Eleições reafirmam a força do rádio e seu papel local. Meio cresce nos canais digitais

Como era de se esperar, o primeiro turno das eleições municipais atraiu um grande interesse do público na cobertura realizada pelos veículos de comunicação. E o rádio teve um papel de destaque neste domingo (15). A procura na internet pelas coberturas ao vivo realizadas pelas estações foi recorde, onda constatada em praticamente todas as regiões do país. Para se ter uma ideia, o tudoradio.com registrou volumes de audiência que superam em 10 vezes o pico tradicional verificado em dias de semana. Acompanhe:

Em seu diretório de rádios ao vivo, o tudoradio.com constatou um avanço acima do normal em acessos já nas primeiras horas do dia, quando o processo de votação foi iniciado (as 07h00). Mas os volumes de acessos foram ampliados de forma mais significativa a partir das 16h00 (horário de Brasília), com o pico 10 vezes superior ao maior volume de acessos do portal sendo mantido entre 17h00 e 20h00. A normalização do tráfego de acessos foi percebida apenas as 0h30, já na segunda-feira (16).

Nesses acessos estavam pessoas interessadas na cobertura sobre a apuração eleitoral local, assim como os comentários feitos pelas equipes das emissoras. Afinal, são vários os portais de internet que disponibilizam a contagem de votos em tempo real no on-line. Mesmo com essa facilidade, o rádio foi buscado.

Segundo o Google Trends, que mostra a tendencia e o comportamento de usuários em buscas no próprio Google, a pesquisa por palavras relacionadas ao meio aumentaram de forma significativa. A busca contendo a palavra Rádio avançou 525% nos últimos 7 dias, com pico neste domingo.

E a onda de acessos não foi exclusividade de uma determinada rádio ou aconteceu em poucas regiões. Foi em praticamente todo o país. Foram constatados fluxos de acessos significativos em todos os estados, beneficiando muitas emissoras de cidades médias e pequenas.

Internet é uma realidade. E o rádio está nela

O movimento visto ontem nos canais digitais mostram que a internet é algo que já faz parte do cotidiano da população, independente da localidade. E o rádio já está inserido nesse contexto, independente da qualidade do trabalho feito por determinada emissora. O público usou os canais digitais para acessar a sua rádio preferida.

Esse cenário colabora que o avanço tecnológico deve ser considerado por qualquer emissora e trata-se de uma oportunidade de manter a relevância do meio. E essa onda virtual não significa uma procura menor do rádio AM e FM via ondas terrestres, como provavelmente os institutos que aferem a audiência do rádio devem constatar.

A importância local do rádio

Esse foi outro ponto reforçado neste domingo (15). Ele não diz respeito se uma emissora possuí uma bandeira local ou de rede, mas sim o que a estação oferece quando há um tema de grande interesse de sua localidade. E as eleições mostram isso: na onda virtual foram beneficiadas rádios de diferentes formatos e bandeiras, mas que se dedicaram a prestar alguma informação sobre a corrida eleitoral local.

Claro que a cobertura de grandes redes e de estações em centros maiores, destacadas nesta redação durante a semana passada, também foram relevantes, expondo números expressivos em suas transmissões multiplataformas.

De qualquer forma, os números coletados por diferentes plataformas e emissoras neste domingo reforçaram, de novo, a relevância do rádio para a população e como o meio já está integrado à internet.

Vale lembrar que os dados de acessos ainda serão consolidados e podem sofrer atualizações. E eles não representam todo o volume de acessos que uma rádio pode ter, pois ela conta também com seu portal, aplicativos, redes sociais e outros diretórios agregadores/indexadores.

