na atual pesquisa de audiência da Grande São Paulo.

Fonte: TudoRádio


 

 

Distrito Federal aprova novas regras para instalação de antenas

A proposta determina que seja evitada a instalação de torres em “áreas críticas” – distância de até 50 metros de hospitais, clínicas, escolas, creches e asilos

A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) aprovou nesta quarta-feira, 27, o Projeto de Lei Complementar nº 12/19, de autoria do Poder Executivo, que define novos critérios para a implantação de infraestrutura de telecomunicações no DF. A proposta determina que seja evitada a instalação de torres em “áreas críticas” – distância de até 50 metros de hospitais, clínicas, escolas, creches e asilos.

Em sintonia com a Lei nº 13.116/2015 (Lei das Antenas), o PLC nº 12/2019 estabelece também que a implantação da infraestrutura deve utilizar, sempre que tecnicamente possível, equipamentos que possuam as menores dimensões, que gerem o menor impacto visual negativo e que estejam integrados ou camuflados na paisagem urbana. Outra diretriz é que as instalações devem respeitar os projetos urbanísticos e paisagísticos, especialmente na área tombada de Brasília.

Respeito ao planejamento urbano

O PLC prevê ainda a priorização da implantação de antenas em locais que gerem o menor impacto visual negativo com o entorno; o compartilhamento de infraestruturas urbanas e de suporte já existentes, sempre que tecnicamente possível; e o respeito pelos projetos urbanísticos e paisagísticos, especialmente na área do Conjunto Urbanístico de Brasília (CUB) e nas áreas sensíveis de relevante importância histórica e cultural, bem como os bens tombados. A proposta abrange também a instalação de torres não apenas em terrenos públicos, mas também em áreas privadas e na zona rural, o que nunca foi regulamentado na unidade federativa.

Segundo o secretário de Desenvolvimento Urbano e Habitação do Distrito Federal, Mateus Leandro de Oliveira, a proposta não acarretaria em aumento de despesas. Ele explicou que o artigo 5º da Lei Complementar nº 755/2008 regulamenta apenas a implantação de infraestrutura realizada por meio de concessão do espaço público, mas não dispõe sobre esse tipo de construção em áreas privadas ou zonas rurais.

“A falta de regramento, de modo geral, permitiu, ao longo dos anos, a geração de desarmonia ou desequilíbrio na paisagem urbana com o aumento do impacto visual negativo. Portanto, é imprescindível a existência de norma distrital que estabeleça os critérios e parâmetros urbanísticos a serem observados nesses casos”, frisou o secretario.

A matéria já havia sido aprovada na Comissão de Assuntos Fundiários (CAF), em forma de substitutivo, proposto pelo relator no colegiado, deputado Hermeto (MDB). Entre as novidades acatadas está a inclusão de dispositivos legais que tratam do monitoramento da emissão de radiação por parte dos equipamentos de telecomunicações. (Com informações da assessoria de imprensa da CLDF)

Fonte: TeleTime

Fenaert se manifesta sobre novos ataques a jornalistas

As agressões e ataques a profissionais de imprensa com participação de membros do governo, especialmente do presidente Jair Bolsonaro, se intensificaram nas últimas semanas. Nesta segunda-feira, 25, Bolsonaro se dirigiu a jornalistas com ataques. Na fala, acusou os profissionais de ocultarem a verdade e incentivou apoiadores a criticarem os veículos presentes no Palácio do Planalto, para cobertura diária de pautas do governo.

A Fenaert lamenta profundamente os ataques, repudiando toda e qualquer atitude que prejudique a coleta e apuração de informações relevantes e de interesse público. Reitera também o compromisso com a segurança e integridade dos profissionais de imprensa, que desempenham papel fundamental durante a cobertura da pandemia mundial de Coronavírus e seus desdobramentos políticos, econômicos e sociais.

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Levantamento: Migração AM-FM conta com mais de 700 rádios ativas em FM

Passou de 700 o número de estações originadas na faixa AM que já estão ativas no dial FM e mapeadas pelo guia Dials AM/FM do tudoradio.com. Mesmo com a crise causada pelo novo coronavírus, o mercado brasileiro continua observando uma evolução da migração AM-FM, esta que segue se movimentando nos mercados com espaços no chamado "dial FM convencional", ou seja, entre 88.1 FM e 107.9 FM. O número alcançado até o final desta matéria é 703 migrantes AMs ativas no dial FM. Essas mudanças também são registradas pelo Mapa da Atualização do tudoradio.com. Acompanhe: 

"Chegar ao número de 700 emissoras migrantes como o levantamento do tudoradio.com acaba de constatar, é realmente um marco histórico para a migração do AM para o FM", afirma Eduardo Cappia, engenheiro líder do comitê técnico da AESP.

