Ativação do chip FM no celular e Programa Digitaliza Brasil estão em portarias do MCom

Em comemoração ao Dia Nacional das Comunicações, o Ministério das Comunicações (MCom) publicou, nesta quarta-feira (5), a Portaria nº 2523/2021, que dispõe sobre a recepção do serviço de rádio FM nos equipamentos de telefonia móvel e a Portaria nº 2524/2021, que institui o Programa Digitaliza Brasil.

Chip FM

De acordo com a portaria, a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) deverá adotar medidas para garantir que os telefones celulares que possuem as condições técnicas para o recebimento dos sinais do rádio FM saiam de fábrica com o chip FM ativado.

Desde 2014, a ABERT vem promovendo campanhas que estimulam o consumidor a escolher modelos de celulares que tenham o chip FM integrado. Em setembro de 2020, durante reunião do Conselho Superior da ABERT, o ministro das Comunicações, Fábio Faria, afirmou seu compromisso em levar adiante esse antigo pleito das associações de radiodifusão.  “Estamos fazendo o rádio no celular”, afirmou Faria à época.

O presidente da ABERT, Flávio Lara Resende, elogiou a iniciativa do MCom. “Milhões de brasileiros poderão ouvir gratuitamente a programação do rádio, sem o consumo do pacote de dados da internet. Esperamos que a Anatel regulamente, com sua usual capacidade técnica e celeridade, esta importante medida”.

Programa Digitaliza Brasil

A portaria publicada regulamenta a utilização do saldo de recursos remanescentes provenientes da licitação do Edital dos 700Mhz (4G), instituindo o “Programa Digitaliza Brasil”.

De acordo com o texto, o programa tem como principais objetivos concluir o processo de digitalização dos sinais da televisão analógica terrestre até 31 de dezembro de 2023 e ampliar o acesso ao serviço de TV digital terrestre nas localidades onde ainda não houve o desligamento do sinal analógico.

A prefeitura que demonstrar interesse na adesão ao programa poderá receber equipamentos para a digitalização dos sinais analógicos das estações retransmissoras de televisão, desde que o município tenha apenas acesso ao sinal analógico, sem qualquer sinal de TV digital terrestre. 

Serão distribuídos conversores de televisão digital terrestre a famílias integrantes do Cadastro Único, inclusive as beneficiárias do Programa Bolsa Família. 

Além de criar o Programa Digitaliza Brasil, a portaria também simplifica o processo de consignação de canais digitais às entidades que prestam o serviço de retransmissão de televisão em tecnologia analógica, garantindo a continuidade dos serviços em tecnologia digital.

“A portaria materializa um projeto discutido e acompanhado pela ABERT desde 2014. É de extrema importância para levar o sinal de TV digital a milhares de pequenas cidades que atualmente não estão assistidas com essa tecnologia, além de simplificar e desburocratizar o processo de consignação de canais, cuja celeridade é fundamental para a continuidade do processo de desligamento da TV analógica no país”, afirma o presidente da ABERT, Flavio Lara Resende.  

Para Lara Resende, esta é uma das maiores políticas públicas voltadas à radiodifusão brasileira. “O desafio é imenso, e esse trabalho, construído por muitas mãos e atores, deixará um legado para a comunicação social brasileira. Em tempos tão difíceis, este é um momento de comemorar e agradecer o árduo trabalho realizado pelo MCom e pela Anatel”, conclui.

Para acessar as portarias, clique AQUI e AQUI.

Fonte: Abert

MCom anuncia portarias que beneficiam radiodifusão brasileira

Ao comemorar a Semana Nacional das Comunicações, o ministro Fábio Faria apresentou, nesta terça-feira (4), um balanço das ações e programas adotados pelo MCom e a publicação de portarias que beneficiam o rádio e a TV aberta.

A obrigatoriedade de ativação do chip FM nos celulares produzidos e comercializados no Brasil, a continuidade do processo de migração do rádio AM para FM e a implementação do programa “Digitaliza Brasil” são algumas das novidades previstas nas portarias.

Antigo pleito da ABERT e das associações estaduais de radiodifusão, a ativação do chip FM nos celulares possibilitará que a programação das emissoras seja acompanhada pelo ouvinte nos aparelhos móveis, sem a necessidade de uso do pacote de dados de internet.

Já o programa “Digitaliza Brasil” permite a implementação do projeto de digitalização da TV em mais de 1,7 mil pequenos municípios brasileiros.

