Super Rádio passa a transmitir em FM na capital paulista

A Super Rádio AM 1150 de São Paulo apareceu novamente no dial FM da capital Paulista. A emissora popular está ocupando a faixa 97.3 FM de São Paulo, canal que abrigava a programação da Rádio Plenitude, emissora que tinha sua programação voltada ao segmento religioso.

Nos últimos anos, a Super Rádio AM vem ocupando frequências, tanto na faixa AM quanto na FM, simultaneamente à sua transmissão originada em 1150 AM. Em 2016, A emissora passou a ser retransmitida também pela 1370 AM para toda a Grande São Paulo.

O canal estava com a programação da Apolo AM, marca que substituiu a própria Super Rádio AM. Atualmente, a 1370 AM abriga o projeto da Rádio DaCidade. Esta é a segunda vez que a Super Rádio passa pelo dial FM.

A frequência tem porte considerável, na classe A1 de potência. O seu parque de transmissão está em Mairiporã, o que facilita a propagação do sinal da emissora.

Agora, a Super Rádio AM está com sua transmissão simultânea em 97.3 FM de São Paulo. A rádio conta em sua equipe com nomes conhecidos do rádio paulistano, como Paulinho Boa-Pessoa, Paulo Barboza, Kaka Siqueira, entre outros.

Vale ressaltar que a Super Rádio AM está na disputa pelo bloco da “frente” na corrida de audiência na capital paulista. A ida para o dial FM pode ajudar a rádio a crescer mais na disputa.

 

Fonte: Tudo Rádio

 

FENAERT repudia agressões sofridas por jornalistas durante a cobertura do decreto da prisão do ex-presidente Lula

A FENAERT - Federação Nacional das Empresas de Rádio e Televisão vem a público manifestar seu repúdio às agressões sofridas por jornalistas que faziam a cobertura dos fatos relacionados ao decreto da prisão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Diversos incidentes foram registrados, em cidades como São Bernardo do Campo e Brasília.

A liberdade de expressão, protegida pela Constituição, carrega a responsabilidade de respeitar a dignidade da pessoa humana, a honra e a imagem do indivíduo. Sendo o direito de informar um dos pilares da liberdade de informação.
Atacar o profissional de imprensa, no seu pleno exercício da profissão, é ferir a Constituição, a democracia e o direito da sociedade em conhecer os fatos e acontecimentos de seu ambiente. A FENAERT ressalta ainda que os autores das agressões devem ser identificados com urgência e punidos pelas autoridades.

Publicado o decreto que atualiza regulamentação da profissão de radialista

Foi publicado no Diário Oficial desta quinta-feira, 05 de abril, o decreto presidencial que atualiza a legislação referente à regulamentação da profissão de radialista. A medida foi tomada após ampla discussão sobre a necessidade de adequação aos tempos atuais. Confira o novo Quadro de Funções da Lei do Radialista.

icon-pdf  Quadro de Funções da Lei do Radialista
icon-pdf  Anexo ao Decreto nº 84.134, de 30 de outubro de 1979 

Fenaert apoia decreto que atualiza regulamentação da profissão de radialista

Documento foi assinado pelo presidente Temer nesta quarta-feira (04), durante solenidade de sancionamento da flexibilização da Voz do Brasil. Medida foi aprovada após ampla discussão sobre a necessidade de adequação das normas aplicadas aos profissionais da área.

Apesar da intensa evolução tecnológica pela qual o setor da radiodifusão passou nas últimas décadas, a legislação que regulamenta a profissão de radialista permanecia a mesma desde 1979, quando entrou em vigor. O decreto que atualiza essa legislação foi assinado pelo presidente Michel Temer nesta quarta-feira (04), em Brasília, durante solenidade de sancionamento da flexibilização da Voz do Brasil, após ampla discussão sobre a necessidade de adequação aos tempos atuais, o governo federal publicou o decreto que atualiza o Quadro de Funções da Lei do Radialista. A publicação da decisão deve ocorrer nesta quinta-feira (05), no Diário Oficial. A Federação Nacional das Empresas de Rádio e TV (FENAERT), que sempre defendeu a ideia de evolução e atualização das funções desses profissionais, apoia a ação do governo, que colabora com a preservação da atividade dos radialistas e traz segurança jurídica para as empresas do setor.

“Entendemos que é muito positiva a iniciativa do Legislativo, apoiada pelo governo federal, que identificou a defasagem da regulamentação que era aplicada até então, com mais de 30 anos de vigência. Não se pode amparar a regulação de uma atividade com base em equipamentos, pois isso muda com uma frequência cada vez maior. Além disso, manter outras funções sob a mesma regra é descabido”, explica o presidente da FENAERT, Guliver Leão. Ele lembra que a Lei 13.424 de 28 de março de 2017 determinou a atualização do quadro de funções dos radialistas com a reanálise e readequação do decreto-lei, dando prazo para que o Ministério do Trabalho se manifestasse sobre a questão.

