Web Summit 2018 gera mais de seis mil notícias em Portugal

Um estudo divulgado hoje pela consultora de comunicação Cision registrou mais de 6 mil notícias publicações relacionadas a Web Summit 2018, conferência de tecnologia realizada anualmente desde 2009, realizada na última semana em Lisboa, Portugal. De acordo com o documento, a maioria das notícias foi publicada na internet (4.312), seguido de televisão (936), meios impressos (520) e rádio (287), totalizando 6.055 artigos. O estudo analisou as referências ao evento e a cidade-sede em mais de 2.000 meios de comunicação portugueses (televisão, rádio, imprensa e online) e em 120 mil portais de outros 190 países, entre os dias 01 de outubro e 09 de novembro.

WEB SUMMIT

Web Summit 2018 (Filipe Amorim / Global Imagens).

"Nas televisões nacionais, a Web Summit ocupou cerca de 53 horas de tempo de antena, somadas a mais de 12 horas e meia de emissão no rádio", informa a portuguesa Cision em comunicado. Das notícias divulgadas no exterior que constaram na análise, a maior parte vem dos Estados Unidos, totalizando 2.769. Na Espanha foram 634, seguida de Reino Unido (361), Brasil (350), França (326) e Alemanha (326). Na lista dos 10 países com maior número de notícias sobre o evento, constam ainda Áustria, Canadá, Itália e a Índia, cada uma com mais de 150 publicações.

Conforme o documento divulgado pela Cision, a cidade de Lisboa é citada em 8.195 notícias de meios de comunicação, em mais de 110 países devido ao evento. A edição da Web Summit deste ano, a terceira em Lisboa, ocorreu entre os dias 05 e 08 de novembro, somando 69.304 participantes de 159 países, cerca de 1.200 painelistas, mais de 1.500 investidores e 2.600 jornalistas.

A conferência tecnológica de inovação e empreendedorismo Web Summit nasceu em 2010, na Irlanda, e mudou-se para Portugal em 2016. A mudança gerou um impacto econômico de mais €$500 milhões para o país lusófono.

Fonte: www.rtp.pt

Web Summit 2018 gerou mais de seis mil notícias em Portugal

Um estudo divulgado hoje pela consultora de comunicação Cision registrou mais de 6 mil notícias publicações relacionadas a Web Summit 2018, conferência de tecnologia realizada anualmente desde 2009, realizada na última semana em Lisboa, Portugal. De acordo com o documento, a maioria das notícias foi publicada na internet (4.312), seguido de televisão (936), meios impressos (520) e rádio (287). O estudo analisou as referências ao evento e a cidade-sede em mais de 2.000 meios de comunicação portugueses (televisão, rádio, imprensa e online) e em 120 mil portais de outros 190 países, entre os dias 01 de outubro e 09 de novembro.

WEB SUMMIT

Web Summit 2018 (Filipe Amorim / Global Imagens).

"Nas televisões nacionais, a Web Summit ocupou cerca de 53 horas de tempo de antena, somadas a mais de 12 horas e meia de emissão no rádio", informa a portuguesa Cision em comunicado. Das notícias divulgadas no exterior que constaram na análise, a maior parte vem dos Estados Unidos, totalizando 2.769. Na Espanha foram 634, seguida de Reino Unido (361), Brasil (350), França (326) e Alemanha (326). Na lista dos 10 países com maior número de notícias sobre o evento, constam ainda Áustria, Canadá, Itália e a Índia, cada uma com mais de 150 publicações.

Conforme o documento divulgado pela Cision, a cidade de Lisboa é citada em 8.195 notícias de meios de comunicação, em mais de 110 países devido ao evento. A edição da Web Summit deste ano, a terceira em Lisboa, ocorreu entre os dias 05 e 08 de novembro, somando 69.304 participantes de 159 países, cerca de 1.200 painelistas, mais de 1.500 investidores e 2.600 jornalistas.

A conferência tecnológica de inovação e empreendedorismo Web Summit nasceu em 2010, na Irlanda, e mudou-se para Portugal em 2016. A mudança gerou um impacto econômico de mais €$500 milhões para o país lusófono.

