Mix FM realiza festival em São Paulo com o apoio da marca de chocolate Lacta

A Mix FM 106.3 de São Paulo vai realizar mais um evento que contará com nomes conhecidos da cena musical brasileira. Trata-se do “5Star Apresenta”, com o patrocínio da Lacta, que levará quatro importantes nomes da música contemporânea nacional à casa de shows Áudio, em São Paulo: Di Ferrero, Victor Kley e participação especial de Iza e Kell Smith.

O evento será realizado no domingo (20), a partir das 16h. Os ingressos para o “5Star Apresenta” estão à venda no site da Ticket360 ou na bilheteria da casa de shows Audio, de segunda à sexta-feira, das 10h30 às 18h, ou no sábado, das 17h às 20h. Também estará disponível a opção de compra na hora do evento.

O festival realizado pela Mix FM terá apresentações de Di Ferrero, que ficou conhecido nacionalmente por integrar o grupo NX Zero desde 2004, será destaque na noite e fará uma apresentação solo com seus novos sucessos. Também entre as atrações está Vitor Kley, sucesso recente e já evidente no Brasil. Ele é dono dos hits “O Sol” e “Farol”.

Além dos já citados, o evento terá como convidadas especiais as cantoras Iza, que a cada dia vem ganhando mais notoriedade e se firmado como um novo rosto de sucesso, e Kell Smith, intérprete do sucesso “Era Uma Vez”. Ambas prometem agitar o público com suas canções. 

Chamadas na rádio anunciam o festival, este que conta com a marca do "Mix Apresenta" (indicativo utilizado pela 106.3 FM para shows e eventos promovidos pela rádio).

Campanha Juntos no Melhor Mix 

A Mix FM 106.3 de São Paulo segue a com divulgação da nova etapa da campanha “Juntos no Melhor Mix”. A emissora voltada ao formato pop/jovem vai realizar ações com profissionais de mídia da capital paulista em parceria com a iFly Brasil, maior empresa de simuladores de paraquedismo do mundo. O objetivo é de fortalecer seu relacionamento com anunciantes, agências e outros profissionais do mercado publicitário.

 

Fonte: Tudo Radio

Convocação da Seleção Brasileira para a Copa deve movimentar rádios

As rádios que contam com os direitos de transmissão da Copa do Mundo da Rússia FIFA 2018 estarão na cobertura da convocação dos jogadores que irão disputar o torneio. O técnico Tite irá revelar os nomes dos jogadores nesta segunda-feira (14), a partir das 14h (horário de Brasília), mas as rádios devem ter a cobertura já no início da manhã.

Na Rádio Bandeirantes FM 90.9 AM 840 de São Paulo, a transmissão começa às 13h30, com o repórter Cristiano Pinho na sede da CBF, no Rio de Janeiro. A ancoragem será de Ricardo Capriotti, acompanhado por Paulo Jamelli, mais novo comentarista da rádio, e o convidado especial Roque Junior, campeão mundial em 2002. Milton Neves e Claudio Zaidan também vão participar da transmissão.

Já na BandNews FM 96.9 de São Paulo, a transmissão começa às 13h40, com reportagem de Mario Dias Ferreira diretamente da sede da CBF. No estúdio estarão o apresentador Eduardo Barão e os comentaristas André Coutinho, Bernardo Ramos e Fábio França. Os pentacampeões mundiais Edmílson, Anderson Polga, Kleberson e Edílson também participarão da transmissão.

Jovem Pan AM 620 FM 100.9, Transamérica FM 100.1 de São Paulo, Rádio Itatiaia FM 95.7 AM 610 de Belo Horizonte, Rádio Gaúcha FM 93.7 AM 600 de Porto Alegre, entre outras emissoras também terão uma programação voltada à convocação. A expectativa é que o técnico Tite chame 30 jogadores, sendo que apenas 23 irão disputar o torneio a partir de junho.

 

Fonte: Tudo Radio

FENAERT PROMOVE ENCONTRO COM SINDICATOS PARA DEBATER DECRETO QUE ATUALIZA A REGULAMENTAÇÃO DA PROFISSÃO DE RADIALISTA

Presidentes e consultores jurídicos de sindicatos filiados à Federação estiveram reunidos em Brasília nesta terça-feira (08). Em pauta, a adaptação dos veículos de comunicação às alterações previstas no decreto n° 9.329/2018.

