Painel destaca a tecnologia como uma força

“Nossa capacidade de impulsionar a mudança dependerá em parte de nossa habilidade de comunicar informações vitais de maneira eficaz, aproveitando o poder dos dados e da tecnologia digital”. A afirmação é do jornalista americano Jed Miller, painelista da quarta sessão de treinamento do programa Acelerando a Transformação Digital, que aconteceu na quinta-feira (17).

Com o tema “Como usar a tecnologia como uma força”, Jed Miller destacou pontos que considera importantes para uma emissora alcançar o público correto, por meio de conteúdos postados no ambiente digital, usando a tecnologia como aliada. Para o jornalista, as audiências são complementares e as emissoras devem estar no ambiente digital que seja financeira e estrategicamente importante para cada um. 

“Toda vez que algo de novo acontece, todo mundo quer. Mas é necessário inovar e planejar o seu conteúdo com antecedência para não parecer que seus posts e vídeos sejam vistos e classificados como algo bobo, sem fundamento e desnecessário. Não se trata só de transformação, mas de inovação, como estratégia de manter a audiência em suas plataformas. É muito importante conciliar o conteúdo de uma rádio com o das redes sociais”, alertou. 

Jed Miller lembrou ainda que uma informação pode levar as pessoas a mudarem seus comportamentos individuais e que, “toda atenção e cuidado devem ser voltados para a informação correta, evitando a disseminação de notícias enganosas. Tecnologia, mídia e democracia digital precisam andar sempre juntas”. 

Durante a apresentação, Jed Miller interagiu com o público, que respondeu enquetes online sobre conhecimento e interesse das emissoras em tecnologia digital.

Também participaram do encontro, representantes do ICFJ (International Center for Journalists) e da Meta, parceiros da ABERT no Acelerando a Transformação Digital, além do coordenador do projeto, Allen Chahad

 

Fonte: ABERT

ABERT lançará Relatório sobre Violações à Liberdade de Expressão no Brasil

A ABERT lança, na terça-feira (22), às 10h, o Relatório sobre Violações à Liberdade de Expressão 2021.

Os casos de agressões, ameaças, intimidações e ataques aos jornalistas e veículos de comunicação que aconteceram em 2021 no Brasil serão apresentados pelo presidente da ABERT, Flávio Lara Resende, em encontro virtual, com transmissão ao vivo pelas redes sociais da Associação. A entrevista coletiva será realizada pela plataforma Zoom.

Para participar da apresentação do relatório e da coletiva, o profissional de imprensa deve enviar solicitação para o email O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo., colocar no assunto “Lançamento Relatório ABERT”, informar o nome, o veículo que representa e o contato de WhatsApp para o envio do link à sala virtual.

Para acompanhar a transmissão ao vivo, acesse as redes sociais da ABERT:

Facebook: www.facebook.com/ABERT.RadioeTV

Youtube: www.youtube.com/user/assbrasilradiotv

 

Fonte: ABERT – ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE EMISSORAS DE RÁDIO E TELEVISÃO

“Névoa de guerra”: jornalismo é essencial no combate à desinformação das redes

Vulnerabilidade das redes sociais confunde e desinforma. O desafio do jornalismo é combater mentiras num cenário bastante complexo

 

Há 21 dias, a Rússia declarou guerra à Ucrânia. Nos feeds das mídias sociais, assim como em vários outros momentos históricos, explodem fotos, vídeos e informações divergentes, verdadeiras e falsas. Quem não busca esclarecimento em sites que produzem jornalismo sério, e consome apenas conteúdo dessas plataformas, corre o risco de tomar como verdade tudo que visualiza. Tanto Ucrânia quanto Rússia têm usado a névoa de guerra como estratégia, compartilhando informações desencontradas sobre número de mortos ou imagens de destruição.

Em entrevista ao Uol, Tasso Franchi, professor da Escola de Comando e Estado-Maior do Exército (Eceme), disse que a dificuldade em achar informações precisas é uma estratégia de guerra utilizada há muito tempo. “Você cria uma névoa, divulga informações erradas para diluir a certeza do inimigo e a capacidade dele de tomada de decisões”, falou ao site.