Fonte: www.rtp.pt

Grupo Zahran conclui negociação para aquisição de emissoras do Grupo Jaime Câmara

O Grupo Zahran - conglomerado de comunicação mato-grossense que controla a Centro América Easy FM 99.1 de Cuiabá, a rede Centro América FM e a TV Centro América (afiliada da Rede Globo) – concluiu a negociação para a aquisição do Grupo Jaime Câmara. Com isso, o grupo vai assumir o controle da TV Anhanguera (que também é afiliada da Rede Globo em Goiás e no Tocantins) e FMs nestes estados, e em Brasília.

De acordo com as informações levantadas pela redação pelo tudoradio.com, já houve a conclusão do acordo entre os grupos. A previsão é de que o Grupo Zahran assuma o controle a partir do início de dezembro. Com o fechamento do negócio, o grupo passa a tornar um dos maiores conglomerados de comunicação do Centro-Oeste.

As auditorias e diligências foram concluídas. Só falta mesmo assumir o comando. “Não haverá recuo”, afirma uma fonte. “A Globo considera que o Grupo Jaime Câmara, da família Câmara, está definitivamente fora de seus negócios”, acrescenta.

Entre as rádios, o Grupo Zahran controla a Centro América Easy FM, além das rádios da rede Centro América, que estão em Sorriso (89.3FM), Aragarças (99.9 FM), Rondonópolis (101.5 FM) e Cáceres (103.1 FM).

Com a nova aquisição, o grupo passa a ter o controle também das seguintes rádios que estavam sob o comando do Grupo Jaime Câmara:

Goiânia
CBN FM 97.1
Rádio Daqui AM 1230
Executiva FM 92.7

Brasília
Rádio Globo FM 101.7

Palmas - Porto Nacional 
CBN FM 101.9

Araguaína
CBN FM 106.3
Araguaia FM 99.7

Gurupi
Araguaia FM 96.7

Fonte: tudoradio.com

Fenaert esclarece dúvidas sobre lei do radialista em Goiânia

Na manhã da última quarta-feira, a Federação Nacional das Empresas de Rádio e Televisão (FENAERT) participou do Seminário Nova Regulamentação da Lei dos Radialistas, promovido pelo Sindicato das Empresas de Radio e Televisão do Estado de Goiás (SERT/GO). A atividade foi ministrada pelo presidente da entidade, Guliver Augusto Leão, e pela assessora jurídica da FENAERT, Patrícia Guimarães, a fim de esclarecer possíveis dúvidas sobre a nova legislação do radialista, em vigor desde abril.

DESTAQUE

Presidente da FENAERT, Guliver Augusto Leão. Crédito: Fábio Lima.

Mesclando exposição e oratória, o painel apresentou, para cerca de setenta pessoas, as mudanças da regulamentação da profissão de radialista, decorrentes do Decreto 9.329/2018. “A legislação que vigorava anteriormente datava de 1978, algo completamente ultrapassado. A mudança é um avanço para todo setor da radiodifusão e gostamos de eventos como este, onde vemos a satisfação dos radiodifusores com a nova regulamentação”, afirma Guliver.

Para Patrícia, um dos principais aspectos do seminário é o esclarecimento de dúvidas que ainda persistem. “Os participantes questionaram, principalmente, sobre a aplicação da legislação para contratos de trabalho vigentes e futuros, acúmulo de função e jornada de trabalho. A legislação anterior tratava de funções que nem existem mais. Com a atualização, as empresas podem atuar dentro da realidade, do dia a dia, de uma forma muito mais verdadeira. As empresas estão com uma perspectiva muito positiva quanto a novas possibilidades de trabalho que a nova legislação criou”, finaliza.

ANEXO 1

 Assessora jurídica da FENAERT, Patrícia Guimarães. Crédito: Fábio Lima.

ANEXO 2

Crédito: Fábio Lima.

 

Órgão consultivo do Senado rejeita três projetos ligados às rádios comunitárias

Por sete votos a quatro, o Conselho de Comunicação Social, órgão consultivo do Senado, rejeitou três projetos ligados a área de radiodifusão comunitária. Uma das propostas, encabeçada pelo senador Donizeti Nogueira (PT-TO), prevê que as Rádios Comunitárias recebam uma autorização para captar publicidade comercial. As outras duas propostas são do senador Hélio José (PROS-DF). Uma prevê a permissão para ampliar a potência das rádios comunitárias e a outra isentaria essas rádios da cobrança de direitos autorais realizada pelo ECAD.