Fonte: Tudo Rádio

Autorizada a flexibilização da Voz do Brasil para transmissão de jogos da Seleção Brasileira

O Ministério das Comunicações (Minicom) publicou, nesta terça-feira (17), a Portaria nº 1.394/2020, que autoriza de maneira excepcional a flexibilização do programa A Voz do Brasil para as rádios que transmitirem os jogos da Seleção Brasileira de Futebol.A medida amplia os efeitos da Portaria nº 1.250/2020 – que autorizou a flexibilização excepcional do programa para as emissoras que desejarem transmitir os jogos do Campeonato Brasileiro, da Copa do Brasil ou da Libertadores – também para as partidas da Seleção Brasileira.De acordo com a portaria, as rádios que transmitirem o jogo previsto para hoje (17), às 20h, entre Brasil e Uruguai, estão autorizadas a veicular o programa A Voz do Brasil em horário diferenciado, com início até as 23h.As regras para a flexibilização ou dispensa nos casos de transmissão das partidas da Seleção Brasileira são as mesmas dos jogos do Campeonato Brasileiro, da Copa do Brasil ou da Libertadores, previstas na Portaria 1.250/2020, e também valem enquanto perdurar o estado de calamidade pública provocado pela pandemia de COVID-19.

Acesse a portaria clicando AQUI.

Fonte: Com informações da Abert

Migração de canais de TV para a banda Ku só será subsidiada onde não houver sinal digital terrestre

Uma das questões críticas que o conselho diretor da Anatel ainda terá que decidir sobre o edital de 5G diz respeito à solução que será dada para o problema de interferências das transmissões de 5G na faixa de 3,5 GHz e a recepção dos sinais de TV aberta via satélite. O texto do edital definitivo, que chegou esta semana ao conselho, deixa os dois caminhos abertos ao conselho: a mitigação com o uso de filtros, como pedem as operadoras de telecomunicações alegando um custo substancialmente menor, e a migração dos canais de banda C para a banda Ku, como defendem os radiodifusores.

A proposta da área técnica, referendada pela Procuradoria Federal Especializada da Anatel, indica contudo algumas condições para a migração para a banda Ku. A primeira é que apenas os canais nacionais serão considerados, o que deverá ser indicado pelos próprios radiodifusores, caso esta opção prevaleça. Também só serão considerados os canais que estejam em um único satélite (a Anatel não fala, mas obviamente seria o StarOne C2, onde estão a maioria dos canais de TV aberta). Também caberá aos radiodifusores indicarem para qual satélite em banda Ku será feita a migração, podendo ser feita uma migração para mais de um satélite se não houver impacto no custo. A Anatel não está prevendo custo de instalação dos kits de banda Ku, que serão distribuídos a usuários de baixa renda do Cadastro Único apenas em localidades em que não haja recepção de TV digital terrestre (exceto áreas de sombra). Mas terão direito ao kit domicílios que eventualmente tenha serviço de TVRO, desde que sejam de baixa renda e não haja TV digital aberta terrestre disponível.

A agência calcula um período de pelo menos 18 meses até que a migração dos canais abertos para a banda Ku esteja concluído, mas isso não quer dizer que a faixa de 3,5 GHz não possa ser ativada antes. Isso poderá acontecer em qualquer localidade em que a TV aberta esteja disponível para recepção, pois a condição básica da política de migração é assegurar a recepção dos canais de TV.

Em relação ao modelo de mitigação por filtro para as parabólicas de banda C, como querem as teles, a Anatel não prevê a necessidade de subsídio para a instalação do kit, que ficaria por conta do usuário.

Fonte: TeleTime

Minicom e Anatel têm troca de nomes

O advogado Fábio Wajngarten assumiu a Secretaria Especial de Comunicação Social do Ministério das Comunicações. Ele deixou a Secretaria Executiva do Minicom que será assumida pelo também advogado Vitor Elisio. As nomeações foram publicadas no Diário Oficial da União (DOU) do último dia 5 e já haviam sido anunciadas pelo ministro Fábio Faria no início de sua gestão.

A Anatel também anunciou seu conselheiro substituto: Abraão Balbino e Silva, que ocupará interinamente o posto, após o fim do mandato de Vicente Aquino.

Fonte: Abert

Do streaming ao vivo: Netflix testa formato de programação televisiva

Após o lançamento da ferramenta 'aleatório', a Netflix deu mais um passo em direção à criação de uma programação no formato da televisão tradicional. A empresa começou a testar, na França, um canal intitulado Direct, com o intuito de reproduzir, dentro da plataforma de streaming, a grade habitual de uma emissora a partir de conteúdos originais - que engloba 24 horas de conteúdo e deve ser renovada após cinco dias. 

A partir do momento que é ativado, o serviço passa a exibir filmes, séries e documentários que foram pré-programados a todos os assinantes. Contudo, vale ressaltar que a opção não tem as ferramentas típicas do streaming, a exemplo de retroceder o conteúdo. 

