Primeira trilogia de cultura digital é lançada no Brasil

"Democracia, Hiperconectividade e Ética" é a primeira trilogia de cultura digital no Brasil. Os três livros estão disponíveis gratuitamente no site do autor Eduardo Magrani.

 “A ideia é a gente fomentar o acesso à informação e à cultura. A página possui a licença Creative Commons, que permite que qualquer pessoa possa copiar e compartilhar livremente as obras autorais”, explica o autor.

Eduardo Magrani participará do MídiaJOR 2019 com a conferência “Ética e Leis na Era de Robôs e Inteligência Artificial”. O Portal IMPRENSA conversou com o autor sobre os principais desafios do cenário digital brasileiro e sobre a realidade de Inteligência Artificial no país.
   
“A trilogia faz um balanço dos últimos dez anos de evolução tecnológica e regulação da internet no Brasil. Fala desde o Marco Civil da Internet até a Lei Geral de Proteção de Dados. Além da regulação da Inteligência Artificial, Bots e Fake news. As principais discussões que a gente fez nos últimos dez anos no Brasil estão nesta trilogia”, explica. 
 
Redação Portal IMPRENSA - No livro I, Democracia conectada, você investiga o engajamento político-democrático na esfera pública online. No Brasil, observamos uma eleição presidencial atípica com um forte engajamento online de políticos e da sociedade. Entretanto, também presenciamos o crescimento da desinformação e notícias falsas no ambiente digital. A partir desta realidade, você acredita no potencial deste novo espaço? A democracia ganha com isso ou ela pode sair enfraquecida neste novo ambiente?  
Eduardo Magrani – A internet tem um potencial democrático gigantesco, mas a gente precisa saber usar este potencial para o bem. Porque ela também traz riscos e vulnerabilidade. O que aconteceu nos últimos quinze anos é que a gente passou de uma internet romântica a uma internet distópica. Ou seja, a gente não soube aproveitar este grande potencial comunicativo e democrático da internet e ela acabou sendo usada como uma ferramenta de manipulação. Através de uso de bots e fake news em períodos eleitorais. Quando uma tecnologia tem uma potência ela pode ser usada para ambos os lados. Sem dúvida, a internet tinha uma dose de otimismo muito grande, mas hoje em dia ela é muito mais uma fonte de manipulação do que uma ferramenta para redução de déficits democráticos. 

A gente ainda está engatinhando no potencial da democracia digital. As pessoas no Brasil ainda não conhecem e fazem uso de várias plataformas que garantem que os cidadãos possam fazer votação online, possam acompanhar contas públicas, possam propor projetos de lei. Todas estas tecnologias já existem. É preciso existir um trabalho de capacitação das pessoas para que possam exercer a sua cidadania digital mais fortemente.
 
E por outro lado, os representantes políticos também têm o dever nos próximos anos de concretizar essa democracia digital. Por que não se valer das ferramentas de internet para buscar uma proximidade maior com os eleitores e para buscar uma transparência maior e, assim, aumentar a confiança no sistema político através das plataformas digitais. Esse é um trabalho que ainda precisa ser feito no Brasil para concretizar o potencial positivo da esfera digital e da democracia conectada.   
 
Redação Portal IMPRENSA - No livro II, A internet das coisas, você explica que a crescente conectividade traz desafios significativos nas esferas de proteção da privacidade e segurança, impactando, em última instância, a própria democracia. Você poderia exemplificar alguns destes desafios?
Eduardo Magrani – Eu costumo dizer que nem o Direito e nem a democracia foram pensados para uma era de Inteligência Artificial ou de coisas inteligentes. O Direito e os processos democráticos foram pensados para um cenário de seres humanos inteligentes e não coisas. E agora, coisas inteligentes interagem conosco o tempo todo. Isso vai mudando hábitos, vai alterando a cultura e a gente tem que perceber, mais uma vez, como regular este cenário.

Quando a gente fala da era da hiperconectividade, a gente tem uma série de dispositivos inteligentes conectados à internet gerando dados o tempo todo. E a gente ainda não tem uma boa governança destes dados pessoais. Então, a gente tem um cenário muito mais de vulnerabilidade e riscos atrelados ao uso de dados pessoais do que só aspectos positivos. 