"Se considerarmos que o processo foi iniciado em 2013, com toda essa dificuldade econômica e de processamento que enfrentamos hoje, a conquista de 700 emissoras no ar representa mais de 900 contratos de migração assinados", lembra Cappia, engenheiro que também atua como conselheiro da SET.

Cappia também considera que a marca de 700 migrantes ativas é um sucesso do processo de migração AM-FM. "Lembrando que nós éramos 1781 emissoras em canais de Ondas Médias e hoje já temos 1200 ou 1300 com frequências em FM determinadas. Restam cerca de 400 canais com frequências para serem consignadas entre a faixa convencional e estendida de FM", completa o engenheiro.

Processo por estado

O estado do Paraná é quem tem o processo de migração AM-FM mais adiantado, impulsionado também pelo uso do FM convencional em mercados como Londrina, Maringá, Cascavel e Ponta Grossa. Já são 93 estações originadas na faixa AM que estão ativas no dial FM, segundo registro do guia Dials AM/FM do tudoradio.com.

Minas Gerais, estado com o maior número de estações de rádio no Brasil, aparece com 83 migrantes AM-FM mapeadas, também tendo rádios ativas em grandes centros, como Uberlândia, Juiz de Fora, Uberaba, Montes Claros, Divinópolis, Poços de Caldas, Ipatinga, entre outros. Belo Horizonte ainda aguarda a faixa FM estendida (saiba mais).

São Paulo, com 81 emissoras migrantes ativas em FM, também possuí um numero elevado de rádios mapeadas pelo Dials AM/FM do tudoradio.com. Porém, regiões populosas e importantes como São Paulo, Campinas, Ribeirão Preto, São José dos Campos, Piracicaba, Taubaté, entre outros, ainda aguardam por espaços no espectro FM.

O Ceará, estado que inaugurou o processo em 2016, conta com 36 emissoras mapeadas pelo guia. Veja aqui o levantamento completo.

Migrantes mais recentes no levantamento.

As últimas migrantes mapeadas pelo sistema do tudoradio.com foram as emissoras Rádio Canção Nova FM 90.9 de Vitória da Conquista (interior da Bahia, estação originada em 1210 AM), Rádio 91.5 FM 91.5 de São Martinho (Rio Grande do Sul, vinda da sintonia 1570 AM), Rádio Paraisópolis FM 92.3 de Paraisópolis (sul de Minas Gerais, emissora que estava em 1490 AM) e Rádio Clube FM 107.3 de Varginha (emissora mineira que foi a 700ª migrante a ser mapeada, originada em 1210 AM).

 

FM estendido?

O processo de migração AM-FM em faixa estendida é aguardado desde 2013 pelas emissoras AMs solicitantes. Em algumas regiões, onde era previsto o uso do FM estendido, após uma série de acordos e uso do segundo adjacente, foi possível acomodar as migrantes na faixa convencional. Porém os maiores centros seguem de fora.

Enquanto aguardam a canalização, o mercado viu a evolução da disponibilidade de receptores com o FM estendido disponível, este que foi inicialmente impulsionado por celulares com FM e rádios em automóveis. Em setembro de 2017, foi aprovada uma portaria que obriga a produção de receptores com FM estendido no Brasil.

O levantamento

O número é relacionado ao levantamento feito pelo tudoradio.com nos dials AM/FM no portal, ou seja, são 703 migrantes AM-FM que tem a sua cobertura em FM já mapeada pela equipe do portal (até o fechamento desta matéria).

 
Fonte: TudoRádio

 

Fenaert manifesta repúdio por ataques à cinegrafista

A Federação Nacional das Empresas de Rádio e Televisão (FENAERT) vem à público manifestar repúdio e consternação sobre as agressões sofridas pelo cinegrafista Robson Panzera, da TV Integração, afiliada da TV Globo em Barbacena (MG). Os ataques nesta aconteceram quarta-feira (21) quando o profissional cobria pauta na escola de cadetes, sobre militares que contraíram a Covid-19 e teve também seu material de trabalho danificado.