Assim como os demais conteúdos, o Direct está disponível apenas na versão web do serviço. Enquanto a estreia para toda a França está programada para dezembro, não há estimativa de quando será implementado em outras nações.

Fonte: Coletiva.net

Consumo das rádios nas plataformas digitais aumentou 52,35% em Q2

Realizado pela Nextdial, a segunda edição do NextOnDial, primeiro estudo detalhado da audiência nas plataformas digitais dos radiodifusores no Brasil, revela um total de 75.062.634 impactos no segundo trimestre, um aumento de 16,82% em relação aos 64.252.742 do estudo anterior. O consumo total passou de 170 horas para 259 horas, um aumento de 52,35% no período.

A auditoria contou com a participação de 116 emissoras FM brasileiras com presença nos meios digitais e os números reiteram que os brasileiros ouvem sua rádio preferida em 05 dispositivos: smartphone, desktop, videogame, smart speaker e smart TV, e consideram o alcance de ouvintes únicos e o tempo médio direto do servidor de streaming das emissoras assinantes da tecnologia Nextdial Intelligence.

Para o estudo foram coletadas a data e hora de início do impacto; data e hora de término do impacto; o tempo total contabilizado pelo servidor de streaming; o IP do ouvinte; e os identificadores de ouvintes de aplicação (site ou aplicativo que o ouvinte usou) gerados pela Nextdial. O estudo não considera a audiência do dial nos aparelhos analógicos tradicionais.

Segundo a Nextdial, no período de realização da pesquisa NextOnDial 20-Q2, algumas emissoras que haviam participado do estudo anterior solicitaram o cancelamento da auditoria e novas emissoras passaram a ser auditadas. “Os resultados compartilhados são e sempre serão valores consolidados, não sendo permitido individualizar qualquer emissora participante”, comenta Thiago Fernandes, diretor da Nextdial e coordenador do estudo.

Segundo ele, foram aplicadas duas métricas para a elaboração do levantamento: ALC30# para pessoas diferentes que ouviram uma determinada emissora em um período de 30 dias; e TMED# para apontar quanto tempo os ouvintes estiveram sintonizados na emissora durante o período. Para calcular o alcance da audiência e o consumo de rádio é sempre considerado o número de pessoas diferentes que ouviram uma determinada emissora, por pelo menos um minuto, em um período de tempo definido e excluindo impactos de “preloading” (que é definido pelos dados baixados do servidor de streaming com o objetivo de melhorar a percepção de velocidade de um aplicativo ou navegador Internet), além de impactos mal formatados e padrões não humanos.

Os resultados do NextOnDial 20-Q2

Consumo Total: A média de horas consumidas com rádio digital, de segunda a domingo das 5h à meia noite, chegou a 63 horas em abril (contra 58 horas de janeiro), 89 horas em maio (contra 52 horas de fevereiro) e 109 horas em junho (contra 60 horas de março). O consumo médio de horas no primeiro semestre foi de 71 h 48 min, somando-se as médias dos meses de Q1. O consumo total acumulado passou de 170 horas em Q1 para 259 horas em Q2, um aumento de 52,35% no período, que somam 340 horas no primeiro semestre do ano.

Alcance: Nos meses de abril, maio e junho, ao longo da manhã o alcance aumenta até chegar ao pico do dia, entre 11h30min e 12h30min, chegando a 84 mil ouvintes (contra 60 mil de Q1). Entre 05h e 06h a média chegou a 10 mil ouvintes (contra 8 mil do Q1). No meio da tarde, entre 15h e 16h, a média registrada foi de 69 mil ouvintes (contra 51 mil de Q1), enquanto no final da noite, a partir das 23h, o alcance chegou a 23 mil ouvintes (contra 18 mil de Q1). Comparado com Q1, obtemos uma média de 44 mil ouvintes mensais ao longo do primeiro semestre de 2020.

