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Fake news são reforçadas por falsas memórias

Um estudo sobre falsas memórias feito com 3.140 participantes destaca o risco de fake news se espalharem pelas mídias sociais.

 
Voluntários foram informados de uma história inventada sobre cartazes de campanha que está sendo destruído depois de ter sido encontrado para ter sido financiado por um americano
Na semana que antecedeu o referendo irlandês sobre a lei do aborto de 2018, os voluntários foram informados com fake news. 

Cada participante recebeu seis reportagens, duas das quais falsas. A votação acabou por tornar os abortos legais na República da Irlanda.
 
Quase metade afirmou ter tido memórias anteriores de pelo menos um dos eventos inventados.

E muitos não questionaram suas falsas lembranças, mesmo depois de terem sido informados de que os artigos que tinham lido poderiam ser falsos.

"A memória é um processo reconstrutivo e estamos vulneráveis à sugestão que distorce nossas lembranças, sem nossa percepção consciente", disse Gillian Murphy, da University College Cork.

"Os eleitores são vulneráveis não apenas a acreditar em uma notícia falsa, mas também a relembrar falsamente que o evento [inventado] realmente aconteceu", disse Gillian Murphy, da University College Cork, em entrevista à BBC.
 
Fonte: Portalimprensa.com

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