A Federação Nacional das Empresas de Rádio e TV (FENAERT) promoveu, nesta terça-feira, 08 de maio, um encontro com presidentes e consultores jurídicos de sindicatos filiados à entidade, com o objetivo de debater as alterações previstas no decreto n° 9.329/2018, que atualiza a regulamentação da profissão de radialista, publicado no Diário Oficial da União em 05 de abril deste ano. 

Conforme o presidente da entidade, Guliver Leão, a edição do decreto trouxe uma grande responsabilidade ao setor e por isso o debate se fez necessário. "Temos que buscar agora sintonia e abordagem uniforme, uma vez que naturalmente surgem questionamentos por parte das empresas. O objetivo não é propor uma cartilha, mas ressaltar a necessidade de cautela na aplicação das mudanças", explicou. 

Patricia Guimarães, do escritório Gama e Lima & Guimarães, consultora jurídica da FENAERT, fez uma apresentação com apontamentos a partir das alterações e esclareceu as principais dúvidas que surgiram desde a publicação do documento. 

Para o presidente da Associação Brasileira das Emissoras de Rádio e TV (ABERT), Paulo Tonet Camargo, a edição da lei do radialista e do decreto, junto à modernização das leis trabalhistas como um todo, representam um marco para o segmento. "A iniciativa da FENAERT de buscar a uniformização de condutas no quesito aplicação das mudanças contribui efetivamente para que as alterações se tornem realidade", destacou. 

Já o presidente do Sindicato das Empresas de Rádio e Televisão (SERT) do Paraná, Caíque Agustini, destacou que pra que a o decreto representa o caminho para a resolução de problemas que há décadas permeavam a radiodifusão. Fernando Nascimento, presidente do Sindicato das Empresas de Rádio e TV do Pará (SERTEP), completou que atualização da legislação vai contribuir para a pacificação das relações de trabalho no setor e que a orientação da FENAERT é essencial no processo de aplicação das mudanças.

Geraldo Osório, consultor jurídico Sindicato das Empresas de Rádio e Televisão (SERTESP) de São Paulo, acrescentou que o debate foi de suma importância, para que os sindicatos orientem as empresas do setor da melhor forma possível. 

Ao final do encontro os representantes dos sindicatos receberam um material de apoio com princípios básicos de posições que devem ser adotadas pelas empresas do setor, com ressalvas aos casos específicos e que incluem direitos adquiridos. 

Marcos Silveira, assessor jurídico do Sindicato das Empresas de Rádio e Televisão (SERT) de Santa Catarina destacou: "Estamos passando por uma grande mudança na legislação, que aguardávamos há muito tempo, mas que ao mesmo tempo pegou as empresas de surpresa então essas orientações são essenciais para a aplicação prática das mudanças". 

O DECRETO

A legislação que estava em vigor até a publicação do decreto, em 05 de abril de 2018, em que estava fundamentado o Quadro de Funções dos Radialistas, datava de 1979, com descrição de funções baseadas em equipamentos da época de sua edição. Portanto, se encontrava totalmente defasado e inadequado à evolução tecnológica dos últimos anos.

Preocupada com a situação, que ameaçava a sobrevivência do setor, a FENAERT promoveu uma série de encontros com representantes dos trabalhadores do segmento, com o objetivo de construir um caminho negociado para a elaboração de uma proposta consensual. Coube ao Ministério do Trabalho editar o decreto, após identificar a defasagem da regulamentação que estava sendo aplicada.

O decreto atual leva em conta as multifuncionalidades decorrentes da própria evolução tecnológica, pois ao longo dos últimos anos diversas soluções tiveram que ser criadas para minimizar os impactos às empresas.

FENAERT DEFENDE LIBERDADE DE IMPRENSA E DE ATUAÇÃO DOS PROFISSIONAIS DO SEGMENTO NO CONSELHO DE COMUNICAÇÃO SOCIAL DO CONGRESSO NACIONAL

Em evento sobre o tema, promovido pela CCS no Senado, nesta segunda-feira, o presidente da FENAERT, Guliver Leão, destacou casos recentes de violência contra profissionais e emissoras.

 "A imprensa é apenas mensageira e presta um serviço à sociedade ao divulgar os acontecimentos, mas o que vemos atualmente é a imprensa sendo colocada como vilã e, muitas vezes, responsabilizada pelos fatos que noticia, além de ser alvo de violência", afirmou o presidente da Federação Nacional das Empresas de Radio e TV (FENAERT), Guliver Leão, nesta segunda-feira, 07 de maio, durante seminário sobre violência contra profissionais de comunicação, promovido pelo Conselho de Comunicação Social do Congresso Nacional, em encontro no Senado, em Brasília. 