A conselheira Tereza Mondino apresentou um parecer contrário aos três projetos. Em relação ao aumento da potência das rádios comunitárias a conselheira afirmou que isso descaracterizaria essas emissoras: “aumento de potência proposto ensejaria um aumento expressivo da cobertura de estação de rádio comunitária igualando-a de uma estação comercial de classe C”.

A decisão do órgão não tem o poder de encerrar os projetos que tramitam no Senado, mas serve de parâmetro técnico para eventual discussão entre os senadores.

O parecer do Conselho agora será remetido ao presidente do Congresso Nacional, Eunício Oliveira. Em seguida, o senador encaminha as conclusões para as comissões que estão analisando os três projetos, no Senado e na Câmara dos Deputados.

*Informações do repórter Afonso Marangoni.

Fonte: jovempan.uol.com.br

Governo nomeia Leonardo Euler como novo presidente da Anatel

O governo Michel Temer nomeou nesta segunda-feira o conselheiro Leonardo Euler para a presidência da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), no lugar do engenheiro Juarez Quadros, que estava no comando da autarquia desde outubro de 2016.

Euler é o primeiro servidor de carreira da Anatel a ser nomeado presidente da agência e terá mandato até 4 de novembro de 2021. Ele é formado em Ciências Econômicas e possui mestrado em Economia pela Universidade de Brasília.

LEONARDO EULER

Foto: Veja/Ricardo Fonseca/Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações/Flickr/Divulgação

O novo presidente da Anatel é servidor de carreira da Anatel desde 2005, aprovado no primeiro concurso público realizado pela agência. Na estatal, foi assessor de conselheiros, gerente de Acompanhamento Econômico da Prestação e chefe da Assessoria Técnica. Euler também trabalhou como analista na Eletronorte.

O mandato de Quadros terminou no domingo. Ele havia sido nomeado por Temer para completar mandato do ex-presidente da agência João Rezende. Quadros tinha direito, mas não foi reconduzido para mais um mandato. O ministro de Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), Gilberto Kassab, havia indicado o secretário da radiodifusão da pasta, Moisés Queiroz Moreira, para a presidência da Anatel.

Antes de deixar o cargo, Quadros cobrou responsabilidade do governo de Jair Bolsonaro (PSL) na definição de políticas públicas para o setor. Essa missão, na avaliação dele, demanda muito tempo e dedicação, algo que nem todos podem oferecer, afirmou. Defendeu também que os futuros conselheiros da Anatel tenham perfil técnico, experiência em regulação, conhecimento do setor e, sobretudo, coragem e capacidade “para dizer sim e não, nunca talvez”. Ele defendeu ainda que o governo escolhesse pessoas  “totalmente livres” para a presidência da agência para que se dedicassem à defesa do interesse público.

Fonte: veja.abril.com.br

Panorama: Propaganda eleitoral no rádio pode ter saldo negativo para o meio

Tradicionalmente a presença do horário eleitoral costuma impactar de forma negativa a audiência de rádio nos principais mercados do país. É histórica a curva para baixo no tempo da audiência média das emissoras que possuem o entretenimento e a música como principais produtos, porém em 2018 a queda também foi observada no FM/AM de formato jornalístico e nos ambientes digitais. Acompanhe:

Em alta no primeiro semestre de 2018, a audiência digital começou a oscilar de forma negativa a partir do final de agosto, com uma queda acentuada a partir de setembro (segundo medições de servidores de streaming, Analytics e também na plataforma de indexadores, como o tudoradio.com). E a tendência de oscilação negativa foi vista principalmente em rádios musicais e de entretenimento, estas que não costumam a contar com a pauta politica em seus projetos.

A oscilação já era esperada pelo mercado, este que vislumbra com o retorno da "normalidade" já a partir da primeira quinzena de novembro. Porém a maior presença dos "foguetes" (inserções durante os intervalos comerciais) podem ter acentuado o processo de queda neste período, impactando também no digital (este que não contava com os dois blocos do horário eleitoral, mas não conseguiu fugir da enxurrada de inserções políticas nos breaks, executadas diariamente das 05h00 às 23h59).

No dial, em FM e AM, praças importantes como São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Porto Alegre viram os seus volumes de audiência média caírem no período (Kantar Ibope Media), algo que ainda deverá ser refletido nos próximos resultados (pois a propaganda nesses centros seguiu até outubro, devido ao segundo turno para governo estadual - além do federal).

Modelo está em xeque?