Em razão da desatualização, várias das funções listadas no antigo decreto já nem existem mais e outras estão defasadas em decorrência da multifuncionalidade trazida pelo avanço da tecnologia. “A legislação da década de 70 regulamentou as funções com base em equipamentos que já estão obsoletos. Existia, até então, uma dificuldade por parte das emissoras de radio e TV em enquadrar profissionais nas funções que hoje exercem, pois já saímos da era analógica e vivemos na era digital”, destaca Leão.

Outro ponto importante a destacar é que, sem sentido, a regulamentação recaía também sobre profissionais de outros setores que não são próprios ou exclusivos da radiodifusão. A profissão englobava quase 100 funções entre atividades técnicas e de produção, como por exemplo: cabeleireiro, técnico de ar condicionado, eletricista e mecânico. Todos, até então, quando funcionários de uma emissora de rádio ou TV, cumpriam jornada de trabalho reduzidas, diferente do aplicado no mercado, com contratos diferenciados.

DECRETO GARANTE MENOS BUROCRACIA E MAIS SEGURANÇA JURÍDICA

A FENAERT comemora o fato de que, a partir de agora, haverá menos burocracia para a contratação de profissionais pelas empresas do setor: “até então, as funções regulamentadas só podiam ser exercidas por profissionais com registro prévio na delegacia regional do Trabalho para cada função e agora espera-se uma situação bem mais favorável para as empresas e os colaboradores”, ressalta Leão.

O presidente da Federação pontua ainda a forte assimetria regulatória entre o setor de radiodifusão e canais estrangeiros, portais de internet e demais distribuidores e produtores de conteúdo, que mesmo utilizando profissionais com as mesmas habilidades técnicas, não precisavam se sujeitar à Lei do Radialista que estava ultrapassada. “Lidávamos com uma concorrência desnivelada, empresas de conteúdo que concorrem no mesmo mercado, mas que não estavam sujeitas às mesmas regras”, argumenta.

Para Leão a atualização das funções não vai gerar demissões. “Pelo contrário, vai permitir o desenvolvimento e capacitação dos profissionais para trabalhar com novas tecnologias e plataformas de comunicação. A atualização é importante tanto para as empresas, que terão segurança jurídica para atuar, como para os funcionários, que se adaptarão a uma nova realidade de mercado”, salienta. Ele finaliza afirmando que ao defender a atualização da lei, o setor promove a subsistência da própria atividade da radiodifusão: “as empresas poderiam terceirizar a mão-de-obra contratando produtoras de conteúdo, o que seria uma via legal, mas está lutando para preservar a atividade, porém regulamentada de acordo com a realidade atual”.

Ministério encerra processos que livram emissoras de cobrança indevida da TFF

A pedido da ABERT, o Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) fez uma "força-tarefa" para concluir os processos de devolução de canais AM à União de emissoras que migraram para o FM em 2017. Até agora, foram analisados 57 processos de emissoras que já operam no FM, cujos canais AM ainda constavam no sistema.

Na prática, esta pendência acarretaria a cobrança indevida da Taxa de Fiscalização e Funcionamento (TFF) para as rádios que migraram e devolveram o canal em 2017. Segundo o levantamento realizado pelo tudoradio.com, mais de 350 emissoras já efetivaram a migração AM-FM.

Segundo determina a legislação, a TFF incide sobre a totalidade das estações licenciadas até 31 de dezembro do ano anterior e deve ser paga até 31 de março. A taxa não deve ser cobrada a partir do ano seguinte ao pedido de cancelamento da licença.

Em janeiro, o MCTIC publicou o Decreto nº 9.270 Diário Oficial da União, que deu mais 180 dias (cerca de seis meses) para que as emissoras possam fazer a solicitação da migração e iniciar a regularização dos documentos que deverão ser apresentados no momento oportuno. Esse novo prazo abrange as AMs que não fizeram a solicitação na primeira etapa do processo.

Com informações da ABERT

Fonte: Tudo Rádio

Projeto que flexibiliza a transmissão da Voz do Brasil é encaminhado para sanção presidencial

A Câmara dos Deputados encaminhou um comunicado ao Senado Federal informando que o Projeto de Lei 595/2003, que “dispõe sobre a obrigatoriedade de emissoras de radiodifusão transmitirem o programa oficial dos Poderes da República”, aprovado no dia 13, foi encaminhado para sanção do presidente Michel Temer. Após esse trâmite, as emissoras de rádio poderão decidir o horário de transmissão do programa estatal.