Os consumo por dispositivos

No desktop em abril foram 28 h 18 min horas consumidas (contra 19 h 42 min de janeiro); em maio 38 h 06 min (contra 20 h 48 min de fevereiro) e em junho 43 h 13 min (contra 26 h 06 min de março). Ao final do primeiro semestre obtivemos uma média de 29 h 19 min consumidas. O alcance no desktop no início da manhã (das 05h às 09h) chegou a 17 mil ouvintes diferentes (contra 11 mil de Q1). O pico das 12h às 13h foi de 22 mil ouvintes diferentes (contra 12 mil de Q1) ouvintes; no meio da tarde, das 15h às 16h, alcançou 17 mil diferentes (contra 10 mil de Q1) . No final da noite, das 23h à 0h, foram contabilizados 8 mil ouvintes diferentes (contra 6 mil de Q1). No semestre a média acumulada é de 12 mil e 457 ouvintes diferentes impactados pelo desktop.

No mobile em abril, o tempo médio de consumo acumulou 27h 42 min (contra 19h 30 min de janeiro); em maio foram 37 h 35 min (contra 20h 36 min de fevereiro), e em junho 42 h 48 min (contra 26 h 06 min março).  Ao final do primeiro semestre obtivemos uma média de 29 h 04 min de consumo. O alcance no mobile no início da manhã (das 05h às 09h) chegou a 16 mil ouvintes diferentes (contra 11 mil de Q1); no pico das 12h às 13h com 23 mil ouvintes diferentes (contra 14 mil de Q1); no meio da tarde, das 15h às 16h, foram 16 mil ouvintes diferentes (contra 10 mil de Q1). No final da noite, das 23h à 0h, foram 8 mil ouvintes diferentes (contra 6 mil de Q1). A média no semestre chegou a 12 mil e 108 ouvintes diferentes.

Na Smart TV o mês de abril totalizou 37 h 06 min (contra 25 h 16 min de janeiro), em maio foram  (contra 29 h 28 min de fevereiro) e em junho 69 h 34 min (contra 37h 25 min de março). Ao final do primeiro semestre obtivemos uma média de 42 h e 37 min de consumo. O alcance em Smart TV no início da manhã (das 05h às 09h) chegou a 18 ouvintes diferentes (contra 13 de Q1); no pico das 12h às 13h com 204 ouvintes diferentes (contra 142 ouvintes diferentes de Q1); no meio da tarde, das 15h às 16h, foram 422 ouvintes diferentes (contra 223 de Q1). No final da noite, das 23h à 0h, 116 ouvintes diferentes (contra 81 de Q1). Ao final do semestre, obtivemos a média de 227 ouvintes diferentes.

No Smart Speaker, o consumo em abril totalizou 29h 02 min (contra 14 h 55 min de janeiro), em maio 29 h  min (contra 15 h e 52 min de fevereiro), e em junho foram 21 h 12 min (contra 21 h de março). Ao final do primeiro semestre obtivemos uma média de 23 h e 28 min de consumo. O alcance no Smart Speaker no início da manhã (das 05h às 09h) chegou a 521 ouvintes diferentes (contra 322 de Q1); no pico das 12h às 13h foram 1.047 ouvintes diferentes (contra 474 de Q1); no meio da tarde, das 15h às 16h, obtivemos 755 ouvintes diferentes (contra 365 de Q1). No final da noite, das 23h à 0h, foram 279 ouvintes diferentes (contra  186 de Q1). No semestre obtivemos a média de 443 ouvintes diferentes que consumiram rádio digital pelo dispositivo.

A partir dos consoles de videogames, o consumo de rádio em abril foi de 02 h 17 min (contra 02 h 24 min  de janeiro); em maio, foram 06 h 29 min (contra 02 h 20 min de fevereiro). Em junho, 6 h 48 min (contra 3h 22 min de março).  Ao final do primeiro semestre obtivemos uma média de 3 h e 53 min de consumo. O alcance no videogames no início da manhã (das 05h às 09h) teve 02 (Em Q1, também 01 ouvinte); no pico das 12h às 13h com 04 ouvintes diferentes (contra 03 de Q1); no meio da tarde, das 15h às 16h, teve 03 ouvinte diferentes (contra 01 de Q1). No final da noite, das 23h à 0h, com 02 ouvintes diferentes (contra 01 ouvinte de Q1). Ao final do semestre, obtivemos a média de 02 ouvintes diferentes que consumiram rádio digital pelo dispositivo.