É possível que esse formato seja novamente discutido, demanda que deverá partir principalmente do setor (já que o modelo atual impactou ainda mais na grade das emissoras, nos planejamentos internos e nos riscos maiores perante a erros operacionais, além do resultado negativo de audiência). Porém ele ainda segue efetivo, pois esse formato de mídia providencia alcance para os produtos (nesse caso os candidatos e partidos).

Com a ampliação da cobertura jornalística multiplataforma (onde o rádio está presente de forma significativa) e a campanha em ambientes digitais, é possível que esse modelo possa ser novamente discutido para o rádio e para a televisão.

Lembrando: antes o rádio convivia com dois blocos de até 50 minutos, além de algumas inserções durante os intervalos comerciais. No atual período eleitoral, esses blocos foram reduzidos e as inserções nos intervalos foram consideravelmente ampliadas.

E o ouvinte decidiu o voto pelo horário eleitoral?

Ainda é cedo para definir o real peso do horário eleitoral de rádio e TV nas eleições, pesquisas e levantamentos devem apontar esse efeito (positivo ou negativo) nos próximos meses. Mas, apenas para se ter uma noção mínima, o tudoradio.com realizou uma enquete (não há peso científico nela, pois filtra por grupos distintos) durante o período eleitoral, onde o portal fez o seguinte questionamento: "Eleições 2018: Como que você pretende se informar sobre o período eleitoral?"

Dos participantes, 12% afirmaram que iriam se informar apenas através do horário eleitoral no rádio. O número sobe para 37%, quando considerado também a cobertura jornalística junto com as inserções políticas. Para 29%, as inserções/horário político não são válidas, mas as coberturas jornalísticas do rádio seriam fontes de informações para decisões. 

Para 34% o rádio não seria fonte de informações para o período eleitoral, seja via horário político ou cobertura das emissoras jornalísticas. Se considerar também a parcela de 29% que iria se informar pelo rádio via cobertura, mas desconsiderando a propaganda eleitoral, é possível afirmar que 63% dos participantes da enquete não acham relevantes as inserções obrigatórias no rádio.

A enquete foi de "tiro curto", realizada entre o começo de setembro, até o dia da votação do segundo turno (28 de outubro), totalizando 280 participações únicas.

Fonte: tudoradio.com

Supremo analisará tempo gasto por rádios com programas culturais e jornalísticos

O Supremo Tribunal Federal vai analisar se o decreto que estabelece percentuais mínimos e máximos a serem observados pelas emissoras de rádio na produção e transmissão de programas culturais, artísticos e jornalísticos locais foi recepcionado pela Constituição Federal de 1988. O tema teve repercussão geral reconhecida por maioria.

No caso em análise, a comissão de licitação desclassificou uma empresa dos procedimentos licitatórios para delegação de serviços de radiodifusão nos municípios de Jupi e Betânia (PE) porque sua proposta técnica não atendeu à condição estabelecida pelo edital relativa ao tempo dedicado a programas culturais, artísticos e jornalísticos locais contida no Decreto 52.795/1963.

A empresa recorreu ao Tribunal Regional Federal da 5ª Região, que proveu a apelação com o fundamento de que o artigo 221, inciso III, da Constituição da República é expresso ao atribuir exclusivamente à lei a definição dos percentuais a serem observados pelas emissoras de rádio e televisão na produção e na transmissão de programas locais, não cabendo a regulamentação da matéria por outra espécie normativa.

Portanto, o edital não poderia estipular os limites com base em determinações previstas em decreto não recepcionado pela Constituição. Com isso, declarou a nulidade do certame licitatório.

A União defende, no recurso extraordinário, que tanto a Lei 4.117/1962 (Código Brasileiro de Telecomunicações) quanto o Decreto 52.795/1963 dispõem sobre o tempo a ser destinado aos referidos programas. Sustenta a inexistência de violação à liberdade de expressão, pois estabelecer um percentual mínimo de programação local não significa que se está impondo o conteúdo.

Manifestação
O relator do RE, ministro Luiz Fux, observou que o Plenário do STF, ao julgar a Ação Direta de Inconstitucionalidade 4.923, de sua relatoria, firmou o entendimento de que é legítima a fixação pela legislação de cotas de conteúdo nacional para canais e pacotes de TV por assinatura. Na ocasião, ele consignou que as cotas de conteúdo nacional consubstanciam meio idôneo para a promoção da cultura e da identidade nacional ao estimular a indústria audiovisual do país.