É claro que a gente observa uma comodidade quando as plataformas sugerem conteúdo baseados em uma filtragem algorítmica. É claro que isso gera uma utilidade quando uma empresa sugere um catálogo com conteúdo direcionado para aquele consumidor. Mas é fundamental que a gente tenha uma boa governança, uma boa proteção de dados neste cenário.
 
Outro problema neste cenário de hiperconectividade é a cibersegurança. A gente tem artefatos conectados em que os desenvolvedores não tiveram a preocupação com a cibersegurança e são coisas passíveis de hackeamento. A gente viu a invasão de carros autônomos, a gente viu a invasão de brinquedos conectados como a Cayla, na Alemanha. Neste cenário de hiperconectividade, tanto a proteção de dados quanto a preocupação com a cibersegurança são fundamentais. 

Mas também é um mundo de grandes promessas. O cenário vai movimentar somas de dinheiro. É por isso que Estados e empresas estão atentos para investir nesta direção. A gente só tem que observar como reduz os riscos e a vulnerabilidade.   

Redação Portal IMPRENSA - No livro III, Entre dados e robôs, você explica que os comportamentos humanos são cada vez mais mediados por ações tecnológicas. Você exemplifica com a presença dos algoritmos, sensores, inteligência artificial, etc. Você poderia citar os principais desafios éticos e jurídicos impostos pelo contexto da hiperconectividade?
Eduardo Magrani – No último livro, eu vou enxergar a ponta desta discussão que é a regulação de uma proteção de dados, voltado ao cenário de internet das coisas e da hiperconectividade. O Brasil acabou de aprovar a Lei Geral de Proteção de Dados que vai entrar em vigência no ano que vem. A gente está vendo como vai ser o cumprimento desta lei nova. E ainda há uma discussão que é a regulação de Inteligência Artificial (AI). No Brasil, o Direito não tem lentes justas e adequadas para regular o cenário de Inteligência Artificial.

Então o que eu faço neste livro é construir as bases, justamente, para uma boa e adequada regulação de AI. Ainda que a gente tenha no mundo alguns pontos estratégicos nacionais sobre o assunto, a gente ainda não tem isso no Brasil. Este livro vai trazer uma das primeiras discussões no Direito sobre a regularização de AI. Tanto na parte jurídica regulatória quando na parte da ética.  
 
Fonte: Portalimprensa.com 

Curso online ensina a vender publicidade para rádio e TV

Iniciativa tem o jornalista Fernando Morgado como professor. Curso de Vendas para Rádio e TV é 100% online e oferecido por entidade sindical

“Como definir estratégias comerciais? Como usar dados e informações para gerar negócios? Como construir relacionamento com agências e anunciantes? Como formular uma boa proposta comercial?”. Questionamentos como esse pautam o mais novo treinamento online promovido pelo Sindicato das Empresas de Radiodifusão do Estado de Santa Catarina (Sert-SC). No ar desde o último mês, o Curso de Vendas para Rádio e TV tem as videoaulas conduzidas por Fernando Morgado.

No projeto educacional recém-lançado, o jornalista Fernando Morgado estruturou uma hora de conteúdo em seis núcleos. Dessa forma, no Curso de Vendas para Rádio e TV, ele aborda os seguintes tópicos: conhecendo o produto; posicionamento de mercado; estratégias; relacionamento; propostas comerciais; e 8 conselhos para ter boas vendas. A organização do treinamento online objetiva fazer com que comunicadores e demais profissionais que trabalham — ou queiram trabalhar — em emissoras de rádio e televisão ganhem expertise em aspectos voltados à publicidade e a rentabilização do veículo.

Curso gratuito / curso pago

Além de ser 100% online, o Curso de Vendas para Rádio e TV é integralmente gratuito para as empresas que são filiadas à entidade. Esses grupos de mídia, que precisam ter o CNPJ devidamente cadastrado junto ao sindicato, liberam, assim, o acesso às aulas a seus colaboradores. Marcas e pessoas que não forem filiadas ao Sert-SC também podem realizar o curso, desde que invistam R$ 150,00. Para ter acesso à plataforma virtual, o matriculado precisa se inscrever por meio de formulário enviar comprovante de pagamento para o e-mail O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo..

