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NOTA DE REPÚDIO - ATOS ANTIDEMOCRÁTICOS

A FENAERT - Federação Nacional das Empresas de Rádio e Televisão - expressa seu veemente repúdio aos graves atos antidemocráticos ocorridos em Brasília neste domingo, 8 de janeiro de 2023. Manifestações democráticas são desejáveis, ao contrário de vandalismo e intenções golpistas. O Brasil precisa definitivamente afastar e punir com efetividade as agressões à democracia e a todos os seus pilares. É hora do país virar essa página e olhar para frente e, assim, garantir o necessário desenvolvimento econômico e social, em um ambiente de liberdade e respeito.

Tendências | Grupos de rádios buscam envolver consumidores de áudio nas mais diversas plataformas

São Paulo - Segundo executivos ouvidos durante o NAB Show Nova York, o áudio digital está finalmente alcançando marcas consideradas eficazes, seja no streaming digital, no rádio e no podcast

Executivos responsáveis pelas áreas digitais dos dois maiores grupos de rádios dos Estados Unidos foram ouvidos sobre a expansão do áudio entre os consumidores. As falas foram acompanhadas durante o NAB Show Nova York 2022, realizado na semana passada. Segundo eles, que representam a iHeartMedia e a Audacy, o áudio tem se mostrado muito eficaz para estratégias de marketing e também tem alcançado a relevância desejada através de suas iniciativas digitais. A intenção é "envolver os consumidores onde quer que – e como – eles consumam áudio". Outro ponto é o consumo em via de mão dupla entre o conteúdo on-demand e o rádio linear. Acompanhe: 

O painel, que reuniu os executivos de digital dos dois maiores grupos de rádios dos EUA e foi moderada por Stephanie Donovan, Global Head of Revenue da Triton Digital, buscou mostrar qual é o atual momento do formato áudio no mercado e suas vantagens. Segundo a reportagem especial do norte-americano Inside Rádio, empresas como a iHeartMedia e a Audacy (antiga Entercom) utilizaram seus consideráveis ??recursos e experiência para ampliar o consumo e a relevância do áudio digital, em frentes como streaming (linear e on-demand) e podcasts.

“Precisamos que nossos anunciantes possam aproveitar isso, com facilidade e acessibilidade, em todos os dispositivos, plataformas e modalidades de conteúdo”, disse Tim Clarke, vice-presidente sênior de conteúdo de áudio digital da Audacy. Para a empresa, que é o segundo maior grupo de rádios dos Estados Unidos, o foco é "tornar mais fácil para os anunciantes alcançarem os 250 milhões de consumidores" que o grupo "atinge todos os meses em todas as suas plataformas".

Carter Brokaw, presidente de estratégia de receita digital do iHeartMedia Digital Audio Group, disse no painel que o grupo de rádios está otimista quanto à eficácia do áudio em 2023. “Estamos ouvindo da comunidade de publicidade que eles estão procurando alternativas para visão, som e movimento”, afirma o executivo, que completa dizendo que  “rádio, streaming digital e podcasting estão realmente começando a atingir a marca em termos de eficácia", diz Brokaw.

A escala tem sido importante para as iniciativas digitais da iHeartMedia, que acabam condizente com o tamanho do grupo (mais de 850 emissoras de rádio nos Estados Unidos). Segundo a reportagem do Inside Radio, são cerca de 50 milhões de downloads por mês na área de podcast para a empresa. Brokaw disse que a iHeart tem encontrado muitos anunciantes que veem o podcasting como uma ferramenta de marketing eficaz para agrupar o público por mercados locais, psicografia e gêneros. 

“Isso dá à comunidade de marketing uma tonelada de opções para começar em nível local e talvez progredir para um nível regional, ou começar em nível nacional e descer para um nível local”, afirmou o executivo da iHeartMedia. 

Clarke, da Audacy, também  enfatizou a importância de dar aos anunciantes “fácil acesso a esses públicos de maneira avançada”, sobre a entrega de podcasts. 

Podcasts / áudio on-demand e Rádio: consumo em via de mão dupla

Outro ponto de interesse debatido pelos executivos é sobre o movimento de consumo de áudio digital entre os podcasts e o rádio. O executivo da Audacy dá um exemplo sobre esse cenário: o estúdio de podcast 2400 Sports, ligado à empresa, aproveita os apresentadores de seu portfólio de estações de rádio esportivas locais nos principais mercados para criar podcasts dedicados a equipes individuais. 

“O que vemos é que estamos trazendo muitas pessoas para o funil dessa maneira”, afirma Clarke, da Audacy. Segundo ele, esse movimento está ajudando na descoberta de estações locais. Por exemplo, um fã fora do mercado da Filadélfia descobre o apresentador de esportes WIP-FM Joe Giglio através de um podcast. Com isso, o fã quer obter mais informações sobre sua opinião sintonizando a estação. “Descobrimos que é uma ótima maneira de trazer fãs apaixonados por um tópico e conectá-los ao conteúdo que criamos e que eles podem não ter conhecido ou passado muito tempo recentemente”, explicou Clarke.

Para fazer essa troca, é importante que os ambientes digitais estejam conectados, oferecendo em todas as plataformas possíveis um fácil acesso ao conteúdo linear de rádio e também ao que é produzido on-demand, ou seja, como definiu o executivo da iHeart, um ambiente que “abrange todo o continuum de escuta”. “Essa foi uma ótima maneira de galvanizar o público que pode não estar gastando muito tempo em experiências de audição ao vivo, mas mais em artistas”, afirma Brokaw, que também destacou o caminho inverso: "os consumidores que preferem recursos sob demanda podem ser apresentados ao streaming de rádio ao vivo", destaca a reportagem.