Durante a reunião que contou com a presença do presidente da ABERT, Flávio Lara Resende, e do diretor geral da Associação, Cristiano Lobato Flores, o MCom fez ainda demonstrações de áudio imersivo.

Para Lara Resende, a portaria com diretrizes para a ativação do chip FM “materializa o compromisso assumido pelo ministro Fábio Faria com o rádio brasileiro, de disponibilizar ao ouvinte a programação das emissoras na palma da mão, com informação, cultura, serviços e entretenimento, de forma gratuita”.

O presidente da ABERT ressaltou, ainda, que o programa “Digitaliza Brasil” é “uma das maiores políticas públicas voltadas à radiodifusão brasileira, pois viabiliza a chegada da TV digital, com melhor qualidade de imagem e áudio, aos pequenos municípios do nosso ‘Brasil Profundo’”.

Fonte: Abert

5G na radiodifusão: desafios e oportunidades

Imagina uma pessoa baixando um filme em três segundos. Veículos autônomos, cidades inteligentes, telemedicina, ambientes de casa e do trabalho conectados totalmente à internet. Tudo combinado com big data e inteligência artificial. Essa realidade está próxima dos brasileiros com a chegada do 5G, o padrão de tecnologia de quinta geração para redes móveis e de banda larga. O edital para o leilão, que definirá a empresa que ficará responsável pela implantação do 5G no país, já está sendo analisado pelo Tribunal de Contas da União – TCU. A intenção do governo federal é promover o leilão em julho deste ano.

A expectativa do Ministério das Comunicações é que em julho do ano de 2022, a tecnologia já esteja disponível pelo menos nas capitais. O secretário de Telecomunicações do Ministério das Comunicações, Artur Coimbra, explica. “Pela primeira vez na história, vamos fazer um leilão que não é arrecadatório. Ou seja, as faixas das frequências terão preço mínimo fixado. Mas tudo aquilo que superar esse preço mínimo, em termos de lance, será convertido em novos investimentos. Com isso, conseguiremos garantir que todos os recursos privados permaneçam diretamente beneficiando a sociedade brasileira, porque todos esses compromissos que serão fixados a partir dos lances serão socialmente relevantes para cobrir localidades pequenas, cidades menores”.

Artur Coimbra informa que a previsão do governo federal é de que a cobertura do 5G ultrapasse a do 4G no país em apenas sete anos. “Estimamos que a tecnologia 5G ultrapasse a da 4G, em termos de popularidade e de presença, por volta de 2028. E, a partir dali, o 5G vai ser a tecnologia dominante no Brasil”.

E para a radiodifusão, quais são os desafios e oportunidades com o 5G?

O primeiro desafio é técnico. A TV aberta via satélite ocupa o espectro da chamada Banda C, que foi liberada pela Anatel para o 5G. Isso significa que milhões de brasileiros que assistem a tv aberta por antenas parabólicas seriam prejudicados com interferências. A solução encontrada pela Anatel é a migração para outra banda, chamada KU. Como informa o engenheiro Luiz Abrahão, diretor de Tecnologia da Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão – ABERT. “Dados da PNAD 2018, do IBGE, apontam que mais de 20 milhões de lares brasileiros têm nas parabólicas a possiblidade de receber a programação gratuita que somente a tv aberta oferece. Recentemente, a Anatel aprovou por unanimidade de seu colegiado a única solução que se demonstrou tecnicamente viável, eficiente e alinhada com o cenário internacional de utilização do espectro. A migração dos sinais de tv para a banda KU, medida defendida pelo setor de radiodifusão, foi a solução capaz de garantir a continuidade segura deste serviço fundamental para a população e a chegada e desenvolvimento do 5G no país”.

Para o diretor-geral da DITEC, empresa do Grupo SCC, Fernando Gomes de Oliveira, o 5G é uma grande oportunidade para todo o processo de produção e distribuição de conteúdo. “Tem o potencial de mudar completamente o fluxo do audiovisual, desde a sua captura, passando pela produção, inclusão de serviços, distribuição, interatividade, consumo e imersão, proporcionando uma experiência completamente diferente ao telespectador. Caberá a nós, profissionais da área, sermos criativos no uso dessa nova possibilidade e fortalecer ainda mais a posição da radiodifusão”.