Para o ministro, o caso em discussão no RE, embora diverso do precedente citado, também envolve o fomento da identidade e da cultura das mais diversas localidades do Brasil. “É imperioso que o STF se manifeste sobre a legitimidade da política pública de cotas de conteúdo local implementada pela legislação ora impugnada”, afirmou.

Outro ponto relevante da controvérsia, segundo Fux, é a respeito do juízo de recepção, pela Constituição da República, de normas anteriores a ela. Em seu entendimento, existindo compatibilidade de conteúdo, a norma infraconstitucional deve ser recepcionada pela Constituição em vigor, independentemente da forma normativa exigida.

“Todo o ordenamento jurídico infraconstitucional é recebido pela Constituição nova desde que com ela seja materialmente compatível. Nesse contexto, a recepção do ordenamento infraconstitucional anterior independe de previsão expressa no texto da Constituição nova”, disse.

O ministro considerou que a matéria tratada no recurso transcende os limites subjetivos das partes, uma vez que a definição sobre a recepção ou não pela Constituição da República de 1988 das determinações contidas no Decreto 52.795/1963, “além de implicar juízo sobre a validade de norma em vigor há décadas em todo o território nacional, poderá impactar, ainda, a radiodifusão de conteúdos culturais, artísticos e jornalísticos regionais e locais, produzidos em milhares de municípios do Brasil, com inegável repercussão para as populações atingidas”. Com informações da Assessoria de Imprensa do STF. 

Fonte: conjur.com.br

Senac Votuporanga promove 10ª Semana do Rádio

O Senac Votuporanga promove, nos dias 6 e 8 de novembro, a 10ª Semana do Rádio. O evento marca o Dia do Radialista, celebrado em 7 de novembro, e contará com palestras de três profissionais renomados da TV Tem, afiliada da Rede Globo.

No primeiro dia (6/11), o apresentador do programa Revista de Sábado, Marcos Paiva, falará sobre O Rádio como Plataforma Multimídia, abordando a virtualização do rádio e suas conexões, além das plataformas de otimização de acesso à informação. O profissional é natural de Votuporanga e tem vínculo com a cidade desde o seu início profissional.

Já no dia 8/11, às 19h30, o repórter Patrick Lima, que já atuou em rádio por 10 anos, abordará como este meio de comunicação influencia na carreira em emissoras de televisão. Além disso, vai falar sobre a importância da improvisação na comunicação, levando em conta as mídias digitais. Assim como Marcos, o profissional tem grande identificação com o público votuporanguense, já que trabalhou em diversos veículos da cidade.

Logo após, o público poderá conhecer a trajetória do apresentador Lucio Ramos, um dos principais nomes do jornalismo na região noroeste Paulista e âncora do Tem Notícias. O jornalista também trará para discussão a questão da persistência como uma competência na carreira profissional e o impacto das inovações digitais na área da comunicação.

“Nossa instituição é referência regional na formação de profissionais radialistas, segmento que está em constante crescimento e renovação, principalmente com a ampliação da abrangência de emissoras em nossa região por conta da migração de AM para FM. O evento reforça nosso comprometimento em levar conhecimento de qualidade para a comunidade”, destaca Eliane Baltazar Godoi, gerente do Senac Votuporanga.

As inscrições para participar da 10ª Semana do Rádio podem ser realizadas gratuitamente no Portal Senacwww.sp.senac.br/votuporanga.

Serviço:

10ª Semana do Rádio

Data: 6 e 8 de novembro de 2018

Local: Senac Votuporanga

Endereço: Rua Guaporé, 3.221 – Nova Boa Vista – Votuporanga/SP

Participação gratuita

Informações e inscrições: www.sp.senac.br/votuporanga

Programação:

Palestra: O Rádio como Plataforma Multimídia 
Convidado: Marcos Paiva – apresentador do Revista de Sábado (TV Tem)

Data: 6 de novembro de 2018
Horário: das 19h30 às 22 horas

Palestra: A Arte do Improviso 
Convidado: Patrick Lima – repórter da TV Tem

Data: 8 de novembro de 2018
Horário: das 19h30 às 20h30

Palestra: Etapas da Carreira e Comunicação 
Convidado: Lucio Ramos – âncora do Tem Notícias (TV Tem)

Data: 8 de novembro de 2018
Horário: das 20h30 às 21h30

 

Fonte: www.folhar.com.br

Associação argentina de radiodifusão deve seguir iniciativa brasileira para incentivar FM em smartphones

Os aparelhos celulares argentinos serão habilitados com o chip de recepção de rádio FM. Um projeto de resolução de 10/10/2018 determina que as operadoras de serviço de Comunicações Móveis não devem bloquear a funcionalidade do serviço de radiodifusão sonora de FM nos celulares. A determinação está alinhada com o projeto de lei brasileiro que defende a liberação do chip de rádio FM.