Clarke, da Audacy, também destacou que essas iniciativas de áudio digital também permitem o acesso dos grupos de rádios a mais públicos diversos, ou seja, o conteúdo on demand está permitindo que o rádio amplie ainda mais seu alcance e se torne mais inclusivo. “O que o podcasting fez foi nos permitir acessar públicos mais diversos e nos deu a capacidade de pensar em mais qualidade, imersão profunda", diz o executido, que completa afirmando que "juntamente com recursos e tecnologia avançados, podemos alcançar públicos mais segmentados e criar mais eficácia para os anunciantes.”

 

 

Nota de repúdio

 

 

Jorge Henrique Maciel

Presidente da Federação Nacional das Empresas de Rádio e Televisão (FENAERT)  

 

A Federação Nacional das Empresas de Rádio e Televisão (Fenaert), manifesta o seu repúdio diante das últimas decisões do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com relação ao cerceamento de conteúdos jornalísticos da Jovem Pan.

As restrições estabelecidas pela legislação eleitoral não podem servir de instrumento para a relativização dos conceitos de liberdade de imprensa e de expressão, princípios de nossa democracia e do Estado Democrático de Direito.

A Fenaert possui 15 sindicatos de rádio e televisão filiados e repudia qualquer ação de cerceamento da liberdade de imprensa, além de reforçar a importância do jornalismo para a democracia.

 

ASSOCIAÇÕES SE UNEM E LANÇAM CAMPANHA “COM PUBLICIDADE RESPONSÁVEL NÃO SE BRINCA”

Em seu terceiro ano, campanha reforça regras do Conar que norteiam a comunicação ética e com conteúdo de qualidade

 

Liderados pela Associação Brasileira de Anunciantes (ABA) e pela Associação Brasileira de Licenciamento de Marcas e Personagens (Abral), 27 instituições – entre associações, federações, sindicatos e institutos -- se uniram para lançar a campanha “Com publicidade responsável não se brinca”, composta por 12 posts que estarão nas plataformas digitais de todos os participantes. Os textos estão baseados em regras do Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária (Conar). A campanha tem início no Dia das Crianças (12 de outubro).

“Essa iniciativa faz parte de nossa agenda dedicada ao tema. Entendemos que há questões muito sensíveis, que necessitam sempre de reforço”, afirma Marici Ferreira, presidente da Associação Brasileira de Empresas de Licenciamento de Marcas e Personagens (Abral). A comunicação de produtos e serviços destinados a crianças e adolescentes, acrescenta, deve também contribuir para o desenvolvimento positivo das relações entre pais e filhos, alunos e professores.

O primeiro post da campanha lembra o que é a PUBLICIDADE POR INFLUENCIADOR DIGITAL, destacando três pontos que caracterizam essa iniciativa: divulgação de produto, serviço, marca ou outro sinal associado; compensação ou relação comercial, ainda que não financeira, com anunciante e/ou agência; e interferência por parte do anunciante e/ou agência sobre o conteúdo da mensagem (controle editorial na postagem do influenciador).

Em sua primeira edição, a iniciativa incluiu, nas recomendações, um manifesto, que lembrava que o Brasil atualmente está sob a égide de um modelo jurídico misto, avançado e eficiente, composto por 22 normas que regem o tema, mais do que o Reino Unido, com 16 normas, e os Estados Unidos, com 15. Além disso, a Constituição Federal aborda o tema em sua redação e, de forma ainda mais detalhada, esse tipo de comunicação é objeto de regulação descrita no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) e no Código de Defesa do Consumidor (CDC).

“As normas existentes do Conar são as principais norteadoras do mercado para efetividade da comunicação dos produtos, serviços e marcas, e, sim, agregam valor a eles. Com isso, o consumidor se sente respeitado. Seguir as regras não é um favor; é uma obrigação das empresas e anunciantes”, afirma Sandra Martinelli, presidente-executiva da Associação Brasileira de Anunciantes (ABA).

Associações que apoiam a campanha

 

ABA – Associação Brasileira de Anunciantes

ABAP – Associação Brasileira de Agências de Publicidade

ABEP – Associação Brasileira de Empresas de Pesquisas

ABERJE - Associação Brasileira de Comunicação Empresarial

ABERT – Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão

ABIA – Associação Brasileira da Indústria de Alimentos

ABOOH – Associação Brasileira de Mídia Out Of Home 

ABP – Associação Brasileira de Propaganda 

ABRAL – Associação Brasileira de Licenciamento de Marcas e Personagens

ABRACOM – Associação Brasileira das Agências de Comunicação

ABRADI – Associação Brasileira dos Agentes Digitais

ABRINQ – Associação Brasileira dos Fabricantes de Brinquedos

ACB – Associação dos Cartunistas do Brasil 

ADIBRA – Associação das Empresas de Parques de Diversão do Brasil

AMPRO – Associação de Marketing Promocional 

ANER – Associação Nacional de Editores de Revistas

ANJ – Associação Nacional de Jornais

APP – Associação dos Profissionais de Propaganda

CNCOM – Confederação Nacional da Comunicação Social

FENAERT - Federação Nacional das Empresas de Rádio e Televisão

FENAJORE - Federação Nacional de Jornais e Revistas

FENAPRO – Federação Nacional das Agências de Propaganda

IAB – Interactive Advertising Bureau 

INSTITUTO PALAVRA ABERTA 

IVC – Instituto Verificador de Comunicação 

SINDEPAT – Sistema Integrado de Parques e Atrações Turísticas

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