A Fenaert lamenta profundamente os ataques, repudiando toda e qualquer atitude que prejudique a coleta e apuração de informações relevantes e de interesse público. Reitera também o compromisso com a segurança e integridade dos profissionais de imprensa, que desempenham papel fundamental durante a cobertura da pandemia mundial de Coronavírus e seus desdobramentos políticos, econômicos e sociais.

Fenaert repudia violência contra jornalista durante ato pró-governo

Neste domingo (17), durante cobertura no Palácio do Planalto, em manifestações de apoiadores do presidente Jair Bolsonaro, a jornalista Clarissa Oliveira foi atingida na cabeça por uma bandeira do Brasil, carregada por uma das manifestantes. Além disso, os populares presentes no ato voltaram a atacar verbalmente os profissionais de imprensa que realizam seus trabalhos.

A Fenaert lamenta profundamente os ataques, repudiando toda e qualquer atitude que prejudique a coleta e apuração de informações relevantes e de interesse público. Reitera também o compromisso com a segurança e integridade dos profissionais de imprensa, que desempenham papel fundamental durante a cobertura da pandemia mundial de Coronavírus e seus desdobramentos políticos, econômicos e sociais.

 

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Entidade mundial pede que grandes empresas protejam jornalistas de assédio virtual

A organização Repórteres Sem Fronteiras (RSF) emitiu um alerta em razão de ataques online a jornalistas que noticiam sobre a pandemia de Covid-19. No documento, é feita uma solicitação para que grandes empresas, como Facebook e Google, intensifiquem as ações para proteger os profissionais.

"Este período de pandemia sem precedentes é uma oportunidade única para resolver um problema sistêmico nas plataformas online, que devem se comprometer com maior transparência em suas operações de moderação e nas ações realizadas para combater o cyberbullying de jornalistas", diz o secretário-geral da RSF, Christophe Deloire. 

 O texto destaca que, em diversos países, jornalistas foram atacados virtualmente, após questionarem informações fornecidas pelas autoridades locais sobre o novo coronavírus. A organização ainda revela que um levantamento apontou o envolvimento de políticos no respaldo a trolls e a apoiadores que disseminam campanhas de ódio.

"É muito alarmante ver o ódio político de líderes como combustível contra jornalistas on-line, simplesmente porque eles não cobrem a crise de 19 Covid como os líderes querem", lamenta Deloire. 

Twitter, Facebook e YouTube anunciaram, em março, que passariam a utilizar mais sistemas automatizados, em vez de profissionais, na filtragem de conteúdos que violam as regras. Porém, a RSF, pontua que moderadores humanos tem maior capacidade do que a inteligência artificial.

 

Fonte: Coletiva.net

Kantar Ibope Media: mais jovens utilizam o Rádio para ouvir música durante a pandemia da COVID-19

O Kantar Ibope Media vem acompanhando o comportamento das pessoas e das empresas com relação ao meio Rádio durante o período de pandemia do coronavírus. O mais recente estudo divulgado pela empresa, mostra como cada público está reagindo com o meio, evidenciando como é o comportamento em cada fase da vida.

Segundo o levantamento do Kantar Ibope Media, entre os ouvintes mais jovens que foram pesquisados, esse é o momento de ouvir música pelo Rádio. Esse público, segundo a pesquisa, está na faixa dos 10 aos 14 anos (com maior frequência) e dos 15 aos 19 anos.

Numa faixa mais velha, dos 20 aos 34 anos (chamados na pesquisa como jovens adultos), os ouvintes estão com mais tempo livre para ouvir Rádio. Porém, essa faixa busca mais informações sobre a COVID-19.

Para a faixa das pessoas mais velhas, dos 50 aos 59 anos e maiores de 60 anos, o Rádio serve para a busca de informações de acontecimentos gerais. Esse grupo usa o Rádio como fonte de notícias para outros tipos de assunto, além das informações sobre o coronavírus.

Comportamento por região

Em outro levantamento realizado pelo Kantar Ibope Media, foi constatado que, com 71%, o índice regional de consumo de rádio durante o isolamento social é elevado nas 13 regiões metropolitanas pesquisadas, com parte dos entrevistados revelando que ampliaram o tempo destinado ao meio.