Edmundo Rebora, presidente da Asociacion Radiodifusoras Privadas Argentinas (Arpa), conheceu o projeto de lei brasileiro após um encontro promovido pela Aerp (Associação das Emissoras de Radiodifusão do Paraná) para discutir o problema das emissoras irregulares na fronteira com o Brasil e Argentina, ainda, durante o 24º Congresso Paranaense de Radiodifusão. Nessa ocasião, ele teve a oportunidade de verificar de perto o projeto Radiophone, que tem como principal meta fortalecer o rádio nos dispositivos móveis por meio da liberação do chip de rádio.

Ao voltar para Argentina, Rebora iniciou um forte trabalho neste sentido, inspirado pela iniciativa brasileira. E muitas vitórias vieram na sequência. O projeto de resolução que tem força de lei é um grande passo, agora o próximo é conscientizar os usuários. "Nossa tarefa é divulgar e conscientizar o público a comprar os telefones celulares que permitem a funcionalidade", destacou.

Alexandre Barros, presidente da AERP, destacou a conquista argentina. "O aparelho celular é um dos receptores de rádio FM mais poderosos do mercado. Escutar rádio pelo streaming gasta muita bateria e consome os créditos do plano de dados do usuário, inviabilizando o acesso à emissora", explica Barros.

Ainda de acordo com Alexandre Barros, está equivocado o empresário ou consumidor que acredita que o futuro do rádio está só na internet. "A internet é um importante meio complementar. Mas o futuro do rádio está principalmente no dial, no sinal livre, universal e gratuito", frisou.

No Brasil

O projeto de lei brasileiro de autoria do deputado Sandro Alex (PSD/PR) que obriga as empresas fabricantes ou montadoras de celular a disponibilizarem a recepção do rádio FM em todos os aparelhos foi aprovado, em novembro de 2017, na Comissão de Ciência, Tecnologia, Comunicação e Informática da Câmara dos Deputados (CCTCI). A proposta seguiu para a Comissão de Constituição e Justiça e aguarda até agora um parecer.

Para o deputado Sandro Alex a aprovação deste projeto na Argentina é a confirmação de que essa preocupação não é apenas brasileira. "Ela está presente em inúmeros países que estão exigindo que as operadoras habilitem o chip que está presente nos celulares, mas que é bloqueado para que haja uma forma paga de comunicação. Enquanto o chip tem a recepção da radiodifusão pública e gratuita em FM. Mesmo com o grande lobby, nós estamos exigindo uma defesa dos consumidores. A radiodifusão não pode abrir mão, pois está defendendo os consumidores que são milhões de ouvintes", explicou.

Para os radiodifusores, a determinação argentina pode trazer mais uma motivação para que o tema ganha força em solo brasileiro.

Projeto Radiophone

Desde 2016, quando o Projeto Radiophone foi lançado, a Aerp luta para que o rádio esteja presente nos celulares de forma livre e gratuita. O projeto vem desmistificar a ideia de que é necessário consumir internet para ouvir rádio no smartphone. A campanha conta com o apoio de radialistas e radiodifusores de todo o Brasil e tem visto a sua adesão aumentar. Peças como banners, spots, vídeos, entre outros materiais, evidenciam a necessidade de se ter um receptor FM no celular.

Os pontos fortes do rádio FM no celular já foram amplamente debatidos pelo meio radiofônico, porém a campanha da Aerp visa esclarecer essas vantagens para o grande público, fomentando a intenção de contar com um receptor em FM no ato da compra de um modelo de smartphone.

Fonte: tudoradio.com

E na prática a tarefa não é difícil para o ouvinte: em outubro de 2016, o sistema operacional Android representava 94,4% das vendas de smartphone no Brasil (Kantar Brasil Insights – e a Abert estima que 78% dos celulares no Brasil contam com FM integrado). Vale lembrar que a maioria dos aparelhos que contam com o Android possuem recepção nativa de rádio FM, contando inclusive com serviços adicionais, como o RDS.

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