Para não filiados ao Sert-SC, o pagamento deve ser efetuado no…

Banco do Brasil
Agência: 5201-9
Conta corrente: 419.276-1
CNPJ:75.304.725/0001-72

Fonte: Comunique-se.com

Projeto busca incentivar a produção de jornalismo de educação

Edital de Jornalismo de Educação é fruto da parceria do Itaú Socialcom a Associação de Jornalistas de Educação (Jeduca). Com inscrições abertas, projeto contemplará reportagens profissionais e trabalhos de conclusão de Curso (TCC)

A Associação de Jornalistas de Educação (Jeduca) e o Itaú Social se uniram para a realização do Edital de Jornalismo de Educação. Lançado no último mês, o projeto tem por objetivo central fomentar a produção jornalística sobre temas educacionais. Com duas categorias, o programa está com inscrições abertas, sendo voltado a profissionais da imprensa e estudantes na reta final da graduação.

Na categoria ‘Jornalista’, exclusiva para profissionais inseridos em veículos de comunicação do país, o Edital de Jornalismo de Educação receberá inscrições até 25 de setembro. Serão oferecidas ao menos quatro bolsas nessa divisão, de R$ 8 mil cada. Para ter êxito na disputa, a reportagem precisa ter sido veiculada em órgãos impressos, portais noticiosos, emissoras de rádio ou canais de televisão.

A organização do Edital de Jornalismo de Educação destaca que os materiais vencedores, que serão conhecidos em 21 de outubro, precisam prezar pela qualidade. “A seleção irá considerar a originalidade da pauta, a relevância do tema, a consistência do plano de apuração e de divulgação, assim como o currículo e a qualidade das produções anteriores do candidato. Cada participante pode apresentar até duas propostas de pauta, desde que abordem temas distintos”, afirma a equipe do projeto.

Valorização de TCCs

O Edital de Jornalismo de Educação também conta com categoria ‘Estudantes’. Nela, podem participar graduandos que estejam devidamente matriculados no último período de jornalismo. Eles poderão se inscrever até 15 de dezembro. Os materiais — a serem analisados por comissão julgadora e editorial — devem ser fruto do obrigatório Trabalho de Conclusão de Curso (TCC). Ao fim, serão três vencedores.

O terceiro colocado ganhará R$ 1.000,00. O segundo, R$ 2.000,00. O primeiro, por sua vez, será contemplado com R$ 3.000,00. A organização do Edital de Jornalismo de Educação informa que TCC em formato monografia não serão nem analisados. Os formatos permitidos na disputa são: livro-reportagem, especial multimídia, programa de rádio e documentário. A lista de vencedores da categoria será divulgada em 15 de março de 2020.

Como participar?

As inscrições para as duas categorias devem ser feitas de forma exclusiva pela internet. Os formulários online estão disponíveis aqui.

Fonte: Comunique-se.com

Congresso instala CPMI das fake news

Senador Ângelo Coronel (PSD-BA) será o presidente Comissão Parlamentar Mista de Inquérito. A CPMI das fake news vai investigar a presença de perfis falsos e ataques cibernéticos nas redes sociais

A Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) das Fake News foi instalada na quarta-feira, 4. Na reunião, o senador Ângelo Coronel (PSD-BA) foi eleito presidente e a deputada Lídice da Mata (PSB-BA) foi indicada como relatora. O requerimento para a criação da CPI mista foi feito pelo deputado Alexandre Leite (DEM-SP) e recebeu o apoio de 276 deputados e 48 senadores.

Composta por 15 senadores e 15 deputados, a CPMI das Fake News mista terá 180 dias para investigar a criação de perfis falsos e ataques cibernéticos nas diversas redes sociais, com possível influência no processo eleitoral e debate público. A prática de cyberbullying contra autoridades e cidadãos vulneráveis também será investigada pelo colegiado, assim como o aliciamento de crianças para o cometimento de crimes de ódio e suicídio.

Segundo o senador Ângelo Coronel, é necessário descobrir quais são os focos da produção em larga escala de notícias falsas para combatê-las. “Vemos a cada dia famílias sendo atingidas por notícias falsas e precisamos dar um basta nisso e descobrir quais são os focos desta indústria de fake news que abala a democracia brasileira. Esta é uma comissão suprapartidária e espero contar com todos os pares para que a gente possa dar essa resposta a nossa sociedade”.