O vice-presidente de Inovação e Competitividade da ACAERT, Roberto Dimas do Amaral, acredita que a nova tecnologia obrigará, mais uma vez, o rádio e a tv a se reinventarem. “Teremos a possibilidade de transmissão dos sinais da tv e do rádio pelo 5G, que terá mais qualidade. Vai dar para fazer transmissões ao vivo de qualquer lugar numa qualidade superior. Pode-se ter outras possibilidades, como alguma questão de vídeo, de conteúdo, de youtube. A radiodifusão vai ter que se reinventar, como sempre se reinventou”.

O consultor e professor Fernando Morgado vai mais além nas previsões. A nova tecnologia vai aprofundar a chamada internet das coisas, com os aparelhos de casa e do trabalho conectados à internet. “E com mais aparelhos conectados, mais espaços na rotina de audiência podem ser conquistados pelas produtoras de conteúdo, como as emissoras de rádio e de televisão aberta. Enfim, todos aqueles que produzem conteúdo de qualidade e profissional podem conquistar novos espaços na rotina do público porque mais aparelhos estarão conectados”. Morgado completa. “Agora, é fundamental que as emissoras também repensem a forma como produzem, embalam e difundem esses conteúdos. Para que, de fato, consumir tudo isso se torne ainda mais confortável e atraente no momento em que a concorrência cresce de maneira exponencial”.

Para o jornalista Daniel Starck, do portal TudoRádio.com, um dos desafios da radiodifusão é ampliar a relevância nos aplicativos. “As possibilidades são inúmeras para a radiodifusão. Desde o consumo de mídia, na entrega. As emissoras vão ganhar importância nos aplicativos, no streaming, que é a base de tudo, onde se propafa o conteúdo linear. Vai aumentar possivelmente em consumo, que terá que ser fácil, apresentável e em todos os lugares. Muito muda no dia-a-dia da rádio, inclusive para ela gerar esse conteúdo. Poder utilizar mais inteligência artificial e melhorar seus processos”.

Fonte: Acaert

Levantamento do eMarketer mostra que receita de anúncios de podcast crescerá em 2021

Analistas da eMarketer divulgaram um levantamento que mostra que a receita de anúncios de podcast crescerá mais rápido este ano do que a previsão inicial. Segundo o estudo, a perspectiva de arrecadação da receita de anúncios na plataforma de áudio digital deve atingir a cifra de US$ 1,33 bilhão em 2021. A iHeartMedia, maior grupo de rádios dos Estados Unidos, deve embolsar a maior parte do bolo publicitário.

Em depoimento feito ao portal norte-americano Inside Radio, o analista da eMarketer, Mariel Soto Reyes explicou como o estudo chegou aos novos números. "Atualizamos nossas estimativas de crescimento devido ao aumento de 36,8% nos gastos com publicidade durante 2020, que será seguido por um crescimento de 38,7% neste ano e 31,1% em 2022. Anteriormente, esperávamos um crescimento de 10,4% em 2020", observou.

O analista também ressaltou que a publicidade em podcast se recuperou mais rapidamente do que o que foi previsto em 2020 nos Estados Unidos. Desde então, o número de audiência continuou a subir e a audição de podcast passou a ser mais comum. Ele disse, ainda, que o investimento feito por empresas como Spotify, Amazon e iHeartMedia em conteúdo e tecnologia de anúncios também está ajudando a atrair mais profissionais de marketing.

O estudo também prevê que Apple e Spotify podem ter maior divulgação, mas o levantamento da eMarketer estima que a iHeartMedia terá maior fatia do investimento. “Estimamos que a iHeartMedia, que no ano passado gerou mais receitas de anúncios de podcast do que qualquer outra empresa que rastreamos, ainda representou apenas 10% dos gastos totais com anúncios de podcast nos EUA em 2020, com o restante distribuído por vários criadores, editores e plataformas”, disse Reyes.

Fonte: Tudo Rádio

Convênio ABERT - ECAD é renovado com desconto

Após uma série de reuniões realizadas, foi renovado o Convênio ABERT-ECAD. As novas regras do convênio passam a vigorar em 1º de maio de 2021 e terão as seguintes condições diferenciadas:

a) Prorrogação do convênio por dois anos, até 1º de maio de 2023;
b) Não incidência de correção monetária no ano de 2021;
c) Redução das parcelas com vencimento em maio, junho e julho de 2021, no valor de 30% cada (25% do convênio ABERT-ECAD + 5% em razão da crise de COVID-19);
d) A partir de agosto, as demais parcelas terão o desconto padrão do convênio ABERT-ECAD, de 25%.