Na oportunidade Leão destacou casos de violência e cerceamento a profissionais do setor ao longo dos últimos três anos. Ele salientou ainda, episódios de invasões e atos de vandalismo contra veículos de comunicação. "Em boa parte dos casos as agressões se dão em manifestações e coberturas de fatos políticos. A incidência tem aumentado muito e por isso é preciso traçar e colocar em prática soluções e novos caminhos para preservar a segurança dos profissionais, consequentemente garantindo a liberdade de imprensa, elemento fundamental para a manutenção da democracia", ressaltou Leão em sua fala.

CERCEAMENTO GERA DISTANCIAMENTO NAS COBERTURAS

Leão pontuou o fato de que as ameaças e agressões aos profissionais de comunicação, mais intensas nos últimos tempos, têm gerado um efeito de distanciamento nas coberturas jornalísticas. “Em muitos casos os jornalistas são impedidos de atos comuns, como se aproximar do local do fato, se restringindo a reportar a partir de helicópteros e terraços de edifícios. Isso dificulta o trabalho e é um ataque à democracia”, afirmou.

Durante o evento entidades representativas apresentaram levantamentos sobre os tipos de agressões sofridas pelos profissionais. Em 2017, foram registrados 82 casos de violência contra comunicadores no Brasil, conforme dados da Associação Brasileira das Empresas de Rádio e TV (Abert). As agressões físicas representam 42,68% dos casos.

Ao final da discussão, o presidente do Conselho, Murillo Aragão, ressaltou a necessidade de reflexão sobre iniciativas que colaborem para a mudança deste cenário. “É preciso trabalhar na educação e estimular a mudança de comportamento da sociedade. Passar do campo da análise para a proposição, através de campanhas de conscientização e outros meios”, finalizou.

Também participaram do encontro o presidente da ABERT, Paulo Tonet Camargo, o coordenador de comunicação da Associação Brasileira de Rádio e Televisão (Abratel), Paulo Pimenta, a diretora de redação do jornal Correio Braziliense, Ana Debeux, o secretário jurídico da Federação Interestadual dos Trabalhadores em Empresas de Rádio e Televisão (FITERT), Josemar Pinheiro, a presidente da Federação Nacional dos Jornalistas (FENAJ), Maria José, e o coordenador de Comunicação e Informação da Representação da UNESCO no Brasil, Adauto Soares.

Deputado Rogério Marinho lança livro sobre modernização das leis trabalhistas

Livro "A Modernização das Leis Trabalhistas" está sendo lançando durante este mês em diversas cidades do Brasil.

"A Modernização das Leis Trabalhistas" é o título da obra mais recente do deputado Rogério Marinho, que apresenta esclarecimentos sobre as principais dúvidas referentes à Lei 13.467/2017, que deu origem à recente Reforma Trabalhista.

O objetivo da publicação é orientar os leitores de forma simples e clara, promovendo o entendimento sobre as alterações e com foco nos profissionais de recursos humanos, empregados e empregadores.

O livro estará disponível em breve nas livrarias Cultura de todo país e o lançamento acontece neste mês de maio em diversas cidades, conforme calendário previsto:


04/05 (Sexta) em São Paulo (SP)
 

  •   CEBRASSE às 10h


07/05 (Segunda) em Natal (RN)
 

  •   FIERN às 18h


11/05 (Sexta) no Rio de Janeiro (RJ)
 

  •   FIRJAN


14/05 (Segunda) em Fortaleza (CE)
 

  •   FIEC


18/05 (Sexta) no Mato Grosso 
 

  •   Local a confirmar


21/05 (Segunda) em Chapecó (SC)
 

  •   FIESC às 17h


22/05 (Terça) em Brasília (DF)
 

  •   CNI às 12h


28/05 (Segunda) em Toledo (PR)
 

  •   FIEP


31/05 (Quinta) em Salvador (BA)

 

  •   SINDICOM-BA


 

 

Federação Nacional das Empresas de Rádio e Televisão repudia agressão sofrida por equipe da Band RS

A FENAERT - Federação Nacional das Empresas de Rádio e Televisão vem a público manifestar seu repúdio à agressão sofrida pela equipe da Band RS que fazia a cobertura do julgamento do ex-presidente Lula em Porto Alegre, nesta quarta-feira, 24 de janeiro. Com gritos de "golpistas" e "canalhas", manifestantes hostilizaram os profissionais e os empurraram, expulsando-os da região do Anfiteatro Pôr do Sol, de onde faziam a transmissão.