Disputas políticas

O deputado Alexandre Leite, autor do requerimento de criação da CPI, manifestou-se contrário à relatoria de Lídice da Mata ao declarar que o propósito da CPMI poderia ser desvirtuado. Segundo ele, os partidos de oposição ao governo podem utilizar a comissão para fins políticos, pois investigar o papel das fake news nas eleições de 2018 seria uma forma de tentar reverter seus resultados. Ele se retirou da comissão.

“Sabendo dessa costura política que foi feita em torno dos nomes dessa comissão eu não me senti confortável em fazer parte dela, eu estou com requerimento aqui pronto para encaminhá-lo e encaminhar à mesa da Casa para que o meu partido substitua o meu nome nessa comissão. Eu não quero fazer parte do que aqui vai ser decidido porque não faz parte daquilo que eu propus como autor”, explicou Lídice da Mata.

O deputado Paulo Pimenta, líder do PT na Câmara, ressaltou que durante as eleições de 2018 houve denúncias sobre o uso de fake news para desestabilização da democracia brasileira. Segundo ele, a disseminação de notícias falsas por meios tecnológicos corrompeu as regras eleitorais e, por isso, é necessário investigar este processo.

É para temer?

“Essa CPMI não é motivo de temor para para aqueles que efetivamente não se envolveram em práticas criminosas. Agora…eu acho que nós temos uma oportunidade ímpar de poder avançar numa investigação e eu pondero a Vossas Excelências: uma CPMI deve ser conduzida por parlamentares que querem que a investigação ocorra ou deve ser conduzida por parlamentares que não querem que a investigação ocorra?”, indagou Paulo Pimenta.

O presidente da CPMI, no entanto, declarou que o objetivo não será investigar quem ganhou ou perdeu as eleições, mas sim o problema das fake news na sociedade como um todo. A relatora Lídice da Mata também ressaltou que o objetivo da comissão é contribuir para que a sociedade brasileira compreenda o que são as fake news e como combatê-las.

Mandado de segurança

O deputado Filipe Barros (PSL-PR) anunciou ter entrado com um mandado de segurança no Supremo Tribunal Federal (STF) contra a CPMI, por considerar que o requerimento para a criação do colegiado não delimita o objeto de investigação. Segundo ele, a comissão pretende investigar um assunto muito amplo.

“A CPI vai de cyberbullyingdeep web, até um revisionismo das eleições passadas. Tanto é que, após o presidente Alcolumbre autorizar a abertura da CPMI, eu ingressei com mandado de segurança no STF, uma vez que faltava objeto determinado, que é um dos pré-requisitos constitucionais para abertura de uma CPMI”, afirmou Filipe Barros.

O ministro do STF, Ricardo Lewandowski rejeitou o mandado.

Fonte: Comunique-se.com

Presidente do Congresso anuncia instalação da “CPI das Fake News”

Composta por 15 senadores e 15 deputados (e igual número de suplentes), a CPI terá 180 dias para investigar divulgação de fake news 

O presidente do Congresso Nacional, senador Davi Alcolumbre (DEM-AP), informou que a comissão parlamentar mista de inquérito (CPMI) para investigar a veiculação de notícias falsas, a CPI das Fake News, será instalada nesta semana.

Em entrevista coletiva na última quinta-feira, 29, Davi informou que os nomes do presidente e do relator da comissão devem ser anunciados o quanto antes. Ele adiantou, no entanto, que a presidência do colegiado caberá ao Senado e, a relatoria, à Câmara.

Composta por 15 senadores e 15 deputados (e igual número de suplentes), a CPI terá 180 dias para investigar a criação de perfis falsos para influenciar as eleições do ano passado e ataques cibernéticos contra a democracia e o debate público. A prática de ciberbullying contra autoridades e cidadãos vulneráveis também será investigada pelo colegiado, assim como o aliciamento de crianças para o cometimento de crimes de ódio e suicídio.