A estratégia de confundir e omitir a verdade pode atender aos objetivos militares, mas desinforma e ilude, principalmente a população. Os ucranianos são diretamente afetados ao procurar informações seguras, seja para buscar ajuda, abrigo ou sair das zonas de conflito, tendo em vista que milhares ainda tentam deixar o país, após tentativas frustradas de cessar-fogo.

Por outro lado, na Rússia, era por meio das redes sociais e alguns veículos independentes que a população acessava narrativas diferentes daquelas contadas pelo Governo Russo, que controla os meios de comunicação do país. O presidente Vladimir Putin, inclusive, proibiu que o termo guerra seja utilizado no país, bem como vetou o acesso dos russos ao Facebook e Twitter.

O papel do jornalismo

O jornalismo disputa seu espaço com gigantes da tecnologia, que moderam o que pode ou não ser visto, elogiado ou replicado na internet. Mas, assim como nas eleições de 2018, no contexto da pandemia e de diversas outras guerras, essas empresas, que dizem defender a democracia e condenar autoritarismos, não deixam completamente claro o que vêm fazendo para driblar as notícias falsas, que se espalham numa velocidade gigantesca.

Muitos profissionais da comunicação, por sua vez, vêm cumprindo o seu papel de forma ética e corajosa: o de dar luz a milhares de histórias cotidianas de pessoas que, repentinamente, precisaram deixar suas casas e vidas para se tornarem refugiados.

No Brasil, muitos dos materiais e informações disponíveis são replicados por agências internacionais, dada a distância, o investimento e também os riscos do envio de profissionais para os conflitos. Mas há jornalistas brasileiros espalhados em cidades fronteiriças com a Ucrânia, e outros dentro do país, que passaram ou ainda permanecem na região elaborando reportagens profissionais e humanas. Pela CNN Brasil: Mathias Brotero; Record: Leandro Stoliar e Roberto Cabrini; Band: Yan Boechat; SBT: Sérgio Utsch; Estadão: Eduardo Gayer; Rede Globo: Gabriel Chaim, Rodrigo Carvalho e Marcelo Courrege.

André Liohn, fotojornalista de guerra, está em Lviv e tem contribuído para a Folha de S. Paulo, além de produzir imagens fortes, sobretudo, tristes. Liohn, que diariamente usa as redes também para se comunicar, desabafou que reportar da Ucrânia dá a sensação de que o trabalho jornalístico não é necessário. “Ambos os lados usam as mídias sociais para informar, doutrinar, difundir, assustar, manipular aqueles que lhe interessam sem precisarem se submeter ao crivo jornalístico”, twittou no dia 3 de março.

Não só Liohn, mas os demais repórteres brasileiros, trazem histórias de cotidianos afetados drasticamente, bem como da onda de solidariedade que se formou em toda a Europa e mundo para com os mais de 1 milhão de refugiados, segundo estimativa da ONU no domingo, 6 de março.

Para além da complexidade histórica e geopolítica envolvida no conflito, é importante salientar que especialistas, colunistas e comentaristas, contribuem com os debates ao explicar motivações sobre o acontecimento. O que a imprensa não pode fazer, definitivamente, é justificar a guerra. O jornalismo deve fazer análises, não torcida. Conflitos humanos não podem ser simplificados a ponto de que a população chegue a conclusão de que existe um vilão ou um mocinho. Em uma guerra todos perdem, e o mais afetado é o povo. Uma cobertura equilibrada e que condena qualquer tipo de violência é o que a opinião pública precisa agora.