O ofício assinado pelo presidente da Câmara, Rodrigo Maia, foi enviado no dia 14 deste mês para o presidente Michel Temer. A Mensagem 5/2018 informa que o projeto foi aprovado na Câmara dos Deputados e está sendo encaminhado para a sanção.

Vale ressaltar que “sanção presidencial” é a concordância e anuência do presidente da República com projeto de lei ordinária ou complementar aprovado pelo Congresso. O prazo para ocorrer a sanção é de 15 dias, neste caso, contado a partir do dia 14. 

Caso o presidente não sancione o projeto nesse período, este será tido como sancionado tacitamente. Ocorrendo essa hipótese, o projeto é promulgado pelo presidente da República ou pelo presidente do Senado. 

Com isso, o primeiro-secretária da Câmara dos Deputados enviou ofício ao Senado Federal, informando que o projeto foi encaminhado à sanção no dia 14 deste mês. A expectativa é que haja a anuência do presidente Michel Temer nos próximos dias.

Fonte: Tudo Rádio

Audiência pública no Senado debate sobre o combate às notícias falsas

O impacto das notícias falsas, as chamadas "fake news", nas eleições deste ano foi tema de audiência pública no Senado Federal, nesta quarta-feira (21). Durante os debates, autoridades da Justiça Eleitoral, especialistas em mídias digitais e representantes de entidades da imprensa falaram sobre as preocupações com as eleições de 2018, as primeiras em que os candidatos poderão patrocinar publicações na internet.

O investimento em jornalismo e a responsabilização das plataformas digitais foram algumas das propostas apresentadas no combate às notícias falsas. O presidente da ABERT, Paulo Tonet Camargo defendeu a importância do jornalismo profissional. "Somente o jornalismo profissional tem a certificação da notícia. Somente o jornalismo profissional, aquele que tem responsabilidade com a apuração da notícia e compromisso com a verdade, é capaz de combater as notícias falsas” disse.

 Na mesma linha, o diretor do jornal Folha de S.Paulo, em Brasília, Leandro Colon, afirmou que "a matéria verdadeira tem a assinatura do repórter, o nome de um editor e o nome de uma empresa. Isso é o que vale”, disse o jornalista.

O ministro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Tarcísio Vieira, apontou três grandes desafios para o Tribunal nestas eleições: financiamento eleitoral, impressão de voto e fake news. “A legislação atual já prevê a criminalização para quem divulga e compartilha notícias falsas. Estamos no TSE trabalhando com o melhor da tecnologia, criando ferramentas para diminuir a disseminação de notícias falsas na internet”.

Os participantes também ressaltaram a importância da educação no combate às notícias falsas. “Ensinar as pessoas como validar uma notícia é muito importante para esse processo. Uma notícia hoje deve ser checada. Há inúmeras formas para isso e devemos passá-las a todos”, disse o promotor de justiça do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT), Frederico Ceroy.

A presidente do Instituto para o Desenvolvimento do Jornalismo (Projor), Ângela Pimenta, acredita que as escolas também podem ajudar os jovens a usar as redes sociais. “É preciso haver uma reação coordenada para ensinar as pessoas, principalmente os jovens, a lerem as notícias, a desconfiarem da notícia falsa e a usarem as redes sociais. E a escola é uma parte importante para essa educação,” disse.

Participaram ainda da audiência pública, solicitada pelo senador Telmário Mota (PTB-RR), o presidente do Conselho de Comunicação Social, Murilo Aragão e o especialista em segurança digital, Daniel Nascimento.

Com informações da ABERT
Fonte: Tudo Rádio 

Nota de falecimento

É com grande pesar que a Federação Nacional das Empresas de Rádio e Televisão (FENAERT) informa o falecimento do presidente do Grupo Cidade de Comunicação de Fortaleza, Miguel Dias de Sousa, ocorrido na manhã desta terça-feira (20). O empresário, de 65 anos, estava internado no Hospital Monte Klinikum, com problemas cardíacos.

Oportunidades para o rádio no mercado digital na pauta do Techdays 2018

Santos recebe na próxima quinta-feira (22) a primeira edição do ano do Techdays. O evento, voltado à radiodifusão, será realizado no Hotel Monte Serrat e contará com painéis e palestras de especialistas no meio e é promovido pela Embrasec e pela Revista Radioenegocios.com, com apoio da ABERT.