Belo Horizonte registrou 74% dos entrevistados afirmando que mantiveram ou elevaram o consumo de rádio durante o isolamento. Curitiba registrou 72% e Porto Alegre 71%. Campinas, Salvador e Goiânia com 70% para manter ou ampliar a audição de rádio. Vitória registrou 69%, São Paulo 67% e Florianópolis com 62%.

Os levantamentos são importantes, pois mostram que, mesmo em isolamento, as pessoas continuam ouvindo Rádio, na mesma intensidade de antes ou até mesmo mais. Em números, 77% dos entrevistados nos primeiros dias de abril afirmaram ouvir rádio, sendo 71% afirmando que ouviram as emissoras na mesma quantidade ou mais após as medidas de isolamento social. E 20% disseram ouvir “muito mais” rádio após o isolamento.

 

Fonte: TudoRádio

Brasileiros podem ser multados por fake news sobre o coronavírus

Acre, Ceará e Paraíba passaram a multar quem compartilha informações falsas envolvendo a doença; São Paulo, Piauí, Amazonas, Espírito Santo e Bahia também estudam projetos similares

 

Além das preocupações em várias esferas em relação ao novo coronavírus, o mundo sofre com um outro problema: as fake news. Supostas declarações de especialistas de saúde que nunca existiram, relatos inventados sobre pessoas curadas com remédios comuns e até mesmo teorias da conspiração sobre o surgimento da doença são disseminadas aos montes em redes sociais.

Para tentar combater o problema, três estados brasileiros (Acre, Ceará e Paraíba) aprovaram leis que multam quem compartilha informação falsa na internet. Os valores propostos variam de R$ 2,2 mil no Ceará, R$ 7,4 mil no Acre, e chegando a R$ 10,2 mil na Paraíba.

No entanto, apesar de resolver uma questão cada vez mais presente na sociedade, apontar um conteúdo como falso ou enganoso pode ser bastante complexo, pois envolve fatores ainda não muito claros.

De acordo com Marcelo Träsel, presidente da Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo, "a imprensa é que mais produz informação sobre a pandemia. E muitas autoridades são negacionistas. Se alguma delas receber o vídeo de um epidemiologista defendendo a quarentena, vai considerar fake news?". E acrescenta: "Como as leis são vagas, fica a critério das autoridades decidir o que se enquadra e o que não". 

Leis em outros estados

Projetos similares aos adotados pelos três estados citados estão em tramitação em São PauloPiauíAmazonasEspírito Santo e Bahia. De modo similar, todos eles propõem alguma multa para quem disseminar conteúdo que engane a população.Os valores da punição variam de acordo com o projeto. Em São Paulo, por exemplo, o preço a ser pago pela divulgação de fake news pode custar aos bolsos R$ 5,5 mil; na Bahia, o montante é ainda mais alto, com sugestão de até R$ 18,8 mil.

Ao todo, estima-se que ao menos seis projetos do tipo foram apresentados à Câmara dos Deputados desde o dia 18 de março. Em cinco deles, o risco da disseminação de informação enganosa é enquadrado como crime no Código Penal. Em outros dois, foi solicitado que apenas ocupantes de cargos públicos possam ser responsabilizados pelo compartilhamento de conteúdo falso.

Via: Estadão

Federação repudia ataques verbais do presidente Jair Bolsonaro contra jornalistas

Nesta terça-feira, 5, o presidente Jair Bolsonaro repetiu novamente ataques aos profissionais de imprensa que cobriam pronunciamento do governo. Bolsonaro, ao ser questionando sobre troca de comando na Polícia Federal, respondeu com gritos de "cala a boca". As falas foram repetidas por apoiadores, gerando discussão no momento da coletiva.

A Fenaert lamenta profundamente os ataques, que seguem se repetindo com intensidade e demonstrando total falta de consideração pelo trabalho dos jornalistas. A entidade repudia toda e qualquer atitude que prejudique a coleta e apuração de informações relevantes e de interesse público. Reitera também o compromisso com a segurança e integridade dos profissionais de imprensa, que desempenham papel fundamental durante a cobertura da pandemia mundial de Coronavírus e seus desdobramentos políticos, econômicos e sociais. 

 

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