“Simplificar é desserviço”, diz Jamil Chade

Para o jornalista Jamil Chade, que já cobriu diversos conflitos, este é o primeiro confronto 100% online. Apesar de guerras estarem acontecendo em outras partes do mundo e de, injustamente, não receberem a mesma atenção da mídia, Kiev, a capital, e as demais cidades da Ucrânia, estão absolutamente conectadas. “Talvez a gente viva uma nova etapa da informação sobre a guerra, mas também de como isso é digerido pelo mundo. Sabemos que isso também tem impacto na forma como se dá o desenvolvimento da guerra. Desinformação e conflitos andam de mãos dadas por milênios, são exemplos de como a desinformação faz parte desses processos, e forma opinião rapidamente”, pontuou.

O desafio dos jornalistas, de acordo com ele, é explicar a história, num período extremamente complexo. “Por ora, não existe uma resposta óbvia. Quando tentamos no Twitter ou nas redes sociais simplificar, a gente está fazendo um desserviço para a compreensão de todos os conflitos. Eles são longos e complexos. Essa é uma das outras lições desta guerra, vamos ter de lidar com a complexidade, não podemos esquecer dela. O mundo não é resolvível em alguns caracteres nas redes sociais”.

 

*Por Tânia Giusti, mestre em Jornalismo pelo PPGJOR/UFSC e pesquisadora do objETHOS

** Texto originalmente publicado no site do objETHOS

ABRAJI: estudo revela ataques de gênero contra jornalistas em 2021

Um estudo inédito da Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji) revelou que 127 jornalistas e meios de comunicação foram alvos de violência de gênero em 2021. As mulheres jornalistas foram 91,3% das vítimas.

Realizado com apoio do Global Media Defence Fund, da UNESCO, o relatório “Violência de gênero contra jornalistas” aponta ainda que os profissionais da imprensa e veículos foram alvos de 45 ataques direcionados, utilizando gênero, sexualidade ou orientação sexual como argumentos para a agressão.

“Os constantes ataques de violência de gênero contra jornalistas no país refletem o delicado momento que estamos vivendo. O nosso relatório dá visibilidade ao problema que acompanhamos diariamente. Nossa missão é unir forças e, com base nesses dados e indicadores, buscar soluções”, afirmou Leticia Kleim, assistente jurídica da Abraji e coordenadora do relatório. O relatório completo pode ser acessado em violenciagenerojornalismo.org.br

 

Fonte: ABRAJI

Dados, audiência e monetização são destaques do Acelerando a Transformação Digital

O programa “Acelerando a Transformação Digital”, voltado para o rádio e TV, recebeu, nesta quinta-feira (10), a premiada jornalista egípcia Ethar El-Katatney. Na terceira sessão do programa, que teve como tema “Estratégias na cultura orientada por dados”, a jornalista compartilhou dicas de como analisar métricas para serem usadas na produção de conteúdos estratégicos para as plataformas digitais.

 “O foco na sua audiência será o modelo de negócios de sucesso. Dados dizem muito sobre quem é a pessoa. Portanto, considero de extrema relevância coletar informações e conhecer o seu público para segmentar uma determinada publicação”, defendeu.

De acordo com El-Katatney, milhares de conteúdos podem ser gerados para grupos diferentes, desde que a emissora tenha conhecimento do que produzir e como distribuir com base nas informações do seu público. “Averiguar e entender o comportamento do ouvinte/telespectador é fundamental para personalizar a mídia, seja ela para o rádio ou televisão”, pontuou.

Para a jornalista, a monetização é resultado da melhor forma de engajar uma publicação que resulte em audiência. “Estratégia de engajamento é algo grande e importante. Construir um público centrado e que esteja compromissado com a empresa e queira se tornar seu associado pode ser considerado um modelo de negócio sustentável”, complementou.

A jornalista acha importante que as empresas trabalhem com uma equipe de profissionais que esteja integrada e envolvida em todos os processos de divulgação de um conteúdo, desde a apuração dos fatos, até postagens em redes sociais. “Conteúdo digital não é para ganhar dinheiro, mas sim para aumentar a quantidade de pessoas que podem consumir o seu produto”, finalizou.   

Também participaram do encontro, representantes do ICFJ (International Center for Journalists) e da Meta, parceiros da ABERT no Acelerando a Transformação Digital, além do coordenador do projeto, Allen Chahad. 