Congresso

A análise da PEC da cessão onerosa (PEC 98/2019) também será nesta semana. A sessão de votações do Senado foi adiada porque a sessão do Congresso Nacional para votação de vetos se prolongou além do esperado, o que levou ao cancelamento da análise da proposta no Plenário do Senado. Davi Alcolumbre lembrou que já há entendimento entre os líderes partidários para aprovação da matéria, que poderá ocorrer nos próximos dias.

“Se fizermos a sessão do Congresso na terça, votaremos a cessão onerosa no Senado na quarta. Se votarmos a cessão onerosa na terça, faremos Congresso na quarta, para deliberar a pauta [composta por vetos e pelo projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias – PLN 5/2019)”, disse Davi Alcolumbre.

Fonte: Comunique-se.com

Novidades digitais: podcast, conteúdo feminino e novo romance

Em Brasília, site Metrópoles é mais um a investir na produção de podcast. Em Porto Alegre, Correio do Povo passa a contar com plataforma de conteúdo feminino. Na Grande São Paulo, jornalista lança mais um romance

O que os três projetos acima têm em comum? Eles representam novidades digitais na produção de conteúdo

Site Metrópoles é vai um a investir em produção de podcast

No momento em que até a TV Globo começa a se dedicar a apresentar novidades digitais no âmbito na produção de conteúdo jornalístico, outros veículos de mídia não ficam atrás. Nesta semana, por exemplo, o Metrópoles lançou o podcast ‘Brilhante Sacada‘.

Apresentado por Fernando Braga, gestor de conteúdo do site baseado em Brasília, e Paloma Santos, repórter do mesmo Metrópoles, o ‘Brilhante Sacada’ chega em formato de temporada. A primeira se propõe a contar em 14 episódios semanais histórias de empreendedorismo, negócios e inovação. Para isso, presidentes e fundadores de empresas serão entrevistados.

Correio do Povo lança plataforma de conteúdo feminino

A onda de novidades digitais também chegou para os lados do Lago Guaíba, em Porto Alegre, em meados de agosto. Com sede na capital gaúcha e nativo da mídia impressa, o Correio do Povo lançou o Bella+, site com conteúdos voltados ao público feminino.

O Bella+ conta com reportagens e artigos. Os materiais são organizados em cinco editorias: ‘Moda & Beleza’, ‘Estilo de Vida’, ‘Relacionamentos’, ‘Negócios & Finanças’ e ‘Bem-Estar’. Para a coordenadora do projeto, Katía Alves, a plataforma chega para suprir “o que a mulher precisa, ou acredita que precisa, o que ela busca”.

Em formato de livro digital, jornalista apresenta novo romance

Morador de Suzano, cidade da Região Metropolitana de São Paulo, o jornalista Lucas Eliel também protagoniza ação no combo de novidades digitais. Nesta semana, ele disponibilizou o seu mais novo livro Claraboia – O Forno Sacrificial. Detalhe: a obra é ofertada em formato e-booksendo sua aquisição possível por meio da Amazon.

Claraboia – O Forno Sacrificial é um romance, tendo a história de investigação policial com aventura. “É início de primavera na friorenta Detetives, nos mais altos montes da Serra Mais Alta. Claraboia está entediada, estragando todas as suas perucas, quando surge uma nova investigação. A detetive é apresentada ao estranho caso de um CEO assassinado ao se sentar em um puff com uma armadilha mortal em seu interior: um espelho”, informa a sinopse.

Fonte: Comunique-se.com

Fake news são reforçadas por falsas memórias

Um estudo sobre falsas memórias feito com 3.140 participantes destaca o risco de fake news se espalharem pelas mídias sociais.

 
Voluntários foram informados de uma história inventada sobre cartazes de campanha que está sendo destruído depois de ter sido encontrado para ter sido financiado por um americano
Na semana que antecedeu o referendo irlandês sobre a lei do aborto de 2018, os voluntários foram informados com fake news. 

Cada participante recebeu seis reportagens, duas das quais falsas. A votação acabou por tornar os abortos legais na República da Irlanda.
 
Quase metade afirmou ter tido memórias anteriores de pelo menos um dos eventos inventados.

E muitos não questionaram suas falsas lembranças, mesmo depois de terem sido informados de que os artigos que tinham lido poderiam ser falsos.