Agregadores

Nos agregadores, em abril foram totalizadas 11 h 42 min (contra 06 h 54 min de janeiro); em maio foram 13h 42 min (contra 08 h 21 min de fevereiro). Em junho, 13h 52 min (contra 08h 13 min de março), totalizando uma média de 10h 21 minutos no semestre. Ao final do primeiro semestre obtivemos uma média de 9 h e 49 min de consumo. O alcance dos agregadores em Q2 foi de 39 h 48 min (contra 27 h 28 min).

Abrangência: estados e território nacional

O alcance fora da cobertura local da rádio foi de 54,19% (contra 49,81% de Q1). O estado com maior alcance foi São Paulo, com 981 mil (contra 800 mil de Q1). O Paraná aparece na segunda posição com 142 mil (contra 167 mil de Q1), seguido de Minas Gerais com 102 mil (contra 80 mil em Q1) e Rio de Janeiro, com 77 mil 692 contra 61 mil e 559 no 20-Q1.

Escala nacional e internacional

Também neste novo NextOnDial,  o consumo do conteúdo das emissoras brasileiras por ouvintes localizados fora do território nacional se manteve estável e pouco expressivo, o que pode ser observado nos trimestres analisados. Em 20-Q1 a escala nacional chegou a 95,09%, e a internacional ficou em 4,91%. Agora, foi registrado uma leve queda para 94,21% para nacional, ficando 5,79% para a internacional, um leve acréscimo de pouco mais de 01 ponto percentual em comparação a Q1.

Clique para baixar o estudo completo: NextOnDial 20-Q2 (PT-BR)

Fonte: Nextdial

Anatel prorroga Consulta Pública com a canalização do FM estendido para migração AM-FM até o dia 9 de dezembro

A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) decidiu prorrogar o prazo de vencimento das contribuições e sugestões da Consulta Pública nº 70 de 20 de outubro de 2020 referentes a centenas de canais que serão utilizados para a migração AM-FM. Inicialmente, a consulta tinha previsão de ser encerrada nesta segunda-feira (9), a Anatel prorrogou o prazo até 9 de dezembro.

A consulta pública prevê centenas de canais destinados à canalização do chamado dial FM estendido. O documento sugere diversas cidades, incluindo diversas capitais como São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Belo Horizonte, Curitiba, Fortaleza, Recife, Porto Alegre e suas respectivas regiões metropolitanas, além de grandes cidades como Campinas, São José dos Campos, Ribeirão Preto, Sorocaba, Joinville, Londrina, entre outras.

Outra novidade que essa consulta pública pode trazer são as rádios que estão previstas no dial estendido terem a oportunidade de migrar para o dial convencional (88 FM a 107 FM). De acordo com Eduardo Cappia, diretor técnico da AESP, serão realizadas reuniões setoriais por estado, com a presença da ABERT, para levantar a hipótese de se ter mais emissoras conquistando um canal na frequência convencional.

"Deverá ser feita uma revisão no plano, tirar limitações da faixa estendida, estudar localização de estações, ou seja, otimizar, viabilizando as implantações na faixa estendida. Além disso, atender aos estados do Sul e Sudeste, onde a situação é mais crítica e também analisando os casos nas demais regiões do Brasil", ressaltou Cappia.

Ao todo, a consulta pública aponta 365 canais (na maioria em dial estendido) em 14 estados. Entre as cidades que foram contempladas nesta consulta estão São Paulo, Salvador, Fortaleza, Brasília, Goiânia, Belo Horizonte, Recife, Curitiba, Rio de Janeiro, Porto Alegre, Aracaju, Florianópolis e as cidades das respectivas regiões metropolitanas. Além disso, há cidades no interior do país, como Blumenau, Criciúma, Joinville, Campinas, Sorocaba, Ribeirão Preto, São José do Rio Preto, Presidente Prudente, Santos, São Jose dos Campos.

Novo regulamento sobre canalização entre em vigor no dia 3

O novo Regulamento sobre Canalização e Uso de Radiofrequências, aprovado pela Anatel vai entrar em vigor na próxima terça-feira (3). Esse novo regulamento vai levar diversas mudanças na regulamentação do setor da radiodifusão, como a viabilização da migração AM-FM e a disponibilização da faixa estendida, que será operada de 76.1 FM a 87.5 FM.