 

Fonte: ABERT

Divulgada lista de radiodifusores homologados para migração da banda C para Ku

A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) publicou o Ato 3.602/22 AQUI, que homologa o resultado do chamamento público realizado para que as entidades que possuem aplicações que permitam recepção do sinal de televisão aberta e gratuita na banda C satelital manifestassem interesse na migração da recepção do sinal para a banda Ku.

Também foi homologada a lista de concessionárias de radiodifusão de sons e imagens que não transmitiam canais com sinal de TV aberta e gratuita, passíveis de recepção por meio de antenas parabólicas na banda C satelital pelo público em geral, mas que possuem interesse na transmissão do sinal de televisão aberta e gratuita satelital por meio da banda Ku.

 

Fonte: ABERT

Jornalista americano é morto na Ucrânia por soldados russos, diz polícia de Kiev

Em nota, o New York Times disse que o profissional trabalhou no veículo há alguns anos, mas não estava cobrindo a guerra da Ucrânia para o jornal

 

O jornalista americano Brent Renaud, 50, foi baleado e morto na cidade de Irpin, nos arredores de Kiev, na Ucrânia neste domingo (13). A informação foi obtida pela agência de notícias Reuters através do chefe da polícia da região de Kiev, que afirmou ele foi alvejado por soldados russos.

O profissional usava um crachá do New York Times quando foi encontrado. Em nota, o New York Times manifestou "tristeza profunda" pelo profissional que trabalhou no jornal há alguns anos mas não estava cobrindo a guerra da Ucrânia para o veículo.

Ainda segundo a polícia, outro repórter, que estava com o jornalista morto, também foi atingido e levado a um hospital em Kiev. O governo dos Estados Unidos não se manifestou até a última atualização desta reportagem.

 

Fonte: g1

Anatel regulamenta ativação do chip FM no celular

A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) publicou o Ato nº 10.003/2021, que regulamenta a ativação do chip FM nos aparelhos celulares comercializados no Brasil.

Com a nova norma, todo telefone celular que possuir ‘hardware’ com capacidade de recepção de sinais de rádio FM deverá habilitar a função como condição para a homologação.

A publicação do ato é uma antiga reivindicação da ABERT e atende à Portaria nº 2.523/2021, do Ministério das Comunicações (MCom), que determinou à Anatel a adoção de medidas que garantam o acesso ao serviço de radiodifusão FM nos celulares.

O presidente da ABERT, Flávio Lara Resende, ressaltou os benefícios da medida, que “reforça o rádio livre, aberto e gratuito para os brasileiros, que poderão receber os sinais de sua emissora favorita pelo celular sem o custo do pacote de dados da internet”.

 

 
 
 
 

Luiz Lara é eleito presidente do Cenp

O publicitário paulista Luiz Lara foi eleito, nesta segunda-feira (6), presidente do Cenp (Conselho Executivo das Normas-Padrão). Ele substitui Caio Barsotti, que esteve na presidência executiva da entidade por 12 anos.

Formado em Direito pela Universidade de São Paulo, Luiz Lara iniciou sua carreira na Almap, passando depois pela Paulistur e Embratur. Fundador de uma das maiores agências de publicidade do país, a Lew’Lara\TBWA, Luiz Lara tem destacada trajetória no mercado da comunicação.

É membro do Conselho Superior da Abap (Associação Brasileira de Publicidade), entidade que presidiu entre 2009 e 2012, vice-presidente do Conselho da APP (Associação dos Profissionais de Propaganda) e conselheiro da ABP (Associação Brasileira de Propaganda) e da ESPM (Escola Superior de Propaganda e Marketing). É ainda vice-presidente do Conar (Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária).

Luiz Lara assume o Cenp em um momento de reestruturação da entidade.