Para que o associado possa usufruir destes benefícios, nos termos do convênio, é imprescindível que se mantenha adimplente. A ABERT e o ECAD estabelecerão diálogo permanente para o encaminhamento das situações de regularização de débitos.

Em caso de dúvida, o departamento jurídico da ABERT estará à disposição para maiores informações pelo telefone (61) 2104.4600 ou e-mail: O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo..

Fonte: Abert

Publicada a MP 1.045 que trata do Novo Programa Emergencial de Manutenção do Emprego e da Renda

Foi publicada hoje a Medida Provisória nº 1.045, através da qual foi instituído o “Novo Programa Emergencial de Manutenção do Emprego e da Renda".

Recomendamos a sua leitura na íntegra clicando aqui.

Ressaltamos o que dispõe os seguintes artigos:

Art. 3º São medidas do Novo Programa Emergencial de Manutenção do Emprego e da Renda:

I - o pagamento do Benefício Emergencial de Manutenção do Emprego e da Renda;

II - a redução proporcional de jornada de trabalho e de salários; e

III - a suspensão temporária do contrato de trabalho.

...

Art. 5º Fica criado o Benefício Emergencial de Manutenção do Emprego e da Renda, a ser pago nas seguintes hipóteses:

I - redução proporcional de jornada de trabalho e de salário; e

II - suspensão temporária do contrato de trabalho.

(Ver demais parágrafos e incisos).

... 

Art. 7º O empregador, durante o prazo previsto no art. 2º, poderá acordar a redução proporcional de jornada de trabalho e de salário de seus empregados, de forma setorial, departamental, parcial ou na totalidade dos postos de trabalho, por até cento e vinte dias, observados os seguintes requisitos:

I - preservação do valor do salário-hora de trabalho;

II - pactuação, conforme o disposto nos art. 11 e art. 12, por convenção coletiva de trabalho, acordo coletivo de trabalho ou acordo individual escrito entre empregador e empregado; e

III - na hipótese de pactuação por acordo individual escrito, o encaminhamento da proposta de acordo ao empregado deverá ser feito com antecedência de, no mínimo, dois dias corridos, e a redução da jornada de trabalho e do salário somente poderá ser feita com os seguintes percentuais:

a) vinte e cinco por cento;

b) cinquenta por cento; ou

c) setenta por cento.

§ 1º A jornada de trabalho e o salário pago anteriormente serão restabelecidos no prazo de dois dias corridos, contado da:

I - data estabelecida como termo de encerramento do período de redução pactuado; ou

II - data de comunicação do empregador que informe, ao empregado, a sua decisão de antecipar o fim do período de redução pactuado.

...

Art. 8º O empregador, durante o prazo previsto no art. 2º, poderá acordar a suspensão temporária do contrato de trabalho de seus empregados, de forma setorial, departamental, parcial ou na totalidade dos postos de trabalho, por até cento e vinte dias.
(Ver parágrafos e incisos).

...

Art. 10. Fica reconhecida a garantia provisória no emprego ao empregado que receber o Benefício Emergencial de Manutenção do Emprego e da Renda, de que trata o art. 5º, em decorrência da redução da jornada de trabalho e do salário ou da suspensão temporária do contrato de trabalho de que trata esta Medida Provisória, nos seguintes termos:
(Ver parágrafos e incisos).

...

Art. 12. As medidas de que trata o art. 3º serão implementadas por meio de acordo individual escrito ou de negociação coletiva aos empregados:

I - com salário igual ou inferior a R$ 3.300,00 (três mil e trezentos reais); ou

II - com diploma de nível superior que percebam salário mensal igual ou superior a duas vezes o limite máximo dos benefícios do Regime Geral de Previdência Social.
(Ver parágrafos e incisos).

...

Art. 18. O tempo máximo de redução proporcional de jornada e de salário e de suspensão temporária do contrato de trabalho, ainda que sucessivos, não poderá ser superior a cento e vinte dias, exceto se, por ato do Poder Executivo, for estabelecida prorrogação do tempo máximo dessas medidas ou dos prazos determinados para cada uma delas, observado o disposto no § 3º do art. 7º e no § 8º do art. 8º.

Mais uma vez, recomendamos a leitura NA ÍNTEGRA da referida medida provisória nº 1.045, publicada nesta última noite (clique aqui).