Frequências em FMe nas capitais e suas respectivas classes de operação (porte técnico), segundo consulta pública:

São Paulo: 76.7 FM (E2), 77.1 FM (E2), 77.5 FM (E2), 77.9 FM (A1), 78.7 FM (A2), 79.5 FM (A4), 83.5 FM (A4), 84.3 FM (A4), 85.1 FM (A4), 85.9 FM (A1) e 86.3 FM (A1)

Grande São Paulo: Cotia (76.1 FM - A2), Guarulhos (84.7 FM - A4 / 85.5 FM - A4), Itapevi (86.7 FM - A4), Mauá (81.5 FM - A4), Mogi das Cruzes (78.3 FM - A3 / 83.9 FM - A4), Osasco (79.1 FM - A4 / 79.9 FM - A3), Santa Isabel (81.7 FM - A1 / 82.1 FM - E3), Santo André (80.3 FM - A1 / 81.9 FM - A4), São Bernardo do Campo (81.1 FM - A4), São Caetano do Sul (80.7 FM - A3). 

Rio de Janeiro - 77.3 FM (A4), 78.1 FM (A4), 78.9 FM (A4), 80.5 FM (A3), 81.3 FM (A2), 82.1 FM (A2), 82.9 FM (A1), 83.7 FM (A1), 84.5 FM (E3), 84.9 FM (E2), 85.3 FM (E2), 85.7 FM (E2), 86.1 FM (E2), 86.5 FM (E2)

Grande Rio de Janeiro:  Niterói (76.5 FM - E3 / 76.9 FM - A1), Nova Iguaçu (80.1 FM - A1), São Gonçalo (81.7 FM - A1), São João de Meriti (80.9 FM - A4).

Brasília: 76.1 FM (A1), 76.9 FM (A1), 77.7 FM (A2), 78.5 FM (A3), 79.3 FM (A4), 80.1 FM (A3)

Entorno do DF / Brasília: Santo Antônio do Descoberto (82.1 FM - A4 / 86.1 FM - A3)

Belo Horizonte: 78.5 FM (A3), 79.3 FM (A2), 80.1 FM (A1), 80.9 FM (E3), 81.7 FM (E2)

Grande Belo Horizonte: Nova Lima (76.1 FM - A3 / 76.9 FM - E3), Pedro Leopoldo (78.1 FM - A3), Sete Lagoas (79.7 FM - A4 / 80.5 FM - A4), Vespasiano (78.9 FM - A4)

Salvador: 76.1 FM (A4), 76.9 FM (A4), 77.7 FM (A3), 78.5 FM (A2), 79.3 FM (A2), 80.1 FM (A1), 80.9 FM (E2), 81.7 FM (E3)

Curitiba: 80.1 FM (A4), 80.5 FM (A4), 80.9 FM (A4), 81.3 FM (A4), 83.7 FM (A3), 84.1 FM (A3), 84.5 FM (A3), 85.3 FM (A1), 85.7 FM (A1), 86.1 FM (E3), 86.5 FM (E3).

Grande Curitiba: Balsa Nova (79.3 FM - A4), Campo Largo (82.5 FM - A1), Colombo (84.9 FM - A2), São José dos Pinhais (82.1 FM - A3).

Recife: 76.1 FM (A1), 76.9 FM (A4), 77.7 FM (A2), 78.5 FM (A4), 79.3 FM (E2), 80.1 FM (A1), 80.9 FM (E3)

Grande Recife: Cabo de Santo Agostinho (82.9 FM - A4), Paulista (86.5 FM - A3), São Lourenço da Mata (82.1 FM - C)

Porto Alegre: 79.5 FM (A4), 80.3 FM (A3), 81.1 FM (A3), 82.5 FM (A2), 83.3 FM (A1), 84.1 FM (A1), 84.9 FM (A1), 85.7 FM (E2), 86.5 FM (E2)

Grande Porto Alegre: Canoas (77.9 FM - A2 / 78.7 FM- B1 / 79.1 FM - A4), Esteio (76.7 FM - A4 / 81.5 FM - A4), Gravataí (77.1 FM - A1 / 80.7 FM - A4), Guaíba (76.3 FM - A2), São Leopoldo (81.9 FM - A4)