"A memória é um processo reconstrutivo e estamos vulneráveis à sugestão que distorce nossas lembranças, sem nossa percepção consciente", disse Gillian Murphy, da University College Cork.

"Os eleitores são vulneráveis não apenas a acreditar em uma notícia falsa, mas também a relembrar falsamente que o evento [inventado] realmente aconteceu", disse Gillian Murphy, da University College Cork, em entrevista à BBC.
 
Fonte: Portalimprensa.com

Panorama: Com expansões já programadas, Massa FM e Band FM geram expectativas no mercado neste mês de setembro

São Paulo - O território paulista será palco das expansões previstas para as duas marcas, áreas com grande concentração populacional

Setembro deverá ser um mês que manterá o ritmo acelerado de novidades no mercado de rádio em todo o país. E duas redes já contam com expansões significativas e programadas para este mês. Conforme o mercado tem acompanhado, a Massa FM 92.9 de São Paulo está em fase final de implantação de sua estrutura e tem a sua estreia prevista para o próximo dia 25, marca que também chegará a Baixada Santista. Já a rede liderada pela Band FM 96.1 iniciará um processo de expansão pelo interior paulista. Acompanhe:

Desde a confirmação da aquisição da 92.9 FM pelo Grupo Massa, uma série de eventos tem ampliado a expectativa para a chegada da marca ao principal mercado de rádio da América Latina, como notícias que envolveram a formação de equipe, organização de sua estrutura técnica/sede, entre outros detalhes.

O que se sabe até o momento é de que a 92.9 FM seguirá com a programação atual da Feliz FM até o próximo dia 22 e, segundo informações extraoficiais, a tendência é de que a Massa FM oficialize a sua chegada no dia 25 de setembro. 

A estreia será acompanhada pela inauguração da Massa FM 102.1 de Santos, fato que fará a rede nascer de uma só vez em duas regiões que possuem uma grande integração econômica e social (Grande São Paulo e a Baixada Santista). Detalhe: as duas FMs paulistas acrescentarão cerca de 23 milhões de pessoas à área populacional atingida pela Massa FM (que hoje está estimada cerca de 17 milhões de habitantes).

Clique aqui e veja a lista de emissoras que integram a Massa FM

Band FM rumo ao interior

Com uma rede já extensa em território paulista (19 emissoras operando atualmente com sua marca), a Band FM anunciou que herdará quatro afiliadas que estavam com a Transamérica Hits. A expectativa é de que essas novas estações integrem a rede Band FM a partir deste mês de setembro. São elas: Band FM 91.1 de Mogi Mirim / Itapira, Band FM 88.7 de Sertãozinho / Barrinha, Band FM 98.7 de Avaré e Band FM 93.3 de Mococa.

Detalhe para o leste do estado: hoje apenas com a Band FM 106.7 de Campinas, a rede contará com uma forte ampliação de sua cobertura nessa importante área de São Paulo. A Band FM 91.1 de Mogi Mirim / Itapira encontra área de cobertura da Band FM de Campinas nas proximidades com Jaguariúna e Cosmópolis, estendendo a abrangência da rede até a proximidade com as regiões de São João da Boa Vista e Casa Branca, onde já é possível sintonizar a 93.3 FM de Mococa.

Contando com a Grande Campinas, esta faixa do estado de São Paulo tem uma população residente que supera a marca de 5 milhões de habitantes.

Outro detalhe importante é a 88.7 FM de Barrinha. Apesar de ser uma emissora de baixa potência, a futura Band FM 88.7 atinge com certa facilidade as cidades de Sertãozinho (cuja população já supera os 135 mil habitantes) e Jaboticabal (acima de 75 mil habitantes).

Avaré, com mais de 90 mil habitantes, também é um acréscimo importante para a cobertura da Band FM, praça que é explorada por várias redes nacionais.

Veja aqui a lista de FMs que integram atualmente a rede Band FM

Fonte: Tudoradio.com

Para se recuperar, Grupo Abril terá de vender a revista Exame

Plano de recuperação judicial da empresa de mídia foi, finalmente, aprovado pelos credores. Grupo Abril terá que se desfazer de ativos, entre eles a marca Exame

Assembleia realizada nesta semana no Club Homs da Avenida Paulista, em São Paulo, definiu os próximos passos do Grupo Abril. O conglomerado de comunicação havia entrado com pedido de recuperação judicial em agosto de 2018. Após um ano, a solicitação foi atendida pela maioria absoluta dos credores. Há, contudo, contrapartidas. A empresa terá que vender a Exame e outros ativos.