Fonte: SindiRádio

Notificações Push para Rádios: o que são e por que usá-las?

Você sabe como utilizar as notificações push para rádios? As notificações push são alertas que fazem parte do dia a dia de quase todo mundo que usa um aparelho smartphone – inclusive dos ouvintes da sua rádio. É um recurso muito utilizado pelos aplicativos para aumentar a fidelização dos seus usuários.

Entenda tudo sobre as Notificações Push para Rádio: 

Se você tem algum aplicativo instalado no seu celular, muito provavelmente já recebeu notificações push. Elas são alertas enviados para avisar sobre novidades no app. Um exemplo comum é quando alguém envia uma mensagem para o seu Whatsapp. Uma notificação aparece na tela de bloqueio do seu smartphone avisando que há uma nova mensagem, certo? Esta é uma notificação push.

Dentro do mundo comercial, o iFood é muito famoso por suas notificações push. Você pode até achar exagerado, mas em 2020, o aplicativo foi destaque por sua criatividade e assertividade de comunicação.

Com os anos, as notificações push vem ganhando diferentes propósitos, como avisar que existem novos recursos no aplicativo ou chamar a atenção de usuários que não usam o app há algum tempo.

Quando bem utilizada, a notificação push ajuda a aumentar os acessos do aplicativo, engajar os usuários e manter o público interessado.

4 motivos para enviar notificações push para os seus ouvintes

  1. Só recebe notificação quem quer

Buscar não incomodar os seus ouvintes é uma preocupação pertinente. Mas, a notificação é um recurso que pode ser desabilitado pelo usuário, ou seja, só recebe os alertas quem quer. Para evitar que os usuários do seu app desabilitem a função por excesso de mensagens recebidas, é importante fazer um bom planejamento do que será enviado. Considere: quando é interessante enviar notificações para os seus ouvintes e quais são as informações verdadeiramente relevantes para o seu público.

  1. Garante que mais ouvintes saibam das novidades na programação 

A Notificação Push para Rádios é mais um canal de comunicação com a audiência – e um bem eficiente, uma vez que as mensagens são enviadas diretamente para o celular dos seus ouvintes. Use este recurso para que mais pessoas saibam a data de estreia de novos programas ou quando há alterações na grade da programação, por exemplo.

  1. Dê motivos para que o seu ouvinte sintonize na sua a rádio 

Esses também são alertas que podem ser usados para avisar aos seus ouvintes que determinado programa está para começar. É muito comum pessoas deixarem de escutar os seus programas favoritos por não lembrarem na hora certa. Evite que isso aconteça enviando as notificações. Por exemplo: Não perca! Daqui a 5 minutos começa na rádio X o Programa Esporte na rede.

  1. Aumenta o engajamento do seu público

Como as notificações são enviadas diretamente para o aparelho celular dos ouvintes, eles só precisam abrir a mensagem recebida para serem diretamente enviados ao aplicativo da sua emissora. Use o recurso para aumentar o número de acessos ao app da rádio: envie notificações avisando sobre promoções e sobre entrevistas com bandas populares entre o seu público, por exemplo. Aproveite os alertas para atrair a atenção dos seus ouvintes e aumentar a sua audiência!

Fonte: Cadena Sistemas

Com as novas regras adotadas pelo MCom, rádio de Classe C pode ir para E1 em menos de dois anos

O tudoradio.com publicou nesta semana que o Ministério das Comunicações (MCom) publicou uma portaria que desburocratiza o aumento de potência e de área de cobertura a qualquer momento. A medida atende demanda das emissoras, que só podiam solicitar a mudança no prazo de dois anos e de forma gradual, o que deixou de valer com a nova Portaria. No exemplo mais extremo, uma emissora Classe C com menos de dois anos de operação, já pode solicitar a operação na Classe E1.

O texto da Portaria nº 2347, publicado na edição desta terça-feira (13) do Diário Oficial da União, flexibiliza e desburocratiza as regras para a concessão de benefícios às emissoras. O objetivo da simplificação nos requisitos, segundo o documento, é ofertar mais conteúdo e melhor atender a comunidade do município para o qual o serviço é destinado.

Segundo a Portaria do MCom, para realizar o pedido ao MCom, as rádios devem realizar o pagamento de uma taxa adicional para autorização do aumento de potência. Além disso, a solicitação deverá ser acompanhada por justificativa quanto às vantagens e necessidade das alterações pretendidas.