Fortaleza: 76.9 FM (A4), 77.7 FM (C), 78.5 FM (A2), 79.3 FM (A1), 80.1 FM (A1), 80.9 FM (A1), 81.7 FM (E3)

Grande Fortaleza: Caucaia (79.7 FM - A2), Maracanaú (76.1 FM - A1 / 80.5 FM - A4), Pacatuba (78.9 FM - C)

Goiânia: 82.5 FM (A3), 83.3 FM (A4), 84.1 FM (E3), 84.9 FM (A1), 85.3 FM (A1), 85.7 FM (A1), 86.5 FM (A2)

Grande Goiânia: Aparecida de Goiânia (82.9 FM - A2)

Florianópolis: 80.5 FM (C), 81.3 FM (B2), 84.7 FM (A4), 85.5 FM (A3), 86.3 FM (A1)

Grande Vitória: Cariacica (86.1 FM - A1 / 86.5 FM - A1)

Mais cidades:

Campinas (SP): 84.5 FM (A2), 84.9 FM (A4), 85.3 FM (A4), 85.7 FM (A3), 76.3 FM (B1 - Americana), 82.5 FM (C - Americana), 78.5 FM (A4 - Itatiba), 78.1 FM (A1 - Nova Odessa), 78.9 FM (B1 - Sumaré), 79.3 FM (A4 - Valinhos)

São José dos Campos (SP): 76.5 FM (C), 78.9 FM (A1), 80.5 FM (A3), 84.9 FM (A4 - Jacareí)

Ribeirão Preto (SP): 80.1 FM (E3), 82.7 FM (A1), 83.1 FM (A1), 84.9 FM (A4), 85.3 FM (A4), 85.9 FM (E3 - Sertãozinho), 86.5 FM (C - Sertãozinho)

Sorocaba (SP): 80.1 FM (A4), 82.7 FM (A3), 76.5 FM (A3 - Votorantim), 78.3 FM (C - Votorantim)

Santos (SP): 76.1 FM (E3), 76.9 FM (A1), 77.7 FM (A1), 78.5 FM (A4), 79.3 FM (A4), 77.3 FM (A4 - Guarujá)

Jundiaí (SP): 82.3 FM (A1), 83.1 FM (A1)

São José do Rio Preto (SP): 82.1 FM (A1), 82.5 FM (A2), 83.3 FM (A4), 83.9 FM (A4)

Piracicaba (SP): 80.3 FM (A1), 80.9 FM (A2)

Taubaté (SP): 79.3 FM (A1), 80.1 FM (E3), 80.9 FM (A3)

Franca (SP): 83.9 FM (A2), 84.7 FM (A2), 85.5 FM (A2)

Limeira (SP): 82.9 FM (A1), 83.3 FM (A2)

Marília (SP): 76.7 FM (A1), 77.1 FM (A3)

Presidente Prudente (SP): 76.5 FM (A3), 76.9 FM (A2), 77.7 FM (A4), 78.1 FM (A4)

Rio Claro (SP): 83.9 FM (A1), 85.5 FM (C), 86.1 FM (C)

Petrópolis (RJ): 78.5 FM (C), 79.3 FM (A4)

Londrina (PR) - 77.7 FM (B1)

Foz do Iguaçu (PR): 80.5 FM (A4), 80.9 FM (A4)

Caxias do Sul (RS): 77.5 FM (A4) 82.9 FM (A2), 83.7 FM (A2), 86.1 FM (E3), 79.9 FM (A3 - Farroupilha)

Joinville (SC): 77.3 FM (C), 78.1 FM (B2), 78.9 FM (A4), 79.7 FM (A4)

Blumenau (SC): 82.1 FM (A4), 82.7 FM (A4), 83.1 FM (A3), 83.9 FM (A1)

Itajaí (SC): 82.5 FM (C), 83.5 FM (C)

Colaborações de Daniel Starck e Luiz Fernando

Fonte: Tudo Rádio

Publicada a Portaria que autoriza a flexibilização ou dispensa da Voz do Brasil para veiculação de campeonatos de futebol

O Ministério das Comunicações (Minicom) publicou, nesta sexta-feira (6), a Portaria nº 1.250/2020, que autoriza de maneira excepcional a flexibilização ou dispensa do programa A Voz do Brasil para as rádios que transmitirem jogos de futebol enquanto perdurar o estado de calamidade pública provocado pela pandemia de COVID-19, reconhecido pelo Decreto Legislativo nº 6, de 20 de março de 2020. 