Em relação à Exame — unidade de negócios que conta com revista impressa, site e organização de eventos –, o Grupo Abril tem o prazo de quatro meses para vender a outra corporação. A empresa que foi fundada e por décadas gerida pela família Civita terá, ainda, que abrir mão de outros dois negócios. Precisará vender imóveis que mantém em Campos do Jordão (SP) e do imóvel onde funciona a sede da companhia na Marginal Tietê, na capital paulista.

Dívida bilionária

O montante a ser arrecado com as vendas da marca Exame e dos imóveis, o Grupo Abril terá a obrigação de pagar credores (inclusive de ex-funcionários que levaram calote) e empréstimos tomados junto a instituições financeiras. Eventualmente, o valor arrecado poderá compor o caixa da empresa de comunicação que, há um ano, revelou ter acumulado dívida de R$ 1,69 bilhão — e avisou que não conseguiria pagar.

Reportagem veiculada pelo site da Exame, que ainda pertence ao Grupo Abril, destaca que na assembleia desta semana “o plano [de recuperação judicial] foi aprovado com 92% de representação no valor da dívida e 96% de representação no número de credores”. Os credores, de acordo com a publicação, estão organizados em quatro núcleos: ex-funcionários, bancos, prestadores de serviços editoriais e outros fornecedores.

Fonte: Comunique-se.com

Conteúdo digital: reforços no MyNews e Globo na era dos podcasts

Ambiente digital pauta novos projetos de conteúdo. MyNews contrata apresentadores e prepara atração com o publicitário Washington Olivetto. Globo vai além da TV  e coloca jornalistas para produzirem podcasts

Estreias no MyNews

Canal no YouTube criado em 2018 pelo humorista Antonio Tabet e pela jornalista Mara Luquet, ex-contratada da TV Globo e que está concorrendo em três categorias do Prêmio Comunique-se 2019, o MyNews apresentou novidades neste mês de agosto. Com foco em produção de conteúdo digital, o projeto contratou apresentadores e colocou no ar novos programas. Nas últimos semanas, o canal iniciou a produção do ‘Sem Treta’, com Leonardo Sakamoto e Joel Pinheiro da Fonseca. Semanalmente, os dois debatem sobre os mais diversos assuntos. Também passou a exibir o ‘MyNews Games’, com Rodrigo Magal, e ‘Sem Politiquês’, com o jornalista Bruno Boghossian.

Publicitário e youtuber

Mesmo com as estreias de agosto, as novidades do MyNews não param em 2019. O canal já anunciou que o publicitário Washington Olivetto comandará um programa semanal. No formato de revista eletrônica, a atração deverá estrear em outubro ou novembro, conforme registra Alexandre Zaghi Lemos em reportagem para o site Meio & Mensagem. “O programa é o que foi a minha vida. Eu sempre fiz publicidade e marketing me realimentando das outras coisas. Então, o programa tem publicidade e marketing, mas, principalmente, o que realimenta isso. Como se chegou nessa música? Como se chegou nesse filme?”, disse o futuro youtuber.

Globo na era dos podcasts

Empresa de comunicação que até hoje reluta em ter divulgado materiais que não estejam vinculados em suas mídias proprietárias, a TV Globo investe em conteúdo digital. Nesta semana, a emissora passou a produzir podcasts. Ao todo, são programas, que chegam para preencher uma grade ativa de segunda a sábado. Os materiais em áudio ficam disponibilizados no G1 (site mantido pelo Grupo Globo) e nos aplicativos Spotify, app do iPhone e Google podcasts. Âncora do ‘Jornal da Globo’, Renata Lo Prete foi responsável por inaugurar essa fase da Globo. Ela é apresentadora de ‘O Assunto’, que terá uma nova edição a cada segunda-feira. Na estreia, ela falou sobre a “Amazônia em chamas”.

Fonte: Comunique-se

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