O secretário de Radiodifusão do MCom, Maximiliano Martinhão, destaca que a portaria vai expandir o setor no Brasil. “A população será a maior beneficiada no processo, pois terá melhora na cobertura e qualidade do sinal das rádios", pontua.

Já o secretário executivo do MCom, Vitor Menezes, afirmou que as novas regras vão aquecer o setor de rádio. "Estamos trabalhando para desburocratizar o setor de radiodifusão e ofertar mais conteúdo à população. Essa portaria é uma entrega muito importante para as rádios de todo o país, pois possibilita o aumento de potência de forma muito mais eficiente", ressalta.

Mudança classe

Antes da Portaria ser publicada, as emissoras de rádio obedeciam a seguinte escala para determinar sua classe de operação: Iniciando na Classe C, B2, B1, A4, A3, A2, A1, E3, E2 até E1, nível máximo do sistema de radiodifusão. Para percorrer toda essa escala com o tempo mínimo de dois anos, uma emissora Classe C iria demorar, na melhor das hipóteses, entre 7 e 8 anos.

Com a nova portaria, a rádio de Classe C não precisa mais percorrer toda escala. Ela já pode, com menos de dois anos (outra novidade da Portaria nº 2347) pedir a adaptação para a Classe E1. Apesar da facilitação, ainda há algumas exigências. A mudança deverá ser tecnicamente viável e mediante autorização do MCom, desde que não haja conflito com emissoras na mesma frequência. 

Há também o requisito de que a mudança atenda a uma necessidade da emissora e dos ouvintes que são abrangidos pela ela. Além disso, deverá ser efetuado os pagamentos referentes às alterações solicitadas e que serão calculados pela Anatel. Há algumas hipóteses em que a alteração de classe não deverá gerar cobrança ao radiodifusor.

Com informações do MCom

Fonte: Tudo Rádio

Ministério das Comunicações estabelece novo teto de multas para radiodifusão

O Ministério das Comunicações publicou a portaria nº 1.921, que estabelece o novo teto de multas para infrações aplicáveis às emissoras de rádio e televisão.

O valor máximo será de R$ 146.533,21 por infração às disposições da Lei nº 4.117, de 27 de agosto de 1962, às leis e aos regulamentos ou às demais normas aplicáveis aos serviços de radiodifusão e seus ancilares.

De acordo com o regulamento de sanção, a correção do valor máximo da multa deve ser atualizada de três em três anos. Em 2018, o valor havia sido reajustado para R$ 105.144,78.

Acesse a portaria aqui.

Conteúdo Abratel

Fonte: SET News

TVs também temem interferências em 19 mil antenas profissionais de banda C

As emissoras de TV tiveram uma grande vitória no edital de 5G ao conseguirem convencer a Anatel de que o melhor modelo para os problemas de interferência do 5G na recepção dos sinais de TV aberta via parabólicas (TVRO) é a migração completa dos serviços para a banda Ku. A Anatel estabeleceu que parte do custo do edital (R$ 2,8 bilhões, segundo declarações da própria agência) serão empenhados na compra de kits para famílias do Cadastro Único que hoje utilizam a banda C para ter os sinais de TV.

Mas ainda assim, as emissoras estão preocupadas. Segundo apurou este noticiário, a Abert levou ao Tribunal de Contas da União, durante evento fechado organizado pelo TCU para discutir o leilão, a preocupação sobre as antenas de banda C usadas pelas emissoras para receber os sinais profissionais. São, segundo a Abert, 19,5 mil estações de banda C profissionais utilizadas pelas emissoras para os links de sinal entre as diferentes emissoras e retransmissoras das redes de TV. A Abert quer garantias que estas antenas estarão imunes a interferências do 5G.

Este problema está endereçado no edital: a Anatel previu a instalação de filtros nas antenas profissionais de banda C usuárias dos serviços fixos de satélite (FSS). A questão é o volume: a Anatel não tinha uma estimativa inicial de tantas estações. O prazo de cadastramento terminou no dia 1 de abril, e ainda não se sabe se todas as antenas foram cadastradas a tempo. Apenas aquelas que constam no banco de dados da Anatel receberão ações de mitigação. Quanto mais antenas cadastradas, maior o custo. O setor de satélites estimava em cerca de 30 mil antenas profissionais, que teriam um custo perto de R$ 300 milhões para receberem os filtros e realocação de canais.

Fonte: Tela Viva

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