“Com o crescimento exponencial do uso da internet e das mídias sociais nos mais diversos segmentos e nichos de atuação, é preciso estar sempre atento às oportunidades e ferramentas focadas para a melhoria e eficiência da radiodifusão". A avaliação é da advogada Ana Maria Faria de Oliveira, organizadora do Techdays, um dos mais importantes encontros para os setores de rádio e tecnologia. 

Os seminários são realizados em diferentes cidades do país para discutir temas ligados à tecnologia de radiodifusão, como equipamentos, serviços, conteúdo e marketing. A nova fase da migração do rádio AM para FM será tema da palestra do diretor de Rádio da ABERT, André Cintra. A presidente do Instituto Palavra Aberta, Patrícia Blanco, também estará presente e discutirá as notícias falsas.

Durante o encontro, ainda estão previstos painéis sobre os desafios para o rádio, a importância de um conteúdo inovador na programação, como aumentar o faturamento com o digital e rádio na era da internet. "A cada ano, o evento é ampliado e atualizado, especialmente incorporando o mercado digital, com objetivo de levar às emissoras informações para tirarem o máximo proveito desta convergência que veio para ficar: rádio e internet”, afirma Ana Maria.

As inscrições são gratuitas e podem ser feitas em www.radioenegocios.com.br ou ligue (11) 3791 3913.

Flexibilização da A Voz do Brasil: Formatos das FMs devem definir o melhor horário da transmissão

aprovação do projeto de flexibilização do horário de transmissão da A Voz do Brasil ainda aguarda a sanção da presidência da República, mas a iminente liberação pela mudança no horário já movimenta as rádios brasileiras. A alteração na grade de cada estação deverá ficar ligada aos formatos de cada rádio e também à realidade dos locais onde operam. Mudar ou não o horário de transmissão entre 19h00 e 22h00 poderá ser estratégico para as rádios. 

É de conhecimento do mercado que a faixa das 19h00 conta com mais audiência disponível para o rádio do que as faixas das 20h00 e 21h00, quando o rádio tem mais concorrência com a internet e televisão (população já está mais em casa e costuma consumir outros formatos de mídia). Com mais pessoas em trânsito, principalmente nos grandes centros, a expectativa é de que as rádios comerciais passem a utilizar a faixa das 19h00 para entreter e prestar serviço à população dessas regiões, que na maioria não conta com o rádio na “volta para a casa”. 

Flexibilizar ou não?

Para quem vai flexibilizar, deve levar em conta o comportamento de sua audiência e também o formato/perfil da estação. A tendência é de que a faixa das 21h00 seja a mais utilizada para a transmissão, porém algumas rádios têm o horário como ponto forte devido a entrada e saída de públicos em escolas e universidades. Outro formato que não deve optar pela flexibilização é o esportivo, já que muitos jogos começam as 19h30 (não terminam antes da faixa final para a transmissão da A Voz do Brasil) e muitas partidas são programadas para as 20h00, 20h30, 21h30 e 21h45 (principalmente às quartas e quintas-feiras).

Com a internet sendo um agregador de peso para o rádio, a possibilidade de flexibilizar o horário de transmissão somada condição de gerar outra programação da emissora via internet enquanto o FM/AM está destinado ao programa jornalístico, pode ampliar o tempo de permanência da audiência em uma determinada estação. Exemplo: o ouvinte pode continuar ouvindo a emissora via internet com sua grade habitual em casa enquanto A Voz do Brasil está disponível no dial em horário alternativo.

Expectativa de mais audiência para o meio e para A Voz do Brasil

A expectativa é de que a flexibilização crie um cenário positivo para o rádio e para a própria A Voz do Brasil. O rádio passará a contar com uma “faixa útil” às 19h00 que pode ampliar os picos de audiência entre a tarde e à noite, já que a audiência das emissoras poderão acompanhar a sua programação preferida no formato habitual de cada projeto até a volta para a casa. Já A Voz do Brasil, com horário flexibilizado, tende a perder a sensação de imposição do programa para quem está ouvindo rádio. Será possível escolher uma estação ou uma faixa horária para acompanhar o programa, enquanto outras opções estarão disponíveis em cada um dos horários. Atualmente é “ouvir o programa as 19h ou desligar o rádio”. 

Com a opção de permanência da transmissão às 19h00 nos canais educativos e também para as comerciais que desejaram manter o programa em seu horário original, A Voz do Brasil continuará como opção para a audiência que a deseja nessa faixa horária. Ou poderá “recuperar” o programa nas faixas seguintes (20h e 21h), nas estações que flexibilizaram. E o aviso obrigatório para a mudança no horário de transmissão nas rádios que alteraram o horário deve auxiliar na escolha.

Fonte: Tudo Rádio

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