De acordo com a portaria, as emissoras que desejarem transmitir os jogos do Campeonato Brasileiro – de todas as séries, inclusive o campeonato feminino – da Copa do Brasil ou da Libertadores, ficam autorizadas a transmitir A Voz do Brasil em horário diferenciado, da seguinte forma:

(i)           para transmissão de jogos com início marcado entre as 19h e as 20h30, o programa poderá ser retransmitido com início até as 23h do mesmo dia; e,

(ii)          para transmissão de jogos com início marcado para depois das 20h30, o programa de que trata o caput poderá ser retransmitido, sem cortes, antes do jogo, nos horários originalmente previstos, ou com início até as vinte e três horas e trinta minutos do mesmo dia.

A portaria permite, ainda, que a retransmissão da Voz do Brasil seja dispensada no caso de partidas com prorrogação, decisão por cobranças de pênaltis, ou no caso de força maior durante o jogo, que impeça seu término até o horário fixado para o início da transmissão do programa nos dias de jogos.

Para fazer jus à flexibilização do horário diferenciado, as emissoras deverão realizar a transmissão integral das partidas e, no caso da Copa Libertadores, só será permitida a flexibilização ou dispensa excepcional quando os jogos forem disputados por pelo menos um time brasileiro.

Acesse a portaria clicando AQUI.

Fonte: Com informações da Abert

Dia do Radialista: houve uma vez duas comemorações

Amanhã é dia do radialista. Aquele definido por lei, uma homenagem ao compositor, músico e radialista Ary Barroso, que nasceu em 7 de novembro de 1903. Porém, muito antes da oficialização, em 2006, os radialistas definiram seu dia como 21 de setembro, como lembrança da lei que fixava seu salário base, criada em 1943. Neste ano de pandemia, em meio a tantas perdas, há muitas razões para que os profissionais de rádio façam duas comemorações.

Um recente estudo da Kantar Ibope Media, o Inside Radio, mostrou a prevalência no meio nas casas brasileiras. Nas 13 regiões metropolitanas pesquisadas, o rádio é ouvido por 78% da população, atingindo públicos de todas as classes sociais e faixas etárias. Em todas as regiões do Brasil, o consumo diário de rádio ultrapassa quatro horas diárias. 

As empresas também veem a importância do meio, com as 25 marcas mais valiosas do país anunciando no rádio em 2020. Dentre os 5200 anunciantes e 6283 marcas, quase metade são exclusivos de rádio.

Para o rádio, este ano foi de desafios, mas também de oportunidades. Um ano de reconhecimento: da importância do meio e dos trabalhadores que garantem a qualidade do conteúdo e a veracidade da informação.

Aos radialistas, a Fenaert deixa uma homenagem pelo trabalho duro e incansável. Pela companhia em todas as horas, ao café da manhã ao caminho de volta para casa depois de um dia longo. 

Tenho certeza que, nos anos que estão por vir, continuaremos tendo inúmeros motivos para comemorar os dias dos radialistas e agradecer por tudo que fazem.

Guliver Leão

Presidente da Fenaert - Federação Nacional das Empresas de Rádio e TV

FENAERT comemora prorrogação da desoneração da folha

A Federação Nacional de Empresas de Rádio e TV (FENAERT) manifesta seu apoio aos senadores e deputados que, nesta quarta-feira (4), votaram para ajudar o mercado de trabalho. Ao todo, 430 deputados e 64 senadores votaram para derrubar o veto do presidente Jair Bolsonaro à prorrogação da desoneração da folha de pagamento de empresas. A entidade reconhece que a decisão evita uma crise ainda mais profunda no mercado de trabalho, em um momento delicado para a economia do país.

“Tal posicionamento é um alívio para os empregadores e 6 milhões de trabalhadores de 17 setores da economia. Sem a derrubada do veto, a situação do desemprego no país alcançaria patamares ainda mais elevados”, afirma Guliver Leão, presidente da Fenaert.

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