A equipe tentou argumentar que estava a trabalho, registrando o protesto, mas os ânimos se exaltaram. A repórter Fernanda Farias foi atingida nas costas por um copo de cerveja e, ao chegar ao carro, o cinegrafista sofreu um empurrão. Os manifestantes seguiram com os xingamentos e bateram no carro da emissora.

A liberdade de expressão, protegida pela Constituição, carrega a responsabilidade de respeitar a dignidade da pessoa humana, a honra e a imagem do indivíduo. Sendo o direito de informar um dos pilares da liberdade de informação.

Atacar o profissional de imprensa, no seu pleno exercício da profissão, é ferir a Constituição, a democracia e o direito da sociedade em conhecer os fatos e acontecimentos de seu ambiente.

Federação Nacional das Empresas de Rádio e Televisão repudia intimidação sofrida por repórter da TV Record Paraná

A FENAERT - Federação Nacional das Empresas de Rádio e Televisão - vem a público manifestar seu repúdio à intimidação sofrida pelo repórter Marc Souza, da TV Record Paraná, enquanto intencionava realizar reportagem no acampamento onde estão simpatizantes do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em Curitiba. O profissional foi intimidado pelo presidente do Sindicato dos Jornalistas do Rio Grande do Sul, Milton Simas Jr.

O cerceamento da liberdade de expressão contra os jornalistas é ato inadmissível e acompanhamos democracias colocadas em risco em diversos países do mundo por isso. O que surpreende, desta vez, é que tais atos sejam praticados justamente por entidades representativas e colegas de profissão.

Ao chegar no local para realizar a cobertura, Souza foi abordado por Simas, que, por sua vez, o aconselhou a se posicionar próximo ao carro da polícia para que tivesse sua “integridade preservada”. O presidente também mencionou que “pra quem fala mal de movimento social” não seria recomendável que gravassem no local.

Em seu diálogo com o jornalista, o presidente do Sindicato declarou ainda que “a imprensa tá toda junta no golpe”, frase que generaliza e demonstra conflito de interesses. Ainda que se diga que a intenção foi “proteger” o profissional, o que se viu foi uma ação de intimidar e condicionar Marc Souza a um espaço específico de trabalho e comportamento condicionado pelos manifestantes para que pudesse atuar no local.

Atacar o profissional de imprensa, no seu pleno exercício da profissão, é ferir a Constituição, a democracia e o direito da sociedade em conhecer os fatos e acontecimentos de seu ambiente. Não é aceitável que se confunda militância com o cargo ocupado em uma entidade de classe. A liberdade de expressão não pode ser instrumentalizada para beneficiar terceiros ou para satisfazer vontades delineadas por objetivos políticos.

FENAERT participa de seminário no Senado sobre violência contra profissionais da comunicação

Evento organizado pelo Conselho de Comunicação Social do Congresso Nacional ocorre na segunda-feira (07), em Brasília.

Na próxima segunda-feira (07/05), a Federação Nacional das Empresas de Rádio e Televisão (FENAERT) será uma das expositoras do “Seminário Sobre violência Contra Profissionais de Comunicação”, realizado pelo Conselho de Comunicação Social do Congresso Nacional.

No evento, que acontecerá às 9h, no Senado Federal, a FENAERT será representada por seu presidente, Guliver Augusto Leão, que abordará o atual cenário da comunicação e casos de cerceamento da liberdade de imprensa.

O seminário será interativo e perguntas e comentários poderão ser enviados pelo Portal e-Cidadania (www12.senado.leg.br/ecidadania) e pelo Alô Senado (0800-612-211).

Tome nota: Propaganda eleitoral no Rádio começa no dia 31 de agosto e vai até 4 de outubro

A propaganda eleitoral no Rádio e na televisão terá duração de 35 dias, iniciando-se no dia 31 de agosto e encerrando-se no dia 4 de outubro (antevéspera das eleições). O pleito será realizado no dia 7 de outubro. As emissoras reservarão apenas 25 minutos, em dois horários, para a propaganda em bloco dos candidatos, tendo início às 7h e às 12h, de segunda a sábado. Porém os breaks das emissoras ainda terão as inserções da propaganda política, que totalizam 70 minutos diários nesse formato.