"Aceitei o desafio porque acredito profundamente que, com a vontade coletiva deste mercado e todos os seus players – agências, anunciantes, veículos e os novos elos digitais –, podemos criar juntos uma governança mais democrática e inclusiva. Este novo Cenp deve seguir prezando pela ética e transparência e ser o mais importante fórum do mercado, buscando na autorregulação a harmonização dos interesses comerciais e das melhores práticas. Precisamos considerar sempre a capilaridade do mercado publicitário brasileiro, valorizando a força dos agentes regionais e ecossistemas locais, além de encarar os desafios da comunicação multiplataforma e hiperconectada", afirma Luiz Lara.

 

 

Fonte: ABERT - https://www.abert.org.br/web/notmenu/luiz-lara-e-eleito-presidente-do-cenp.html

 
 
 
 

Comissão da Câmara aprova punição a quem impedir o livre exercício do jornalismo

O projeto prevê detenção de um a quatro anos a quem impedir ou dificultar o exercício da imprensa

 

A Comissão de Cultura da Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que tipifica como crimes de abuso de autoridade condutas que impeçam ou dificultem o livre exercício do jornalismo, além de definir garantias individuais e coletivas para o pleno exercício da liberdade de imprensa no País – garantida pela Constituição.

O Projeto de Lei 2378/20, da deputada Shéridan (PSDB-RR), foi aprovado na forma do substitutivo da relatora, deputada Jandira Feghali (PCdoB-RJ). “Não podemos aceitar que jornalistas, no exercício de suas funções, sejam atacados, ofendidos e tratados conforme o veículo que representam. Não raro temos visto isto acontecer, especialmente com jornalistas mulheres”, avalia Jandira Feghali.

De acordo com a proposta, será crime punível com detenção de um a quatro anos e multa o ato de impedir ou dificultar o livre exercício da profissão de jornalista, mediante apreensão, adulteração ou destruição indevida de material de trabalho ou execução de captura ou prisão de pessoa que não esteja em situação de flagrante delito ou sem ordem judicial.

A mesma pena será aplicável à autoridade que, com a finalidade de impedir ou dificultar o livre exercício da profissão, atribuir falsamente ao jornalista fato definido como crime ou fato ofensivo à sua reputação; ofender a sua dignidade ou o decoro; e incentivar assédio direcionado a jornalista.

As penas serão aumentadas de um a dois terços se forem usados elementos de caráter sexual ou referentes a raça, cor, etnia, religião, orientação sexual, origem, gênero ou a condição de pessoa idosa ou pessoa com deficiência. As medidas são incluídas na Lei de Abuso de Autoridade.

Direitos dos jornalistas

A relatora incorporou, entre os direitos fundamentais dos jornalistas, a liberdade de exercício da profissão sem qualquer tipo de constrangimento, interno ou externo, que vise obstruir, direta ou indiretamente, a livre divulgação de informação. O texto também prevê, entre os direitos dos jornalistas, o acesso a fontes de informação; a garantia do sigilo das fontes – já garantido pela Constituição; a garantia do sigilo de seu material de trabalho, inclusive o digital, como anotações, gravações e análogos; a propriedade do seu material de trabalho; e o livre trânsito, em locais públicos ou abertos ao público, desde que para o exercício da atividade jornalística.

Conforme a proposta, o exercício do direito ao sigilo da fonte não poderá ensejar qualquer sanção, direta ou indireta. O material utilizado pelos jornalistas no exercício da sua profissão só pode ser apreendido por determinação judicial e nos casos em que se aplica a quebra do sigilo profissional.

Normas para credenciamento

Pelo texto, o jornalista não deve ser obrigado a assinar texto ou ter sua imagem ou voz utilizadas em situações em que se oponha ao conteúdo a ser veiculado. Todo órgão público deverá contar com normas claras para credenciamento de veículos de comunicação para acompanhamento de suas atividades, sendo vedada a exclusão de veículo ou jornalista que cumpra os critérios definidos por essas normas.

Tramitação

A proposta será analisada pelas comissões Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática; e de Constituição e Justiça e de Cidadania; e pelo Plenário.

 

Fonte: Comunique-se

 

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