Os candidatos a governador (9 minutos), deputados estaduais (9 minutos) e senadores (7 minutos) veicularão propaganda às segundas, quartas e sextas-feiras. Já aqueles que concorrerão ao cargo de presidente da República e deputados federais, às terças, quintas e sábados (ambos pelo período de 12 minutos e 30 segundos).

Os horários reservados à propaganda em bloco de cada eleição serão distribuídos entre todos os partidos e coligações que tenham candidato, observados os seguintes critérios: 90% distribuídos proporcionalmente ao número de representantes na Câmara dos Deputados e 10% distribuídos igualitariamente. Em 2018 a propaganda eleitoral só é permitida do dia 16 de agosto até às 22 horas do dia 6 de outubro (véspera das eleições). Isso vale também para o uso de auto-falantes, carros de som, comícios, passeatas e carreatas.

As inserções de 30 e 60 segundos, a critério do respectivo partido político, a serem veiculadas das 5h à 0h. O tempo será dividido em partes iguais, para a utilização nas campanhas dos candidatos às eleições majoritárias e proporcionais. A distribuição levará em conta os blocos de audiência entre às 5h e 11h, 11h e 18h, e 18h e 0h, totalizando 70 minutos diários.

Ressarcimento

Já que os partidos políticos não pagam pelo tempo usado na televisão e no rádio, as emissoras deixam de pagar aproximadamente 80% do valor que poderiam receber, caso tivessem anunciantes nesse período. Esta quantia é deduzida nos impostos que deveriam ser pagos à Receita Federal. Os 20% restantes do valor são pagos pelas emissoras como uma forma de contribuir para a democracia do país.

Este desconto no imposto é justificado pelo fato da emissora ceder este tempo da sua programação e, ainda assim, ter os mesmos gastos para fazer uma transmissão.

 

Fonte: Tudo Rádio

 

Após dois meses, Mova FM deixa o ar em Goiânia

Após dois meses no ar, a Mova FM 90.7 de Goiânia deixou o ar no último domingo (30). Segundo informações divulgadas pela própria rádio, o motivo da saída se deu devido ao descumprimento do contrato entre a marca e os proprietários da frequência goiana.

A Mova FM entrou no ar em Goiânia de forma experimental no dia 1º de março. A estreia oficial ocorreu no dia 5 de março, com o início da programação definitiva e com a atuação de locutores conhecidos no mercado goiano. 

A rádio contava com uma programação voltada ao formato pop/adulto, executando uma playlist com pop nacional e internacional. Também tinha em sua identidade artística no ar a voz do locutor Wilson Versolato, conhecido pela produção de vinhetas e voz padrão da Warner

A Mova FM substituiu a Luz da Vida FM, emissora controlada pela comunidade católica Luz da Vida que é uma das proprietárias do sinal. Antes, o canal também recebeu o sinal da rede liderada pela Feliz FM 92.9 de São Paulo, emissora evangélica paulista da igreja Paz e Vida.

Veja abaixo a íntegra da nota divulgada pela Mova FM

No dia 30 de abril, a Mova FM deixou o dial goianiense depois de dois meses no ar. O motivo é o descumprimento de um contrato de parceria por parte dos proprietários da emissora. Assim que a Mova estreou e levou para a sintonia uma programação de qualidade, além da indiscutível melhora no sinal de transmissão, a frequência começou a ser negociada. 

Quem perde com isso é o público que já vinha se identificando com o projeto, uma mistura de dinamismo na comunicação e muita música, fazendo jus à promessa de pouco papo, já que o excesso de conversa construam ser uma das principais características das rádios jovens. 

Antes da Mova FM ocupar os 90,7, a frequência tinha pertencido à comunidade católica Luz da Vida que é uma das proprietárias do sinal. Depois a frequência transmitiu a Feliz FM, emissora evangélica paulista da igreja Paz e Vida. Com o rompimento da nova parceria, voltou a se chamar Luz da Vida. 

Tantas trocas e as interrupções de contratos apontam que o objetivo principal do grupo era mesmo vender a emissora. No entanto, esse agora parece não ser apenas um dos objetivos, mas sim o único, já que dificilmente marcas interessadas em lugar no dial goiano investiriam tempo e recursos em uma emissora com um histórico de tamanha instabilidade. E quebras de contrato.

 

Fonte: Tudo Rádio

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